Trump rejeita Paris

Um post ao nível do que se tem escrito e dito na generalidade da comunicação social sobre o tema.

(ideia e foto via RAF)

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4 thoughts on “Trump rejeita Paris

  1. JP-A

    Há cerca de 48 horas liguei a TV. Estavam a noticiar a bomba atómica que ia cair e todos esperavam pelo anúncio. Nem podiam esperar! Quanto o Presidente apareceu para fazer a declaração oficial, mal tinha começado e foi logo substituído pelos diversos jornalistas-explicadores oficiais que vieram falar por cima do discurso, mantendo da figura só a imagem. Noutro canal a mesma coisa. E ali se mantiveram, a explicar algo que não sabiam exatamente como seria e cujo anúnio decorria. Tanto lhes faz que seja uma renegociação como um “rasgar” vindo de uma lado inadamissível ou que o cumprimento do acordo não seja necessariamente vinculativo e possa ser só para inglês ver como já aconteceu no passado, porque é tudo igual. Isto e as análises-comentário sobre os custos da NATO e da ONU diz muito sobre o modo como funciona o nosso país, só que com o jornalismo é mais grave porque praticamente já está tudo pré-cozinhado para o palco do espetáculo. Imagine-se como não seria se Trump tivesse tido só 30% dos votos a la Costa e fosse presidente da terra tendo perdido as eleições!

  2. mariofig

    Ter ouvido Raquel Varela, assumidamente de esquerda (e das poucas que respeito pela clareza do pensamento) ontem no Último Apaga a Luz vir lembrar claro e em bom som que ainda há uns dois anos os mesmos que rasgam hoje as vestes pelo acto de Trump, eram os que criticavam a linguagem dupla e vaga dos Acordos de Paris, bem como o grande Negócio Verde que se está a criar à volta do tal problema Ambiental, foi uma lufada de ar fresco. Até disse a certo ponto que uma coisa é um consenso cientifico que existe, outra bem diferente é prova cientifica que não existe. E que preferia que as pessoas deixassem de dizer que existe prova.

    Parabéns Raquel! Das poucas vozes de esquerda que vale a pena ouvir.

    Tudo é pretexto para culpar Trump de tudo e alguma coisa. Os nossos comentadores e analistas, então, são grandes entusiastas da narrativa simplista e da verborreia infantil e populista que no entanto dizem estar é do lado de Trump. No mesmo programa se ouviu da boca de Joaquim Vieira que estava agradado com o facto dos Estados Unidos estarem isolados no mundo. Felizmente, para fazer acordar a pobre criancinha sonhadora, lá estava Rodrigo Moita de Deus para lhe lembrar que com duas frotas no Pacífico, uma no Atlântico, outra no Mediterrâneo e com uma a maior balança comercial deficitária do mundo, os EUA estavam longe de estar sozinhos no mundo. Na verdade, acrescento eu, o mundo é que anda bem coladinho aos EUA.

    Vamos lá então seguir o bom exemplo de Raquel Varela e lembrar os Acordos de Paris como eles foram descritos aquando da sua assinatura, incluindo os grandes negócios de milhões em subsídios entregues a bancos e distribuídos via empréstimo a empresas produtoras como a McDonalds, Starbucks Ou Monstanto, entre muitas outras. Tudo pago com os dinheiros dos contribuintes em taxas, taxinhas e impostos, que pelo mundo fora, não são quem tem fábricas ou quem poluem em massa.

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