President Eisenhower on General Lee

Eisenhower Explains About General Lee (1957)

General Robert E. Lee was, in my estimation, one of the supremely gifted men produced by our Nation. He believed unswervingly in the Constitutional validity of his cause which until 1865 was still an arguable question in America; he was a poised and inspiring leader, true to the high trust reposed in him by millions of his fellow citizens; he was thoughtful yet demanding of his officers and men, forbearing with captured enemies but ingenious, unrelenting and personally courageous in battle, and never disheartened by a reverse or obstacle. Through all his many trials, he remained selfless almost to a fault and unfailing in his faith in God. Taken altogether, he was noble as a leader and as a man, and unsullied as I read the pages of our history.

From deep conviction, I simply say this: a nation of men of Lee’s calibre would be unconquerable in spirit and soul. Indeed, to the degree that present-day American youth will strive to emulate his rare qualities, including his devotion to this land as revealed in his painstaking efforts to help heal the Nation’s wounds once the bitter struggle was over, we, in our own time of danger in a divided world, will be strengthened and our love of freedom sustained.

Such are the reasons that I proudly display the picture of this great American on my office wall.

– Dwight D. Eisenhower

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3 thoughts on “President Eisenhower on General Lee

  1. Custa-me aplicar Brecht a “supremacistas brancos” e a membros do Ku Klux Klan, pelos quais não nutro obviamente qualquer simpatia, mas os versos tão citados (até por Jerónimo, no Parlamento):
    “Do rio que tudo arrasta se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem.”
    Neste caso, “as margens que o comprimem” foram uns idiotas da Universidade da Virgínia e o Mayor da cidade que se sentiram “ofendidos” com a uma estátua equestre do General Robert E. Lee, um homem notável que teve a infelicidade de ter nascido do lado errado da guerra, e que ali está, salvo erro, desde 1927.
    Há uma lista de monumentos espalhados pelos Estados do Sul que os revisionistas históricos querem remover.
    Que mil rios violentos desabrochem. Um labrego do Klan, apesar de tudo, está acima de um hipócrita “politicamente correcto”.

  2. Eu não chamaria um descendente de escravos <>! Mas folgo em saber que poe a malta dos linchamento, etc, acima da brigada pc…

  3. Eu não chamaria um descendente de escravos “um hipócrita “politicamente correcto”.”! Mas folgo em saber que poe a malta dos linchamento, etc, acima da brigada pc…

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