Putin, Marcelo e a chuva

Independentemente do que possa achar de Marcelo e Putin, uma coisa é certa: a propaganda política russa é francamente mais impressionante do que a portuguesa.

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21 thoughts on “Putin, Marcelo e a chuva

  1. Anticapitalista

    Olha esta árvore tão bonita ó Zé!!!!!!
    A floresta que se fica!….
    Miseráveis!…..
    Mas deixem-se descer, porque a gravidade (lei da) encarregar-se-á de vos levar até à foz. E, ao que se pode ir cheirando, já faltou mais!….
    Se o Marcelo, onde miseravelmente vocês tiveram que votar, veio “da esquerda da direita”, vocês, seus pafistas pafiosos salazarentos, ainda não deram pelas diferenças entre a esquerda a direita!?!?….
    Claro que não foi por acaso que o Zépovinho LUSO teve que aguentar com o pide do sr silva durante dezenas de anos! E é em gentalha deste nível (moral, ético, político, técnico, de inteligência, ganância, ignorância e provincianismo) que vocês se revêm e nela votam!….

  2. Anticapitalista

    * A floresta que se “fuck”, em vez de que se “fica”……
    Coisas das tecnologias por um lado, e da falta de tempo para reler antes de submeter.
    Curiosamente, eu admitia que aqui o (ou a) “democrata” INSURGENTE censurava mais estas minhas verdades à semelhança do wue vem fazendo sempre que eu escrevo aqui umas verdades para avivar e AVISAR ps pagistas pafiosos salazarentos de que o vosso tempo, tendencialmente, vai chegando à foz!…
    Mas eu habituei-me nos 30 anos em que vivi na ditadura a ser censurado também “democraticamente” óleos fascistas de então. Mas fui também aprendendo que, “por morrer uma andorinha, não acaba a Primavera”….
    Vamos dar tempo ao tempo…..

  3. Comuna de direita

    Com a Geringonça, chegamos ao céu…
    O país deixou de arder, os sistemas de comunicação de emergência funcionam ne perfeição e salvam vidas, as listas de espera nos hospitais são coisa dos governos de direita, os impostos baixaram de mão dada com a dívida, a maldita austeridade foi finalmente exterminada e vejam só que agora até temos 2 Ronaldos, um na bola e outro nas finanças.

  4. Anticapitalista

    Se a dor de cotovelo matasse, onde estariam certos comentadores do Insurgente????
    Mas, para dar uma pequena amostra destas comunas de direita, citemos alguém com alguma isenção e, porque honesto, escreveu e publicou há pouco, sobre o SIRESPE:
    {…Vamos ver o que é o SIRESP e sabemos que, na origem, foi adjudicado a uma holding do BPN. 17 de Junho de 2017 e morrem pessoas em incêndios e ouvimos falar no BPN. Os bancos fizeram-nos muito pior do que nós imaginamos. Por tudo o que tenho ouvido por aí, penso que aquele senhor redondo do SLB, o Pedro o Guerra, é que devia ir dirigir o SIRESP.}
    AHHHHHHHHHHH!…

  5. André Miguel

    Já cá faltava o cão de fila da guarda pretoriana da geringonça de seu nome anticapitalista… para ele ter acordado é porque os chefes antevêem tempos difíceis.

  6. JP-A

    É preciso ir a Espanha para conseguir uma síntese que não se deixa deslocar para a conveniente conversa tradiconal dos incêndios florestais:

    “Un horno crematorio alcanza los 900 grados. En la carretera nacional EN236 se llegó a los 1.000. También murieron dos Anabelas, madrina y ahijada. Así se completa la decena que fenecieron en carretera. Lo saben porque no volvieron. O porque vieron lo que eran sus coches. Hay quienes tienen la esperanza de que vuelvan. Muchos cuerpos han desaparecido, hechos ya cenizas, con el viento. Un horno crematorio alcanza los 900 grados. En la carretera nacional EN236 se llegó a los 1.000… ”

    Por cá, há um senhor que diz que é ministro e que afirma que foi tudo muito limpinho. E nós a vermos as árvores na berma.

