Salman Abedi

Salman Abedi named as the Manchester suicide bomber – what we know about him

The suicide bomber who killed 22 people and injured dozens more at the Manchester Arena has been named as 22-year-old Salman Abedi, according to US officials.

Born in Manchester in 1994, the second youngest of four children his parents were Libyan refugees who came to the UK to escape the Gaddafi regime.

His mother, Samia Tabbal, 50, and father, Ramadan Abedi, a security officer, were both born in Libya but appear to have emigrated to London before moving to the Fallowfield area of south Manchester where they have lived for at least ten years.

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14 thoughts on “Salman Abedi

  1. Como o presidente da câmara de Londres já disse, o terrorismo é o preço a pagar por se viver numa grande cidade. Para aqueles que acreditam nestas baboseiras ( classe politica que tem os filhos bem protegidos e acham que todas as religiões/culturas são iguais), com medo que lhes chamem racistas ou islamofobicos, o problema não é o islão e como tal já têm o discurso do politicamente correcto pronto, esquecendo que a sua obrigação é manter a segurança dos povos que governam. Enquanto o islão e os muçulmanos não forem confrontados, envergonhados ou coagidos a viverem no seculo XXI respeitando quem não partilha a sua fé, o terrorismo islâmico veio para ficar e para nos massacrar. Mais umas vigílias, umas flores e umas canções por uns artistas catitas e tudo na mesma. O próximo atentado segue dentro de momentos, enquanto alguns políticos se afadigam a visitar mesquitas descalços e de cócoras e nos convencem que o islão é paz.

  2. lucklucky

    Os jornalistas europeus dedicaram os últimos 40-50 anos a promover o terrorismo, primeiro marxista e depois o islâmico agora têm-no dentro de portas.

  3. André Miguel

    Mais um profeta da paz vitima do malvado ocidente que o acolheu. Isto não vai acabar bem.

  4. Deportar toda a familia, todas as gerações, primos incluidos, se tiverem nacionalidade europeia retira-se.

    Deportar para onde? A Austrália tem uma ilha só para essa gente.

  5. mariofig

    “Mais umas vigílias, umas flores e umas canções por uns artistas catitas e tudo na mesma.”

    E não esquecer as declarações conjuntas de “não nos rendemos ao terrorismo” e “nem todos os muçulmanos são iguais e os meus melhores amigos são muçulmanos”. Nós vivemos realmente tempos estranhos. Uma distopia que não lembrava aos melhores autores do género. Aldous Huxley ficaria invejoso.

    Se a linha evolutiva de uma sociedade é realmente sinusoidal, nós só podemos estar na crista e a iniciar o percurso descendente. Temos vindo a permitir que certos valores tidos como fundamentais (e correctamente!) na nossa sociedade, assumam no entanto a super dimensão de dogma canónico e irrefutável, próprio apenas de um fanatismo sociológico. Já não existe a ideia que os bons princípios de uma sociedade são apenas aqueles que se adaptam e moldam à sua realidade. Que encolham ou estiquem o seu alcance consoante os estímulos internos e externos.

    A luta contra o terrorismo é tão desigual que não tem paralelo na nossa história. Tratasse de tentar combater guerrilha urbana com meios e tácticas convencionais. O esforço de investigação e detenção das polícias nacionais e internacionais não pode nunca sozinha deter actos criminosos desenvolvidos sob subterfúgio. É assim no terrorismo, como na droga ou qualquer outra forma de crime organizado. Travam alguns, não podem travar todos, e garantidamente à medida que o processo vai escalando, não travaram nem sequer a sua maioria. E corremos ainda o risco dos sistemas de organização que financiam ou promovem o terrorismo se infiltrem nos nossos sistema de poder, tal como a máfia se infiltrou nas instituições governamentais de vários países onde operou ou opera.

    Ora, nos temos todos os mecanismos para ajudar a travar o terrorismo. Novas e temporárias leis de imigração que a ser implementadas poderiam ter um imenso impacto. Certamente que, dada a gravidade da situação, estas leis seriam punitivas para um sector da sociedade muçulmana inocente. Mas vivemos em sociedades onde existem muitos outros exemplos de leis semelhante que infligem sobre alguns inocentes em nome do bem estar comum. As nossas sociedades não são sistemas utópicos de democracia. E ainda bem que assim é. E portanto não precisam de tratar o problema do terrorismo como se o fossem. A isto só se pode chamar hipocrisia.

  6. «Tratasse de tentar combater guerrilha urbana com meios e tácticas convencionais.»

    Deixem os terroristas tratar dos terroristas. Porque é que ainda estamos para ouvir falar do atentado de Dublin? Os maometanos na Irlanda não metem as patas.

  7. «Novas e temporárias leis de imigração que a ser implementadas poderiam ter um imenso impacto.»

    Nã! Esta lei bastaria:

    Nenhum cidadão extra-comunitário pode receber em numerário ou espécie, directa ou indirectamente, qualquer apoio social ou transferência do Estado a título de subsídio ou apoio.

    Limpem a bancada da cozinha e as baratas desaparecem.

  8. A cobardia hipócrita to “pulhiticamente correcto” é de tal ordem que nenhum dos governos ocidentais se atreve a declarar o óbvio : estamos em guerra.
    Nesse aspecto , os Russos não se cortam : a Rússia está em estado de guerra com o terrorismo – e age em conformidade .
    Terror combate-se com terror de potência (muito) mais elevada.

  9. The Manchester-born singer Morrissey has hit out at politicians for their reaction to the bombing in his hometown that has killed 22 people and hospitalised 59 more.
    “In modern Britain everyone seems petrified to officially say what we all say in private,” the singer wrote on his Facebook page. “Politicians tell us they are unafraid, but they are never the victims. How easy to be unafraid when one is protected from the line of fire. The people have no such protections.

    Criticising the prime minister, he claimed that “her own life is lived in a bullet-proof bubble, and she evidently does not need to identify any young people today in Manchester morgues”.

    The musician added: “Also, ‘will not break us’ means that the tragedy will not break her, or her policies on immigration. The young people of Manchester are already broken – thanks all the same, Theresa.”

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