3 mulheres polícia Suecas… 1 refugiado… Resultado: humilhação

A realidade impõe-se na Suécia:

Quando ao fim de 2:50 ele pega numa pedra final e a atira contra o vidro do carro sem qualquer oposição, lembro-me dos jogos da juventude e parece-me ouvir “Humilliation”. Patético. No que a Suécia se tornou…

Este vídeo faz-me lembrar da grande diferença entre Bill Maher (esquerdista mas não mangina) e Michael Moore (total mangina) neste vídeo histórico (ver aos 8:43):

Todo o vídeo é muito revelador e se apreciam o género recomendo.

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24 thoughts on “3 mulheres polícia Suecas… 1 refugiado… Resultado: humilhação

  1. A europa foi desarmada física e psicologicamente por uma elite politica progressista que com a ditadura do politicamente correcto efeminizou gerações de europeus que não tem coragem para defender a sua cultura. O que se passa na suécia e restante europa é que as mulheres e os homossexuais vão ter um futuro muito triste às mãos dos invasores islâmicos. Os homens europeus estão anestesiados desde há muito tempo a competir entre si pelo prémio do mais manso e tolerante.

  2. “A europa foi desarmada física e psicologicamente por uma elite politica progressista que com a ditadura do politicamente correcto efeminizou gerações de europeus que não tem coragem para defender a sua cultura.”

    Só tenho a dizer isto:

    Sobretudo a parte do “I feel fine”. Merecem.

  3. mariofig

    Deixe lá Ricardo, o Guna não viu o próprio vídeo que colocou aqui. Se tivesse visto… mostra claramente um individuo a se dirigir de forma agressiva e com palavras de desafio para o policia e com uma faca na mão. O policia fez o que foi treinado para fazer. Não nos podemos dirigir a um agente da autoridade daquela forma. Muito menos em países que taxas elevadas de criminalidade com polícias armados e habituados a lidar com a extrema violência dos criminosos.

    Mas para os efeminados, seja lá o que for que estiverem a ver, se envolver um policia a balear um cidadão é sempre brutalidade policial. Só que temos pena… Só teve o que mereceu e estava a pedir. E para este palhaço não houve nem manifestações, nem vigílias à luz de velas.

  4. Ó Guna, o policia diz: “don’t step any closer, or i’ll shot you”; o gajo não quer saber, continua a aproximar-se, a gesticular de forma agressiva e a insultar o policia. Ele atira. Onde está o problema?!?!

  5. Guna,

    No que se refere ao primeiro link, um video, trata-se de um individuo armado com uma faca que instantes antes esfaqueara gravemente uma pessoa e que, como se vê no video, avança ameaçadoramente para o policia que o intimida por mais de uma vez a não se aproximar e a largar a faca.
    MarioFig e C3LIA em cima contextualizam muito bem a situação.

    No que se refere ao segundo link, trata-se de uma noticia sobre um congresso de um partido alemão da extrema-direita, a AfD, que menciona que houve casos de violência contra congressistas e policias cometidos por … manifestantes que procuravam perturbar e impedir o normal desenrolar do congresso !…
    São portanto manifestantes de extrema-esquerda que agem para impedir a liberdade de reunião de um partido politico legal chegando mesmo ao ponto de agredir fisicamente congressistas e agentes policiais que os protegem.
    A noticia é clara :
    “Some 10,000 protestors took to the streets of Cologne to demonstrate against the AfD’s anti-immigrant and anti-Muslim policies. (…) One police officer was injured when he went to the aid of an AfD delegate who was being beaten by a masked protestor with a wooden stick. A second officer was injured when he was attacked by prostestors with a sharp object.”

  6. mariofig

    Guna, faça um favor a si próprio. Se tem uma opinião própria, diga-a. Use as suas próprias palavras. Não coloque links para noticias com perguntas crípticas que ninguém consegue devidamente explorar pela total ausência de conteúdo.

    O seu estratagema é antigo, conhecido, e muitos de nós aqui somos imunes. É um conjunto de duas falácias. A Falsa Equivalência, ao pretender que dois assuntos são equivalentes quando na realidade não o são, juntamente com Plurium Interrogationum (informalmente conhecida por Falácia das Muitas Perguntas) ao pretender minar o tema inicial com perguntas retóricas que não reúnem qualquer tipo de sentido ou consenso. Lembro-lhe que o uso de perguntas retóricas só é aceite em dialéctica quando a resposta é óbvia e consensual entre as partes opostas. Qualquer outro uso é considerado intelectualmente desonesto. E consequentemente só o diminui a si. Deixe lá esses truques para as caixas de comentário do Público ou Observador. Aqui não funciona.