    Portugal já está ao nível da Rússia e da Venezuela.

    http://www.elmundo.es/cronica/2017/06/25/594e31ace2704ed92b8b4581.html

  7. JP-A

    O que ainda ninguém sabia sobre estradas a arder:

    “No había recorrido ni 100 metros cuando tuvo que parar. Salieron y vieron a los coches presos del fuego. Estallaban los neumáticos.”

    Quem fiscaliza as estradas? Quem faz as leis? Como é que ninguém deu conta que praticamente todas as estradas da região estão comprometidas. Porque é que as imagens do google antes do desastre não aparecem nas TVs e nos jornais? Os bombeiros não sabem disto, pois não?

  8. JP-A

    Dia 17 – “Sonó el teléfono. Respondió Miguel. Y decidieron huir de Várzeas con lo puesto. Era una llamada de Protección Civil. Le recomendaban que cogieran sus coches y desalojaran el área. Cogieron los tres vehículos que tenían en el garaje y se fueron raudos.

  9. JP-A

    Já repararam que não há uma única equipe de TV à porta de nenhum hospital? Nem notícias da evolução dos feridos?

  10. Anticapitalista

    Caro Francisco Miguel Colaço,
    Porque se dignou perguntar 《Por quem》? o SIRESPE foi adjudicado à referida holding, eu, que também desconhecia (admito que V. Exa. não sabe, daí o meu aqui “também”) quem teria adjudicado, fui procurar e encontrei, num texto de um ilustre
    ilustre economista da nossa praça, que além de catedrático da unidade curricular Economia é Conselheiro de Estado, de que destaquei a parte que transcrevo a seguir, onde, admito, poderá estar a resposta à sua pergunta:

    {Em contrapartida, Passos Coelho e Assunção Cristas foram cuidadosos nos primeiros dias. Tinham boas razões para isso, além do natural respeito pelos mortos e pelo sofrimento de quem ainda via o incêndio à porta. Quanto à dirigente do CDS, ela teme mais do que tudo que a sua passagem pelo ministério da agricultura, em que promoveu a extensão do eucaliptal, se torne um centro de atenção.
    E ela como Passos Coelho temem ainda que o caso SIRESP seja tóxico para os partidos que criaram o negócio, que foi assinado já depois de o governo PSD-CDS ter perdido as eleições de 2005 e favorecendo um centro de negócios de homens do PSD (a SLN, dona do BPN), ao preço de 485 milhões, que terá sido cinco vezes o devido segundo o PÚBLICO de então, além de se assegurar uma renda de 100% na manutenção, pagando o dobro do devido (e que os governos PS aceitaram). Soube-se agora, também pelo PÚBLICO, que Passos Coelho pôs na gaveta uma redução de 25 milhões, já negociada com o consórcio do SIRESP. E, já agora, o SIRESP não funciona.}

