Merkel defende Ivanka a representar na G20

Merkel, a responsável pela organização da conferência, defende a presença de Ivanka a representar os EUA no G20, conforme aqui reportado. Parte final do artigo:

“Ivanka Trump was part and parcel of the American delegation, so that is something that other delegations also do. It’s very well known that she works at the White House and is also engaged in certain initiatives.”

A photo of the first daughter sitting beside British Prime Minister Theresa May and Chinese President Xi Jinping surfaced on Twitter, drawing some criticism, including from aides to former President Barack Obama.

Cabinet officials typically replace the president at high-level sessions when a stand-in is needed. Ivanka serves as an unpaid adviser to her father in the White House.

“Ivanka was sitting in the back and then briefly joined the main table when the president had to step out,” a White House official said in response to the photo.

The topic at hand reportedly concerned one of Ivanka Trump’s projects, the World Bank finance initiative for women entrepreneurs.

Ou seja: 1) é habitual, 2) foi por breve período, 3) foi num assunto que ela conhece bem.

Curiosamente as críticas vieram de Obamistas, geralmente defensores da igualdade para as mulheres… até que a mulher elevada seja uma de direita.

IvankaAndFriendsAtG20

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3 thoughts on “Merkel defende Ivanka a representar na G20

  1. O Obama ainda não se habituou ao facto de já não ser presidente. Continua a encontrar-se com lideres europeus numa tentativa de boicote ao actual inquilino da Casa Branca. Não lhe bastou deixar o campo minado na administração pública americana e na própria Casa Branca. Um falta de vergonha total. O que não é de admirar.

  2. Não vejo onde está a defesa. A Merkel apenas diz cada pais é livre de escolher os seus representantes e essas escolhas não deverão ser questionadas pelos elementos das delegações de outros países.
    Quanto ao ultimo paragrafo: Está-nos a dizer que acredita que a Ivanka Trump está a ser posta em causa apenas por ser mulher?

  3. ABC

    A História se encarregará de julgar Trump. E Obama, que não foi nenhum santo – o estado em que a sua administração deixou o médio oriente com a fantochada da “primavera árabe” pôs todo o Ocidente em risco. Além dos drones, do que a CIA e NSA andaram a espiar, etc. Enfim.
    Tivesse sido Michelle Obama a substituir o marido e hoje as notícias seriam bem diferentes. Assim como são dizem mais sobre a competência dos media do que sobre a competência de Ivanka.
    A esquerda caviar americana, menos esquerda e mais caviar que a nossa, não perdoa Trump, e por conseguinte não perdoa quem nele votou. Não perdoa a metade dos seus compatriotas a liberdade de votarem como bem entendem. E nisso é muito parecida com a esquerda europeia.

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