  7. Mariofig & amigos, como já expliquei: acho que se sentiam em casa na Árabia Saudita.

    É óbvio que os “Insurgentes” fazem do blog aquilo que querem, mas também não deixa de ser um “estrategema antigo” só disseminar problemas causados por refugiados (muçulmanos) e a verborreia que daí decorre.

  8. mariofig

    Nesse caso, porque decide combater a denúncia de problemas causados por refugiados muçulmanos com denúncias de aparente brutalidade policial? Mesmo que pudéssemos concordar sobre a última (e deixe-me ser claro, não poderíamos), isso deixaria ainda assim o primeiro problema por responder e você teria efectivamente desviado as atenções.

    Não sei se me estou a fazer entender. Mas se tem um problema com o discurso de denúncia da violência causada por emigrantes muçulmanos, então a forma mais eficaz de o combater é endereçar o problema. Não pense que desviar as atenções para outras falhas na nossa sociedade lhe vai dar quaisquer pontos no debate. Vistas bem as coisas, eu podia fazer precisamente o contrário em relação à sua aparente raiva por agentes de autoridade, e depois em que pé ficaríamos? Um diálogo de surdos, é o que seria. Ora, diálogo de surdos é o que os SJWs passam a vida a fazer. Não queira ser um.

  9. Mariofig, o problema não é a denúncia de violência por emigrantes, é a generalização a um denominador comum que actualmente é aplicado (só???) a muçulmanos.

  10. Guna

    É mentira que a acusação de violência seja aplicada só a muçulmanos. O contrário é que é verdade: A imprensa esconde grande parte da violência cometida por imigrantes muçulmanos.
    E note bem, em nada seriam prejudicados os muçulmanos pacíficos e tolerantes se a imprensa mostrasse integralmente o problema dos muçulmanos violentos e intolerantes.Livres destes, que seriam expulsos do país ou presos (conforme o caso se aplique) aqueles viveriam bem melhor.

  11. A (des)propósito : já repararam que , desde uns tempos a esta parte, a Finlândia quase desapareceu do jorna/telelixo? E quando aparece, geralmente surge associada a termos como “inquietação”,”ultra-direita”,”xenofobia”, etc., ou seja, todo o terrorismo semântico do pulhiticamente correcto.
    Valha a verdade que , antes da Nokia, a “laponaria” era um exotismo lá longe, muito ao Norte – com a intrigante característica de ter a fronteira europeia mais extensa com a URSS ( e isto não sendo um satélite dos tovaritches ).
    Creio que pouca gente, salvo alguns sobreviventes da minha geração , tenha ouvido falar da “Guerra de Inverno” , que opôs a minorca Finlândia ao colosso russo.
    A coisa durou três meses,30 Nov.39 , 01 Mar40, terminando com um Armistício – i.e. , a Suomi dobrou o Exército Vermelho.
    Não esquecer que, à data, Moscovo já tinha submetido Estónia,Letónia e Lituânia.
    Nesta guerra , os soldados russos eram aconselhados a não se deixarem apanhar vivos…
    Esta aparente divagação tem a ver com o que se está a passar na margem oposta do Báltico – e a suspeita de que dificilmente se verificarão cenas destas no reino do “puukko”…

  12. mariofig

    Eu não poderia ter dito melhor, Renato. Obrigado. Mesmo entre os grupos políticos apelidados pela praxis mediática de direita radical, apenas uma minoria inconsequente confunde muçulmanos inocentes com muçulmanos culpados. A população em geral muito menos. Mas o que dizer desta outra minoria no outro extremo, onde o Guna parece pretender se inserir, que confunde muçulmanos culpados com muçulmanos inocentes ao insistentemente escamotear e desviar as atenções de um problema real que a Europa está a viver?

    Oiça Guna, as denúncias que tanto o afligem refletem o debate sobre o problema da imigração na Europa e não, como pretende insinuar de forma ofensiva, xenofobia ou racismo. Aceito e respeito que possa ter opiniões diferentes sobre como resolver a crise de imigração e refugiados na Europa. Mas é esse o único tema que está em cima da mesa. Meta isto na cabeça de uma vez por todas.