    De todo o modo, meu caro e Ssnhor Francisco Miguel Colaço, tivesse sido quem fosse, de uma coisa eu não duvido: que foi gente dos “do arco”, ou seja, gentalha dos que exerceram a governança e se governaram e aos seus familiares, amigos e correligionários políticos, nos últimos 40 anos em Portugal onde, alternadamente, a sós ou coligados, os partidos ditos “socialista”, “popular e social democrata” e “democrático social e popular”, formaram e apoiaram os (des)governos desta ocidental praia lusitana.
    Não sei a sua idade, mas como eu nasci em 1944, posso citar alguns nomes que guardo na minha já cansada memória, todos, para mim, de má memória: pinheiro de azevedo que foi o 1° “democrata da treta” (dt) apoiado pelos dt dos do referido e famihrrado arco, quebrado, finalmente e felizmente (para mim, claro, que sou 《o cão de fila da guarda pretoriana da geringonça de seu nome anticapitalista…》, pelo que V. Exa. não se deve admirar do meu felizmente aqui) q
    em Outubro de 2015 pela iniciativa de um velho operário metalúrgico, e de que resultaria a tão fundada, quanto necessária, esperança da maior parte do Zépovinho LUSO, espeesperança essa quase totalmente arrasada, ou perdida, durante o pequeno e trágico “reinado” dessa seita matilhada e alcateada que girou sob a sinistra sigla de passos&portas&gaspar&relvas&macedos&crato&cavaco&cia, e que viria a travestir-se de uma outra sigla ainda mais sinistra – a PàF -, de que resultou a maior epidemia de depressão e azia em todos e todas os lusos pafistas pafiosos salazarentos, a maior parte dos quais ainda se não recompuseram, e já decorreram quase 21 meses, como se pode facilmente concluir pelos artigos e comentários aqui publicados no Insurgente e de que os “gosto” são cabal indicador. Mas, meu caro Senhor Francisco Miguel Colaço, pelo meio, ou no intervalo destes dois marcos extremos, passaram nomes de travestis (por venderem gato por lebre ao pobre Zépovinho, designadamente nas campanhas eleitorais) como Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão, Diogo Freitas do Amaral, mário soares, António Guterres, durão barroso, Santana Lopes, josé sócrates e mais uns quantos defensores incorrigíveis do capitalismo enquanto sistema económico-social dominante mas que apregoavam, apregoam e apregoarão sempre valores/ideais tão nobres como a LIBERDADE, a SOCIAL DEMOCRACIA e o SOCIALISMO.
    Bom resto de domingo, do
    aci

  11. JP-A

    Para memória futura:

    Costa e o Medina já estão há muito a ser cozinhados como o par Putin/Medvedev, só que ninguém sabe.

  12. JP-A,

    Há uma diferença entre Putin/Medvedev e Costa/Medina: uns herdaram o inferno e estão devagarinho a fazer o caminho para o céu, e os outros herdaram o céu e estão a fazer o caminho para o inferno.

    Mal por mal, prefiro estar a um passo d inferno, mas a caminho do céu, que a um passo do paraíso, a ir para o inferno.

    Diga-se o que disser, a Rússia de 2017 é muito melhor que a Rússia de 1998. Ao que me dizem, por Portugal estivemos de mão estendida por causa de um governo onde o poucochinho esteve, estivemos a sair da crise à conta de Passos Coelho e alegremente vamos outra vez ao inferno da dívida.

    E isso lembra-me de uma ANEDOTA SOVIÉTICA:

    P: De que nacionalidade eram Adão e Eva?
    R: É simples, eram soviéticos: tinham apenas uma maçã para comer, uma folha de parreira para vestir e bem convencidos de que estavam no paraíso.

  13. Anticapitalista

    Ó sr. Colaço,
    Afinal o “por quem” não é para VC muito importante, ao contrário do que julguei que fosse e por isso tentei dar elementos concretos para a resposta que procurou. Procurei fazer pedagogia e deitei aqui algumas pérolas, que angariei em escrito alheio e com assinatura de quem, para lá de meu concidadão luso, tem obrigações de cidadania acrescidas porque escolheu ser funcionário público, e eu não.
    Mas eu entendo-o agora depois do “colossal” desvio que fez à informação que transcrevi e lhe julgava útil mas que, pela canalha envolvida que para você não devem ser assim tanto autores de canalhices aqui no planeta Terra, antes pelo contrário. E, creia, fiquei com pena de si depois de ler a sua evacuação seguinte. Simplesmente maravilhosa a sua prosa. E didática também, quanto pedagógica. E como diz o POVO : “Pelo andar da carruagem….”. Ou então: Diz-me com quem andas dir-te-ei quem és”, porque, aqui no Insurgente, onde, ao que me parece, a maior parte dos utentes e consumidores “não pafistas pafiosos salazarentos” que por aqui andavam no início, já teriam desistido (muito provavelmente por terem concluído que, como o meu velhote me explicava quando eu era criança e às vezes teimoso,《Ensaboar a cabeça a burros pretos é perder tempo e gastar dinheiro, porque aquilo não é sujidade!》e agora restam APENAS as pessoas mais “ligt” que constituem como que a autêntica “NATA” deste espaço.
    Mas, por último – o meu tempo vai sobrando, pois a praia e o tenis o vão optimizando, mas a paciência está cada vez mais frágil dando razão ao meu saudoso velhote naquela coisa do “ensaboar” -, permita-me v. exa. um desabafo que também não é da minha autoria, na medida em que a tanto me não chega o engenho e a arte, mas que, porque “mete” inferno e diabo (temáticas estas em que – é suposto por mim, agora, depois de ler suas iluminadas evacuações – o sr. parece ser muito pródigo), talvez lhe possam interessar, ou, pelo menos, fica a saber o que corre aí por esse mundo virtual das redes sociais:

