Nada de sol

Stefan Zweig – Adeus, Europa. Por Lucia Serrano Pereira.

O filme também nos mostra uma Petrópolis luminosa até o fim, e nisto faz contraste com o relato do que foram os últimos tempos do escritor e de sua mulher, que na Casa Stefan Zweig sim, tivemos possibilidade de ouvir e de sentir a densidade, nos relatos ali encontrados. Ao contrário de uma Petrópolis ensolarada os últimos meses foram sombrios, chuva constante, frio e neblina, Lotte em sofrimento persistente com uma tosse ininterrupta, a asma não dando trégua, esses são os relatos das cartas. Sozinhos, a falta de seus livros, que ele sentia muito, a dificuldade da língua, a casa sem recursos, e a sombra da guerra em andamento, ainda havendo o temor constante de que se expandisse e os alcançasse. Nada de sol.

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