Sobre a tradição do “consenso” em Portugal

O consenso. Por Vasco Pulido Valente.

Nem sempre se chamou consenso. Teve vários nomes: conciliação, partilha, fusão, pastel, marmelada, amalgação, convivência, juste milieu, regeneração e união nacional (muito antes do Estado Novo). E conduziu invariavelmente às piores catástrofes, quando não conduziu ao longo monopólio do poder de um único partido.

Advertisements

5 thoughts on “Sobre a tradição do “consenso” em Portugal

  1. Consensos,
    palavra a banir na vida e na politica.
    Porque se trata da negação do essencial senso que deve ser acautelado sem sofismas.
    Acordos pontuais ou dilatados, dirigidos a questões prioritárias ou estruturais que envolvam as pessoas, sectores específicos, ou a sociedade no seu todo.
    Pôr toda a gente a aderir a uma cartilha comum com contornos de vitalícia é que não.
    Eis a questão.

  2. André Miguel

    Consenso em Portugal é o povo comer a palha que lhe metem no prato sem questionar. Não obrigado.

  3. Gabriel Orfao Goncalves

    Calem-se todos! Sempre a criticar! Não vêem que tudo vai muito bem? Tudo!
    Tirando uns incidentes irrelevantes, tudo vai óptimo neste país!

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s