    {Esta foi a semana em que o diabo veio (finalmente), estava combinado aparecer em Setembro ali para os lados do ministério das Finanças, mas acabou por aparecer em Pedrógão Grande, uma localidade que em poucas horas se transformou numa imagem do inferno. O pessoal do PSD que estava instalado a tempo inteiro no terreiro do Paço, esperando pela queda de Centeno percebeu rapidamente a nova oportunidade, mudou-se de armas e bagagem para a Administração Interna.
    Passos Coelho bem começou a encenação do político que não se aproveita da desgraça alheia, algo que já tinha feito com a crise financeira e com o Caso marquês. Mas a ansiedade dos seus deputados é tanta que desta vez o próprio Passos foi ultrapassado, propôs uma comissão técnica para avaliar os acontecimentos, mas o seu grupo parlamentar forçou um debate parlamentar sem quaisquer relatórios técnicos, só para aproveitar os acontecimentos.
    Ninguém reparou, mas há uma figura grada do mundo autárquico do PSD que está a viver o seu próprio inferno, acompanhado de mais alguns companheiros. Hermínio Loureiro, homem forte de Oliveira de Azeméis e uma ponte entre o PSD e o mundo da bola está passando o fim de semana nas instalações hoteleiras da PJ.}

    Felizmente ainda há Sol!….

