Na Coreia do Norte todas as horas são “do Planeta”

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13 thoughts on “Na Coreia do Norte todas as horas são “do Planeta”

  1. Anticapitalista

    Défice português em 2016 ficou nos 2,1, segundo o UNE!
    Só tsio do diabo nunca mais chega, ó ASS?
    E os Reis Magos?… tens visto eles por aí??…
    Será por causa da Coreia do Norte?….

  2. Anticapitalista

    ANTICAPITALISTA
    Défice português em 2016 ficou nos 2,1, segundo o INE!
    Só o raio do diabo nunca mais chega, ó AAA!?…
    E os Reis Magos?… tens visto eles por aí??…
    Será por causa da Coreia do Norte?….

  3. Anticapitalista, não é por repetir que o que diz passa a ser verdade. Em 1989, era ministro das finanças Miguel Cadilhe e 1º ministro Cavaco Silva, o défice também foi de 2,1%, com a vantagem do investimento público ser elevado e a dívida pública ser razoavelmente baixa.
    Às vezes o diabo está nos detalhes. Esteja vigilante. Olhe que a pancada vai ser grande.

  4. Ó sô Anticapitalista, Marcelo/Costa/Centeno/César, expliquem lá isso melhor. Estão a agradacer os sacrificios da era Passos que os senhores nunca pararam de condenar, ou afinal a austeridade não acabou no vosso reinado e estão em continuo no vosso modo ordinário agora a reconhecer que nos aldrabaram?

  5. lucklucky

    “Défice português em 2016 ficou nos 2,1, segundo o UNE!”

    Terrível Austeridade não é?

    Estranhamente essa palavra desapareceu dos teus jornais e TV’s Marxistas.

  6. Afinal são os geringonços que têm a maior obcessão pelo déficit, ao ponto de aumentarem ainda mais os impostos, de sacrificarem os sacrosantos serviços públicos e o investimento publico e de concederem amnistias aos evasores e devedores !…
    Mas não ao ponto de, claro está, terem dispensado as prebendas sinalizadas às suas clientelas politicas (os funcionários públicos, os donos dos restaurantes, a classe média-alta urbana com mais estudos, etc).
    Mas ainda bem que os geringonços deram o dito pelo não dito e fizeram o contrario do que propunham antes, acabando por manter no essencial e até aumentar em certos aspectos a austeridade : se não fosse assim o pais teria ido imediatamente de novo para a bancarrota por falta de financiamento nos mercados (pelo menos o PS percebeu esta evidência que parecia desconhecer antes de ser governo e que os seus parceiros na geringonça continuam a ignorar) !
    Dito isto, o déficit a 2,1% não impede que a situação das contas públicas se tenha degradado e que a credibilidade financeira do Estado português tenha piorado : taxas de juros da divida pública de longo prazo muito superiores ao que eram em 2015 e com uma tendência de fundo para continuarem a subir são precisamente o sinal disso… Ninguém acredita na sustentabilidade do actual processo de consolidação das contas públicas portuguesas !
    E o déficit a 2,1% não chega para esconder o facto da economia portuguesa ter crescido menos em 2016 do que em 2015, isto apesar das condições externas serem mais favoráveis (BCE, preço do petróleo, câmbio Euro/US$, turismo a fugir o terrorismo, maior crescimento económico mundial e europeu, etc).
    A razão principal para este falhanço, todos os observadores internacionais o dizem e os mercados sabem-no perfeitamente, é a suspensão e a reversão de reformas estruturais na economia.
    Normalmente, se o pais tivesse continuado e intensificado o âmbito e o ritmo das reformas, a economia deveria estar hoje a crescer muito mais, provávelmente com taxas mais próximas das espanholas ou até irlandesas.
    E se o pais estivesse a crescer mais e a consolidação das contas públicas se estivesse a fazer mais com base em reformas estruturais no funcionamento do Estado, poderiamos quase certamente estar hoje com déficits orçamentais nominais ainda mais baixos (quem sabe se até se com excedentes) e com a divida pública a descer pelo menos em % do Pib, como já tinha começado a acontecer em 2015 antes da chegada da geringonça !

  7. As consequências estão aí, agora que uma UE a duas velocidades é oficial – o que talvez seja mais apropriado para países como Portugal.

  8. AB

    Desculpem o post fora de contexto, mas alguém sabe, ou me pode indicar um link onde se consiga ver quantos impostos e taxas existem em Portugal?
    Assim de cabeça recordo o IRS, IRC, IVA, ISP, ISV, IMI, IMT, sobre o álcool, tabaco, bebidas açucaradas, turismo, saneamento, utilização do solo, do subsolo, de passagem, sobre memória de aparelhos electrónicos, taxas moderadoras, do audiovisual, liberatórias.
    Há mais. Eu sei que há. Alguém as conhece todas?
    Antecipadamente agradeço.

  9. Euro2cent

    Eu por acaso acho intelectualmente muito válido o argumento de que quem tem mais dinheiro tem razão, e os pobres ‘ipso facto’ não têm razão nenhuma.

    Macht macht Recht. Ach ja.

    (Pelintras como o Diógenes e o Sócrates da Xantipa deviam ser estirpados dos livros, nem conta na CGD tinham.)

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