É que nem a brincar

Esta semana Portugal foi um Estado falhado. É muito importante agora, no rescaldo dos incêndios, na contagem dos mortos, na busca dos desaparecidos e tratamento dos feridos, que não se minta. Que nada se omita.

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10 thoughts on “É que nem a brincar

  1. Se não for na mentira, como quer que estes canalhas sobrevivam?
    Infelizmente, grande parte da população prefere ouvir mentiras face à realidade.
    Somos o que somos…

  2. JMS

    André,

    Veja a entrevista que a MAI está a dar à RTP3 neste preciso momento para entender o que lhe disse acima.

    E também a entrevista que o alegado PM que temos deu à TVI esta semana.

    Melhor mesmo é esperar deitado… ☺

  3. André Miguel

    Se aceitarmos que depois desta semana tudo continue na mesma, aí sim seremos um Estado falhado. Esta semana fomos apenas um país de 3° mundo.

  4. JP-A

    Excelente texto sobre o que aconteceu:

    http://24.sapo.pt/opiniao/artigos/temos-de-sair-todos-e-ja-o-relato-de-quem-tinha-o-fogo-a-100-metros-da-porta-atravessou-a-n236-e-se-salvou

    Provavelmente um dos mais elucidativos sobre as horas que passaram e sobre a necessidade de manter limpas as estradas para permitir a fuga, que naquele local, como em muitos outros, não passam de armazéns de combustível na margem da estrada, provavelmente mais do que ilegais. Pode ser que da próxima matança se lembrem dos acessos como se lembram das comunicações, se der jeito.

  5. O OMO sujo a querer convencer-nos que anda a lavar branco. Até a velha lavadeira dos tanques de Belém vai cantarolando a peta enquanto enrola a manta.

  6. Manuel Vilhena

    Se nem um inquérito independente querem… o que acha que vai acontecer?! Dão-se alvíssaras a quem adivinhar…

  7. Se os familiares das vitimas pusessem o Estado em Tribunal, a exigir indemnizações pela falta de organização e pela ordem errada de encaminhar as pessoas para a estrada da morte, isto piava mais fino. Mas infelizmente, como sabemos, os tribunais em Portugal não servem para por o Estado no banco dos réus, nem as famílias terão meios para o fazer.

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