O PCP, o Augusto Santos Silva e a Venezuela

Entre o nojo e um ministro aldrabão.

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11 thoughts on “O PCP, o Augusto Santos Silva e a Venezuela

  1. JP-A

    O governo está a construir uma feira de gado em Belém e o caseiro vai tirando umas fotografias, e pouco mais.

  2. Gaius Octavius

    Enquanto a barbárie capitalista europeia procura por todos os meios sufocar a gloriosa revolução bolivariana há um pequeno país neste grupo que se recusa a servir de peão em tão vil tramóia capital-fascista: Portugal.

    Enquanto o Ocidente bárbaro luta, e sempre lutou, implacavelmente, contra tudo o que cheire a liberdade e emancipação dos trabalhadores, somente Portugal (que se encontra geograficamente situado nesta Europa bárbara e fascista mas que, na verdade, é um país socialista latino-americano honorário – cada vez mais justo, fraterno e igualitário) se recusa a atacar um povo irmão, que luta, tal como nós lutamos, contra a imunda víbora do Capital.

    É por isso que urge que Portugal abandone a UE e procure estreitar laços políticos e económicos com os nossos verdadeiros irmãos socialistas latino-americanos, como Venezuela e Cuba, para que, todos juntos, sejamos um oásis de liberdade, igualdade e civilização num mundo em que o homem é o lobo do homem.

  3. Gaius Octavius

    Vasco Jesus, vocês reaccionários podem rir o que quiserem, e aproveitem porque em breve não terão motivos para rir. Assim que os trabalhadores se tornarem conscientes do seu papel enquanto classe revolucionária da Revolução que se avizinha, não haverá riso que vos salve.

    Nessa altura, vocês bem poderão tentar aplacar a ira proletária com promessas de bens essenciais em abundância e cuidados médicos burgueses, numa tentativa desesperada de domar os trabalhadores e reconduzi-los, já submissos, ao redil do Capital. Mas tudo isso será em vão, pois, nessa altura, os trabalhadores, já conscientes da sua força e do seu destino histórico, não se comportarão mais, como até aí se comportaram, como aqueles cães que aceitam cumprir as ordens do dono a troco de guloseimas. Nessa altura os trabalhadores serão os donos de si próprios.

    O futuro pertence-nos.

  4. Vasco Jesus

    @Gaius
    Pensei que o teu comentário era sarcasmo e ironia.
    Não sendo, tem ainda mais piada.
    Obrigado!

  5. André Miguel

    Oh Gaius vai lá perguntar a um venezuelano sff se ele se quer libertar das amarras do capital ou do querido líder socialista! Vai lá, vai, com a resposta talvez aprendas algumas coisinhas.
    Há gente que no séc. XXI, com o conhecimento à distância de um clique ainda não aprendeu o básico… PQP!

  6. Alberto Mendes

    Juro que pensava que o GAIUS OCTAVIUS estava a reinar com a malta. Parece que é uma dicurso serio… Santa Mae de Deus!

  7. Gaius Octavius

    André Miguel, mas quem lhe disse que o povo venezuelano não quer libertar-se da camisa-de-forças do Capital? Isso são tudo mentiras e falsidades vomitadas pelo propagandário Ocidental.

    Você porventura já ouviu falar de uma coisa chamada materialismo dietético? Tese, antítese e síntese? Escusa de responder, a pergunta era retórica – eu sei bem o quão ignorantes vocês capitalistas são acerca da Palavra de Marx (que a paz seja com ele).
    Pois fique sabendo que o que podemos ver na Venezuela dos dias de hoje é o materialismo dietético em acção: no comunismo primitivo (a tese) a alimentação era saudável, à base de bagas e raízes, mas escassa; no capitalismo (a antítese) a alimentação é perniciosa, à base de fast-foods, mas abundante; agora, no comunismo utópico que começa a ganhar forma na Venezuela, irá dar-se a síntese dos dois modelos anteriores e o povo terá para comer raízes em abundância.

    Claro que os capitalistas e imperialistas não estão nada contentes com o que se está a passar e por isso mesmo inventam as mais mirabolantes mentiras e agitam o papão do comunismo na esperança de que os trabalhadores desistam de se emancipar e se resignem a viver eternamente como escravos do Capital. Por isso é que os capitalistas falam em “fome”, para convencerem os trabalhadores que estão bem como estão e que não adianta lutar por uma alternativa porque a alternativa é a “fome”. Mas essas mentiras de nada valerão a longo prazo, pois a História determina que a Revolução triunfará, independentemente do quão inalcançável possa parecer agora (e já pareceu muito mais). Tal como Marx (que a paz seja com ele) profetizou.

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