  14. Anticapitalista Incorrigível

    Hummmm….
    Agora o que interessa é “primeiro e último nome” !?!?!?!…. ó fmc.
    Compreendi-te!!!!………..
    …. ó Evaristo, tens cá disto?…….
    E se eu não tiver último nome, porque os meus pais me deram um nome e depois só apelidos, também serve, ó “Evaristo”???
    Mas, sr fmc, se isso agora é o que mais lhe interessa, e já não a resposta ao seu “por quem”, eu posso responder com as solicitadas duas palavras. Aqui vai: NUNO MIGUEL.
    Logo por azar também puseram a você Miguel. Enfim, mas como diz o nosso Povo, lá do alto da sua sabedoria: “não há regra sem excepção, nem há bela sem senão”.
    E se com isso vc pretende, pidescamente, saber mais, posso adiantar-lhe: ando de barba por fazer – como o Karl, o Jesus e outros meus correligionários ideológico que detestamos o capitalismo enquanto sistema económico-social dominante e, se necessário, damos até a própria vida para pôr termo a um longo que já conta mais de 400 anos,
    {em que o capitalismo invadiu, ocupou, desrespeito, abusou, explorou, roubou, prendeu, escravizou, deportou, matou, dizimou, fez duas guerras mundiais e mais umas quantas regionais onde morreram milhões de inocentes, provocou duas crises económicas em que, só na de 1929 morreram, de fome e foram empurrados para a miséria, milhares de milhões de seres humanos desprotegidos [mas, em que foi possível, três anos depois, graças às novas teorias económicas trazidas pelo burguezote britânico John Maynard Keynes, sobreviver e retomar a exploração desenfreada dos proletários (aqueles que, na teoria marxista, apenas têm de seu, a sua força de trabalho)], e não só, pois, como é do conhecimento geral, mais recentemente, com a chamada globalização, já também os pequeno-burgueses de fachada socialista, social-democrata e democratas cristãos, entraram no comboio da miséria, comboio este onde as carruagens não param de aumentar em número, a caminho da sobrevivência, da miséria, da fome e da morte, ao ponto de hoje, 1% da população terrena deter tanta riqueza (conseguida pelo trabalho, quantas vezes escravo) quanta a detida pelos outros 99%, ou as 7 famílias mais poderosas do planete já controlarem 50% de toda a riqueza terrena, enquanto, e paralelamente, já morem, em média, por cada minuto que passa, cerca de 17 (dezassete) crianças com fome e ou subnutridas, situação esta que começou a surgir à tona, qual icebergue de dimensões nunca vistas, com o deflagrar da última crise em 2007/2008 e que, quase 10 (dez) anos depois, sem novas e adequadas teorias económicas, parece não ter fim à vista. Será então pertinente perguntarmo-nos: por onde andarão os ECONOMISTAS do calibre de (só para dar alguns exemplos lusos e que encontrei numa busca que fiz agora e para este efeito, no Google, com a frase “economistas portugueses”) um tal inculto e prepotente aníbal cavaco silva; um tal pedante e vivente que gira pela sigla de pedro passos coelho; um Francisco Louçã (classificado como mais um da “esquerda caviar”); um aldrabão e sem vergonha nem sentimentos que teima em continuar à frente do BP sabendo que a sua recondução foi fraudulenta e não contaria nunca com a confiança de um governo que não fosse integrado pelos criminosos dos “do arco” que nos (a nós, Zépovinho luso que eu adoro) vilipendiaram durante mais de 40 anos – um tal carlos costa; um tal pedante quanto mentecapto e sem escrúpulos nem vergonha e de mentalidade provinciana a quem um dia, o referido vidente, tornou “anjo”, agora a mamar do FMI um chorudo quanto pornográfico ordenado – que gira sob a sigla de vitor gaspar; um Vitor Constâncio, ilustre socialista de boca enfileirado nas trincheiras da agremiação sediada ali ao Largo do Rato em Lisboa, que fez o que fez enquanto não foi para o BCE, e a recompensa foi, também, ir ganhar ordenados pornográficos; um tal ricardo salgado que está a contas com a justiço por obras e feitos valorosos que o vão libertar da lei da morte e cujo passado negro, o genro (mais um democrata de boca, e de escrita, pois além de ter curso de Direito é jornalista – há por aí muito boa gente que os designa de jornaleiros), tenta branquear; um tal josé maria ricciardi, de quem o ricardo salgado melhor vai poder caracterizar quando for chegada a hora de “pôr a boca no trombone”; Manuela Ferreira Leite, ilustre amiga e eloquente correligionária de um escriba da côrte que, enquanto