  13. Com os seus links o Guna já contribuiu aqui para mostrar que não há apenas problemas de violência por parte de extremistas islâmicos (não confundir com os muçulmanos em geral) mas que também os há com origem nomeadamente :
    – na criminalidade dita comum que ameaça cidadãos indefesos ;
    – e ainda em grupos de extrema-esquerda que utilizam a força para limitar a liberdade politica e de expressão de quem não tem as mesmas opiniões.

  14. “…uma minoria inconsequente confunde muçulmanos inocentes com muçulmanos culpados.” — tendo em conta os “posts” e comentários neste blog, enganaram-me muito bem!!!

    “a crise de imigração” — a maioria da imigração na Europa é intra-Europeia, a população imigrante residente na Europa de origem extra-Europeia é inferior a 5%.

    “…e refugiados na Europa” — bem, convém reflectir nas causas que originam tantos refugiados e nas obrigações internacionais de cada país (estas parecem só servir para dar de lições de moral a países do terceiro mundo, até ao momento que nos tocam!).

  15. mariofig

    “obrigações internacionais”

    Há luz do direito internacional não existe nenhuma obrigação de países receberem refugiados de guerra. Nenhuma. Esta foi, isso sim, uma decisão tomada por órgãos supranacionais da UE que, por via dos tratados europeus, obriga todos os países da UE. E é precisamente esse o grande problema e a razão porque muitos se insurgem contra o que acusam ser uma política de fronteiras abertas e a perca de soberania nacional.

  16. GUNA : “a maioria da imigração na Europa é intra-Europeia, a população imigrante residente na Europa de origem extra-Europeia é inferior a 5%.”

    Pois, mas é esta última, em particular a de confissão muçulmana, que actualmente representa a maior parte do fluxo de migrantes e refugiados e que, também por isso, coloca mais problemas de integração e segurança à Europa !…

  17. GUNA : “convém reflectir nas causas que originam tantos refugiados e nas obrigações internacionais de cada país (estas parecem só servir para dar de lições de moral a países do terceiro mundo …”

    A principal causa, de longe, é o fundamentalismo e extremismo islâmicos !!

    Quais “obrigações” ?!…
    Os paises ocidentais têm o direito moral de se defenderem do terrorismo islâmico quer tomando medidas de segurança internas quer atacando-o militarmente nos territórios que lhe servem de base.
    Quando muito, os paises ocidentais têm ainda um dever moral e humanitário, que até corresponde a um interêsse próprio bem compreendido, e que é o de fazerem os possiveis para proteger e livrar as populações daqueles territórios do terrorismo islâmico.
    Mas tal não significa escancarar fronteiras e aceitar toda a gente sob pena de degradar ainda mais as condições de integração e segurança no seio do próprio ocidente.
    Quanto a migrantes e refugiados, os paises ocidentais têm acolhido muito mais e melhor do que qualquer outra região no mundo e não têm lições de moral a receber de quem quer que seja, muito menos dos ditos “paises do terceiro mundo” !

  18. “Os paises ocidentais têm o direito moral de se defenderem do terrorismo islâmico quer tomando medidas de segurança internas quer atacando-o militarmente nos territórios que lhe servem de base.” — vamos bombardear também Paris e Bruxelas???

    “Quanto a migrantes e refugiados, os paises ocidentais têm acolhido muito mais e melhor do que qualquer outra região no mundo e não têm lições de moral a receber de quem quer que seja, muito menos dos ditos “paises do terceiro mundo”” — sim, os campos e tratamento de refugiados na Hungria são um bom exemplo; no que diz respeito ao conflito da Siría veja também a quantidade de refugiados no Líbano, Jordânia e Turquia – apesar de problemáticos e deficientes em muitas áreas, uma lição não só para os outros países árabes da região.

    “A principal causa, de longe, é o fundamentalismo e extremismo islâmicos !!” — devagarinho mas pode ainda chegar lá… e qual é a causa, quem promove e suporta ($$$$) esta mais recente encarnação do fundamentalismo e extremismo islâmicos???

  19. e por fim, casos como o que está na origem do “post” acontecem semalmente em países europeus, normalmente associados com zonas pobres (e.g. França, Inglaterra, etc) mas também com conflitos de outra natureza, e.g. Irlanda do Norte, mas ninguém quer saber, nunca parecem “colocar problemas à segurança da Europa”.

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