Mísseis Trump na Síria 

http://observador.pt/2017/04/07/eua-lancam-ataque-militar-na-siria/

Hoje os americanos lançaram um ataque com misseis a uma base militar Siria. 

Os russos já reagiram, indignados, referindo que este ataque deixa as relações entre os dois paises num estado deplorável. 

O dia de hoje marca uma mudança de rumo dos EUA , em que a força vence a diplomacia. Algo que aos olhos Russos até seria expectável, pois foi a força que no terreno sírio deu provas de ser a melhor arma para negociar numa posição de superioridade a divisão da Siria.

Here we go again…

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7 thoughts on “Mísseis Trump na Síria 

  1. 50 mísseis numa base militar onde, por acaso, os russos foram de antemão avisados de que um ataque iria acontecer, dando-lhes tempo (e aos sírios) para evacuar, não constitui propriamente um acto de guerra.

    É apenas um desperdício de 70 milhões de dólares. Talvez um cachaço no pescoço, um puxão de orelhas e um dedo esticado um tal Senhor Kim.

  2. Nem mais (e refiro-me ao comentário anterior, não ao “post näif”). Nesta altura do campeonato, com inquirições diárias no Congresso e conversa de “impeachment”, o que o Sr. Trump e o Sr. Putin precisavam era de um número destes, para afastar as fortes suspeitas de que o primeiro é a eeeh… meretriz do segundo: 50 “Tomahawks” numa base de Bashar com aviso prévio a Moscovo.

  3. Luís Lavoura

    O dia de hoje marca uma mudança de rumo dos EUA

    Duvido. Parece-me que constitui mais uma demonstração de que os EUA estão sem rumo.

  4. Luís Lavoura

    não constitui propriamente um acto de guerra

    Parece que morreram seis soldados. Não é muito, mas é um ato de guerra.

    É claro que bem pior foi o bombardeamento do exército sírio por parte dos EUA em Deir-ez Zor, há uns meses (no tempo de Obama). Bombardearam o exército sírio lá onde ele se encontra em confronto direto com o Estado Islâmico. Revelador.

  5. Infelizmente, e apesar de ter traçado a famosa “linha vermelha” que Bashar passou sem punição (dando o sinal de “bar aberto” para Putin, os Iranianos e, depois, Erdogan se juntarem à festa), o presidente anterior dos EUA nunca ordenou o bombardeamento do Exército Sírio, especialmente em Deir-ez Zor, em que o alvo era, precisamente, o ISIS (tendo atingido algumas tropas sírias por engano, como já antes atingiram tropas americanas). O que este comentário é “revelador” escuso-me de explicitar.

  6. Acredito, claro! Mas, nesta terra, é melhor declarar a ironia ou inserir um “smiley”, senão ainda é tomado por um Luís Lavoura ou um Lucky Luke (que, na volta, são o Clark Kent e o Superman).

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