historiador luso – há já quem diga: “porventura o maior da sua época – e proprietário da maior biblioteca privada em Portugal, localizada ali para os lados do Ribatejo – terra onde todos os bois têm nome e pelos seus nomes são chamados, e onde se pegam “toiros à unha, se adoram as mulheres e se canta o fado, onde me orgulho ter nascido, criado e educado –, mais concretamente ma Marmeleira, escriba/historiador/comentador/político/candidato a muitos lugares/ambicioso pelo poder/ect., mas que até o vidente de Massamá o derrotou na seita que tem sede ali para os lados da São Caetano; uma tal maria luís de albuquerque que, pela fraca, quanto negativa, contraditória, incompetente, pedante e eivada de prosápia de espertalhota intervenção política mas, porque, promissora ainda, eu me dispenso de caracterizar aqui; um tal eduardo catroga (sempre tão esquecido pelos pafistas pafiosos salazarento quando se aborda o memorando da troika que também teve a assinatura do luso “filósofo sócrates”), o tal vaidoso(zeco) dos pentelhos e que também me dispenso de caracterizar aqui; um tal manuel pinho, agora também, finalmente, a contas com a justiça (mais um dos da seita “do arco”), e que, enquanto deputado eleito nas listas o partido dito socialista, achava que encornava os comunas por entregar, em cheque, alguns poucos quanto envenenados apoios aos pobres Alentejanos espoliados da Gloriosa Reforma Agrária, que Abril permitira, pela manápula de um tal barreto, “ilustre” sociólogo da treta da nossa praça mas que não passa de um reacionário(zeco) que também militou nas fileiras o partido dito socialista; Vitor Bento, um Alentejano que renegou as origens e se adaptou facilmente ao “céu capitalista”, ainda que padecesse de alguma proletarização; um António Bagão Félix, incorrigível apoiante da democracia cristã, porque defensor das doutrinas sociais da igreja (a icar, admito), que se afirmou na lusa praça política e deixou, talvez para sempre, o seu nome ligado à primeira e grande investida do capitalismo selvagem contra a LEI do Trabalho consignada e inspirada na CR promulgada em 1976, “pecados” esses que o ilustre Economista já teria confessado e se declarado arrependido, rezado umas avé marias e uns pai nossos, colocado uma esmola (em notas, por certo) na caixinha respectiva e, na missa seguinte, teria engolido a sagrada hóstia (sem mastigar, claro), conseguindo, desse modo e no conjunto das quatro operações eclesiásticas, que o padre, ou a algum graduado da referida icar, lhe colocasse, mais uma vez, o “contador dos pecados” a zeros (e digo algum graduado da icar, talvez um bispo ou até cardeal, pois ele, o ilustre Economista Bagão, não deixará nunca de ser uma pessoa importante, mais que não fora pelos valorosos favores/contributos que deu ao capitalismo, sistema este, então, ainda a tremer por todos os lados e desde que, em Março de 1975, o miserável (de espírito, claro) do fascista do spínola tentou um golpe militar que parasse a Revolução Popular Lusa em marcha, mas que, derrotado pelo Zépovinho Luso, nas ruas, o coitado teve que daqui cavar, não a sete pés, mas antes de helicóptero e a toda a velocidade, para o estrangeiro, enquanto, como consequência do golpe falhado, a BANCA e os SEGUROS eram nacionalizados; um Senhor Ricardo Reis (?); Fernando Teixeira dos Santos, famoso por ter levado o coitado do zézito a ajoelhar-se e a ter que anunciar a intervenção da troika; um Carlos Carvalhas, um tal perigoso comuna que, imagine-se, teve o desplante e a pouca vergonha de dizer e escrever, em 1997, durante uma Interpelação do PCP sobre
    a Moeda Única, na AR, que: «A moeda única é um projecto ao serviço de um directório de grandes potências e de consolidação do poder das grandes transnacionais, na
    guerra com as economias americanas e asiáticas, por uma nova divisão
    internacional do trabalho e pela partilha dos mercados mundiais.
    A moeda única é um projecto político que conduzirá a choques e a
    pressões a favor da construção de uma Europa federal, ao congelamento
    de salários, à liquidação de direitos, ao desmantelamento da segurança
    social e à desresponsabilização crescente das funções sociais do
    Estado.»
    É preciso ter lata, ó fmc, não acha???? É que este comuna do Carvalhas, fez lembrar-me agora a minha querida e saudosa Natália Correia, a quem, em noites de poesia profunda, em alguns intervalos de amena cavaqueira e boémia, cheguei a escutar-lhe, de viva voz, “atoardas” como estas:
