O Insurgente

Rui Moreira, PS. PS, Rui Moreira.

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Estão apresentados.

Desde o fatídico dia em que Rui Moreira se convenceu que tem o Porto na mão e que, por isso, não precisa do PS para ganhar eleições, que não pára a avalanche de notícias sobre a gestão camarária dos últimos anos. O autarca modelo de há umas semanas, aprovado pela concelhia do PS por aclamação, de um momento para o outro tem uma série de suspeitas a recair sobre si. O jornal Público (surpresa!!) tem sido o orgão de preferência para as fugas.

Gostava muito de ter pena de Rui Moreira, mas ele é a mesma pessoa que beneficiou, em silêncio, destas tácticas durante 4 anos. É à máquina de propaganda do PS e à sua rede de jornalistas amigos que deve muita da sua popularidade. Em troca, utilizou essa popularidade, em momentos certos, para declarações que favoreceram eleitoralmente o PS. Por isso, lamento, mas não tenho pena nenhuma de Rui Moreira. Tivesse visto o Padrinho com atenção, e saberia no que se estava a meter ao receber os favores que recebeu. No entanto, por caridade cristã, deixo-lhe um conselho: que ceda rapidamente à pressão, beije o anel, e prometa uma coligação pós-eleitoral. Pode ser que a campanha no Porto se torne mais respirável.

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