Costumes liberais e fait-divers IV

Barbas sim, mas sem design

Barbudos, não caiam na blasfémia.

(…) During the council meeting, a local leader of an Islamic political party, the Jamiat Ulema-e-Islam (F) objected to the growing practice of cutting beards in different shapes and designs by local barber shops. JUI-F leader Molvi Muhammad Amin claimed that the practice of cutting beards in new designs and shapes was against Islamic Sharia (Law) and an act of Blasphemy which needs to be stopped.

Taking note of the objection raised by Amin, Chairman of the Council Amir Iqbal issued orders barring hair dresses from trimming beards into different styles. He urged officials to make sure that the hairdressers are in compliance with the new ruling by Monday. (…)

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5 thoughts on “Costumes liberais e fait-divers IV

  1. mariofig

    Parece-me bem. Afinal é a tal religião que hoje está na moda. Depois, também sabemos que apropriação cultural é apenas coisa de brancos privilegiados. Há que manter o estilo próprio e obedecer aos preceitos da religião da paz e do amor.

  2. maria

    A prática e usos de tatuagens e certos cortes de cabelo e barbas são significados de atrazo.
    Com este tipo de cientistas o mundo regredia

  3. Expatriado

    Quem aterra na Portela questiona-se se não chegou a Teerão. Tal a quantidade de barbudos em todo o lado e nas TVs….

    Meio caminho andado para se porem de cu para o ar cinco vezes por dia a bater com a armação no chão.

  4. André Miguel

    Expatriado, de cu para o ar ja andamos ha 40 anos. Ja levámos 3 bem dadas e prepara-se a quarta. Bater com a armação no chão nunca la chegaremos, nós é mais de joelhos.

  5. AB

    Isto é como os cortes de cabelo autorizados da Coreia do Norte.
    As ditaduras começam sempre bem, com grandes desígnios, e acabam todas a definir o comprimento máximo do pêlo do sovaco.
    O que é de certo modo preocupante, porque revela a agressividade actual do Islão, é que só agora, passados uns séculos, tenham notado que as barbas não estavam bem. Entre outras coisas.
    A imagem do artigo não tem nada a ver com as barbas bastante estilizadas dos príncipes sauditas, pelo que não tardará muito a serem apodados de blasfemos.
    Nenhum poder se saíu bem ao dar liberdade e recursos a fanáticos para os apaziguar. Quanto mais se lhes permite, maior é a sua esfera de acção. É tão simples, e tão triste que os nossos queridos políticos nem isso vejam.

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