    «A nossa entrada na CEE vai provocar gravíssimos retrocessos no país, a Europa não é solidária com ninguém, explorar-nos-á miseravelmente como grande agiota que nunca deixou de ser. A sua vocação é ser colonialista. A sua influência dos retornados na sociedade portuguesa não vai sentir-se apenas agora, embora seja imensa. Vai dar-se sobretudo quando os seus filhos, hoje crianças, crescerem e tomarem o poder. Essa será uma geração bem preparada e determinada, sobretudo muito realista devido ao trauma da descolonização, que não compreendeu nem aceitou, nem esqueceu. Os genes de África estão nela para sempre, dando-lhe visões do país diferentes das nossas. Mais largas mas menos profundas. Isso levará, aos que desempenharem cargos de responsabilidade, a cair na tentação de querer modificar-nos, por pulsões inconscientes de, sei lá, talvez vingança!
    Portugal vai entrar num tempo de subcultura, de retrocesso cultural, como toda a Europa, todo o Ocidente.
    Mais de oitenta por cento do que fazemos não serve para nada. E ainda querem que trabalhemos mais. Para quê? Além disso, a produtividade hoje não depende já do esforço humano, mas da sofisticação tecnológica. Os neoliberais vão tentar destruir os sistemas sociais existentes, sobretudo os dirigidos aos idosos. Só me espanta que perante esta realidade ainda haja pessoas a pôr gente neste desgraçado mundo e votos neste reaccionário centrão.
    Há a cultura, a fé, o amor, a solidariedade. Que será, porém, de Portugal quando deixar de ter dirigentes que acreditem nestes valores? As primeiras décadas do próximo milénio serão terríveis. Miséria, fome, corrupção, desemprego, violência, abater-se-ão aqui por muito tempo. A Comunidade Europeia vai ser um logro. O Serviço Nacional de Saúde, a maior conquista do 25 de Abril, o Estado Social e a independência nacional, sofrerão gravíssimas rupturas. Abandonados, os idosos vão definhar, morrer, por falta de assistência e de comida. Espoliada, a classe média declinará, só haverá muito ricos e muito pobres. A indiferença que se observa ante, por exemplo, o desmoronar das cidades e o incêndio das florestas, é uma antecipação disso, e de outras derrocadas a vir.»
    “E esta, hein?”, lembrando o meu saudoso tio e mestre Fernando Peça (ai que saudades eu tenho de poder ler, escutar e ou ver, notícias dadas por JORNALISTAS!… ó sr fmc.; um tal Rui Rio (agora a fermentar ainda para novos voos mais altos, mas que já deu cabais provas do seu estofo de “brilhante economista” dos da família política do sr silva, de um tal mira amara, de um…, etc….), só para referir os vivos, em que a escolha de minúsculas ou maiúsculas é da minha responsabilidade e está relacionada com a consideração pessoal que me merecem, pois também tenho uma licenciatura em Economia, assim como o ponto de interrogação significa que desconheço a pessoa). Onde andam, andaram ou têm estado estas sumidades na matéria, que não conseguem imitar o citado burguezote do Keynes???
    Claro que não são só as lusas sumidades (referidas e não referidas) que manifestam total impotência/capacidade intelectual para imitar o referido colega (deles, porque eu, se estes são Economistas, não passarei de um humilde e idoso licenciado em economia, e porque, enquanto filho de proletário, tive que trabalhar de dia e estudar à noite, sempre em escolas públicas com excepção do secundário em que fiz os três ciclos em colégio privado, compreendo que “escolas baratas e cursos nocturnos” nunca podem dar grandes intelectuais, designadamente nas pessoas que, como eu, nasceram com um QI mediano, herdado, em consequência) britânico que, em 1929 enunciou as tais novas teorias económicas que, em menos de 3 (três) anos, iniciaram a salvação do hediondo sistema capitalista, adiando-lhe a morte fatal. Efectivamente o sistema continua em crise, mais parecendo um paciente moribundo, aqui e ali com alguns pequenos espasmos, de que são exemplos os recentes 2% em média do crescimento verificado em algumas economias capitalistas.
