E Agora, Para Algo Completamente Diferente…

Se a estrada não existisse, as pessoas também não tinham morrido naquela estrada“. – Pedro Silva Pereira

Via twitter do Telmo A. Fernandes

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14 thoughts on “E Agora, Para Algo Completamente Diferente…

  1. alex.soares

    Mais um fdp (fdp). Se não houvessem pó-pós, as pessoas não tinham morrido dentro dos pó-pós.
    Um verdadeiro fdp (fdp).
    Se este governo de traidores do ps, de comunas ladrões e de esganiçadas filhos de assassinos não existisse, isto estava tudo mal. Assim está tudo bem. Ou não?0

  2. JP-A

    Obviamente, António Costa vai decretar a este cretino um fim muito mais trágico do que o dado ao deputado europeu que se referiu a uma senhora da casa. Isto para não falar na deputada Catarina Mendes, que agora terá de lidar com mortes a sério, não com os possíveis suicídios revelados por Passos Coelho.

    Esta gente consegue reinventar a fossa.

  3. Adelaide

    Já cá faltava! A culpada é a estrada…Há que a acusar imediatamente e pedir desculpa à árvore.
    Se o PSP não fosse burro seria inteligente.

    Estamos na mão desta gente. É triste, é mesmo muito triste.

    Adelaide

  4. JP-A

    Para memória futura:

    Se o Costa levar muitas negas vai ter de fazer um downburst no governo. Ele não quer, mas é capaz de ser necessário para se safar.

  5. Gabriel Orfao Goncalves

    O que ele diz com esta frase é muito simples:

    ele está-se nas tintas para os que morreram. De tal maneira se está nas tintas que lhe sai uma frase destas.

    Para ele aquilo não é nada. Por isso diz tranquilamente: “Se a estrada não existisse as pessoas também não tinham morrido ali naquela estrada”. Di-lo com a tranquilidade de quem diz: “Bolas, pá, logo fui atender o telefone. Se não tivesse atendido não tinha perdido o golo da selecção. Mas que raio telefonarem-me durante um jogo destes!”

    Para este indivíduo aquilo não foi nada, ou melhor, é uma chatice com a qual tem de lidar. Uma chatice política, uma pedra no caminho que ia tão bom.
    Não morreu ali ninguém que lhe fizesse falta. Ninguém que ele considerasse importante. Ninguém que lhe adiantasse ou atrasasse o passo de um vida vivida com uma perspectiva indiferente aos demais.

    Recomendo vivamente que leiam “A loucura da normalidade” do psicanalista Arno Gruen. Encontram exemplos muito elucidativos de como a certo tipo de pessoas lhes sai o desprezo que têm por tudo o que seja o sofrimento alheio. Certas pessoas não são só incapazes de sentir empatia. Vão mais longe: repudiam sentir empatia. Isso é pedir-lhes demais. Provavelmente porque toda a vida viveram pisando os outros. Não é de um momento para o outro que rearranjam a cablagem neuronal para passar a sentir diferente.

    Deixo esta passagem que consegui tirar da net: «se o interior sensível estiver bloqueado, os contactos do indivíduo com o mundo exterior deixá-lo-ão inalterado. Ou melhor: nem existirá um verdadeiro contacto com o exterior. A medida do isolamento interior daí decorrente está directamente relacionada com o ódio de si próprio. Este é provocado pela participação ativa na sujeição ao mando de uma “realidade” que exige a negação de sentimentos autónomos.» Negação de sentimentos de autonomia. Onde é que teremos todos visto isto?

    Cada página deste livro é uma pérola. Julgo-o como um dos melhores livros alguma vez escritos.

  6. Que credibilidade tem um blog que deturpa a comunicação, retirando frases do contexto e ocultando a evidente ironia?
    Quem quiser avaliar exactamente o que, como e em que contexto foi dito, pode visualizar aqui o debate, nomeadamente por volta do minuto 19′.
    Não tenho simpatia especial pelo personagem em causa, mas não abdico nem da verdade nem da honestidade.
    http://tviplayer.iol.pt/programa/prova-dos-9/53c6b38b3004dc006243cf75/video/595581190cf2202a6541abdf

  7. Pingback: E Agora, Para Algo Completamente Diferente… (2) – O Insurgente

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