Uma vitória da esquerda

Falhas no incêndio em Pedrógão, o assalto em Tancos que afinal foi uma espertice para enganar os gatunos, a forma como Costa pôs as chefias militares a piar fininho, as demissões dos secretários de Estado por viagens feitas há um ano para verem os jogos do Euro2016. Não foram os partidos de esquerda que nos disseram que na política ia mandar a economia? Olha, conseguiram.

Anúncios

2 thoughts on “Uma vitória da esquerda

  1. JP-A

    O discurso de hoje do timoneiro tem aspectos que me abstenho de adjetivar porque seriam extremamente deselegantes para com a criaturazinha não eleita, nomeadamente sobre as coisas que coloca na boca dos outros fazendo-se de defensor das organizações e profissionais que abandonou para ir tomar banhos e apanhar sol para Espanha, coisa que muito poucos portugueses teriam coragem de fazer. Já sabíamos como ele funciona, mas há limites para o esterco.

  2. Crónicas PPTAO: Carimbada Terça-feira, 12 de Julho de 2011.
    Piorou antes de melhorar?
    EST(R)ADO DA NAÇÃO
    Até quando corja?
    -Sociedade Portuguesa hoje:
    Analfabetismo funcional; in(cultura)/ignorância; apatia cívica/irresponsabilidade; ilusão/aparato/ostentação; irracionalidade/inversão de valores; indigência mental/anestesia colectiva; ensino postiço e inconsequente; autoridade tolhida e envergonhada; justiça sinuosa e selectiva; responsabilidades diluídas e baralhadas; mediocridades perfiladas e promovidas; capacidades trituradas e proscritas; sofisma institucionalizado.
    -Quês e porquês:
    Maleita atávica e condicionamento manipulado pelos poderes instalados; negligência paralisante no dever de participação; vício embriagante na desculpa cómoda do dedo acusador sempre em riste. Culpar D. Sebastião, o padeiro da esquina ou dirigentes de ocasião é nossa mestria e sina nossa. Culpados somos todos nós, acomodados na obsessão estéril de celestiais direitos. Também é com a nossa apatia pelos valores de intervenção e cidadania, que somos conduzidos repetidamente para o conhecido pantanal. Os nossos governantes são o reflexo e extensão da gente que somos, mas valha a verdade em escala cujo grau de refinamento, incapacidade e subversão de interesses colectivos ultrapassa os limites da decência. Que o actual 1º ministro em vez de esbracejar governe e em vez de iludir assente, invertendo essa carga em desequilíbrio e remetendo para as calendas a política de feirola de contrafeitos.
    -Receituário extraviado:
    Cabe cultivar que ao cidadão comum não deve competir apenas votar ciclicamente em deputados acorrentados pela disciplina partidária. Na sociedade como nos bancos da escola, acautelar conceitos/aulas de civismo e cidadania, o que é liberdade, democracia, educação e compostura. A televisão pública como veículo que molda, não pode servir só para futebol, novelas e propaganda oficial. Não basta compor a rama, é preciso cavar a terra e aconchegar os tomates. Por hora o circo ameaça continuar, mas que o tempo (grande mestre) se encarregue de nos despertar enquanto é tempo. A nós, suporte colectivo de tragédias e façanhas, competirá sobretudo intervir responsável e interessadamente no que a todos diz respeito, não concedendo carta branca ao desbarato para o traçado do caminho, ao círculo restrito de políticos abengalados.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s