    Mas voltando a mais dados sobre o anticapitalista incorrigível que por aqui anda, tal como ovelha negra, num rebanho composto, praticamente, só por gente intelectual, moral e eticamente iluminada, acrescentarei ainda que sou proprietário de um S320 da Mercedes Benz; jogo ténis com raquetes da Adidas e bolas Wilson; calço sapatilhas da Benetton, meias brancas em puro algodão, só visto roupas de algodão, seda e linho, por ser alérgico à fibra, nunca entrei (ainda) no LIDL, nem em lojas chinesas, agora estou aqui uns dias no Guincho a fazer praia com uma amiga tailandesa, em retribuição a uma visita que lhe fiz no início deste ano de 2017 e em que fui recebido com rosas oferecidas por um jovem policial e cumpri um modesto roteiro que levei para conhecer Bangcoc. E porque o tempo hoje não ajudou para estar na praia, enquanto a minha amiga dormia – felizmente ela está a chegar à noite sempre muito cansada e ávida por repor energias, embora ainda esteja na casa dos 40 – eu (porque sou assim tipo Marcelo, o catavento do vidente, e 4 ou 5 horas de sono profundo chegam-me para me recompor, admito que, com enorme probabilidade, porque vivo descontraído, de consciência tranquila, bem acompanhado e, em consequência, FELIZ), decidi aproveitar esta manhã a responder aos seus anseios, ó sr fmc, não apenas com as tais duas palavras que pediu, mas com tudo isto, para que conste também, e as gerações futuras possa ler e saber que, por este pequeno jardim á beira-mar plantado, os antifascistas e anticapitalistas ainda por aqui andavam a desmascarar os pafistas pafiosos salazarentos, em pleno ano de 2017, e dar-lhe mais algumas dicas para ajudar na minha identificação pessoal. E lamento agora estar muitíssimo bem acompanhado por uma mulher – “coisa” que, para mim, depois do astro Sol, é a melhor em todo o planeta Terra, sendo esta a 28ª que tem o elevado privilégio de viver comigo, também na intimidade – porque, de outro modo, eu deixava aqui um dos muitos contactos que tenho, para podermos encontrar-nos pessoalmente e o sr fmc, se quisesse, poder escolher a hora, o local e a arma para um qualquer duelo a dois. Mas, ó sr fmc, compreenderá, estou certo, que você nem, sequer, tem nível ou é digno que eu perca mais um minuto que seja a ensaboa-lhe a cabeça, pelo que agora fico por aqui, o almoço no Porto de Santa Maria está agendado para daqui por uma hora, eu adoro “uma dourada ao sal” com alvarinho branco fresquinho, e aqui neste restaurante comer este prato e desfrutar a vista do Atlântico, não será o seu céu, nem o seu paraíso, mas que é quase divino, não tenha dúvidas. E escrevi quase divino porque a minha amiga, com o seu esplendor de fêmea pura, está bem mais próxima de atingir essa minha hierarquização das coisas que mais gosto.
    Entretanto chegou aqui ao meu iphone uma mensagem de um amigo que, além de ser curta e, por conseguinte, ler-se depressa, trás um nome e um apedido (o sr fmc aprece gostar só de duas palavras, então talvez vá gostar de ler, porque trata-se de mais um Miguel da família do pafistas pafiosos salazarento. Mais um, está a ver ó sr fmc!?!?!… “isto é que vai uma crise” parafraseando o saudoso Camilo de Oliveira e a minha querida e saudosa Ivone Silva, e que pode ser revisto no link: http://videos.sapo.pt/oMiCsHDeJfTpLkZ0MV3H) que está a fazer notícia, mesmo com os incêndios recentes ainda a ser o tema predilecto dos pafistas pafioso salazarentos. “Reza assim, o texto:
    {O Ministério Público está a investigar um negócio de 1,4 milhões de euros entre um ex-diretor-geral da Energia, Miguel Barreto, e a EDP. Tudo começou com uma denúncia feita pelo ex-secretário de Estado da Energia do Governo de Passos Coelho Henrique Gomes e pelo seu ex-chefe de gabinete, Tiago Andrade e Sousa. Está em causa o facto de Miguel Barreto ter concedido uma licença ilimitada à EDP para explorar a Central de Sines e, três anos depois, ter vendido uma participação social numa empresa sua à EDP por 1,4 milhões de euros. Tanto a EDP como Miguel Barreto negam qualquer ilegalidade.}

    Dá tempo ao tempo,
    ri enquanto tens vontade,
    talvez um dia a saudade,
    não te deixe rir assim! …..

    ó sr. fmc, não se trate não, depois diga que o não avisaram.

    E chega por hoje. E para vc, sr fmc, chegará para sempre!!!!!

  15. Anticapitalista,

    Ainda bem que chega para sempre. Não concebo que quem defende regimes que enchem prisões e valas comuns me julgue por eu ser libertário.

    Concordamos numa coisa: cada vez que um comunista julga sumariamente e mata outro comunista, não faz mais do que lhe manda a natureza.

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