Paideia – To look forward, one must look back

Um magnífico artigo publicado no prestigiado City Journal por Miguel Monjardino, meu colega no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e investigador no CIEP: A Republic in the Atlantic.

On a beautiful day in fall 2004, I walked up a mountain on Terceira Island in the Azores with six students. They were 15-year-olds, all enrolled in public high schools in the Azorean city of Angra do Heroísmo. I was 42. We talked about the Republic of Letters, a voluntary weekend program of readings and conversations that I was designing to prepare high school students for life in a university. At least, that was how I originally conceived of it. I was thinking conventionally: for most parents, academics, and politicians in Portugal, education is about skills, and jobs are the ultimate prize of a good education. As early as tenth grade, students must specialize in a particular field; grades and jobs are paramount.

But soon, I realized that I was wrong about what the Republic of Letters should be—especially as I reflected on a seminar that I had recently attended on Aeschylus’s play Agamemnon. The seminar, conducted by Anthony O’Hear at the Institute for Political Studies at the Catholic University of Portugal in Lisbon, had a huge impact on me, and I became convinced that my new program should not be about preparing students for university but preparing them for the challenges of living. Souls were more important than grades, skills, and academic degrees. Such a project, I felt, should intimately involve the ancient Greeks and classical notions of a liberal education.

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3 thoughts on “Paideia – To look forward, one must look back

  1. mariofig

    Vou segyir numa tangente a este artigo para dizer o seguinte. Li a Odisseia pela primeira vez ainda jovem em Português, sobre a qual tenho muito pouca memória. Tenho presente no entanto que era uma adaptação em prosa lançada pela Europa-América naqueles maravilhosos livros de bolso que marcaram muito da minha juventude. Voltei a esta obra à uns 20 anos atrás, na língua Inglesa, quando um amigo me ofereceu uma tradução de Emile Victor Rieu da qual ele era grande fã. Convenceu-me em absoluto que o trabalho de Rieu é de uma leitura voraz e para repetir quando se chega à última página.

  2. mariofig

    Mas foi mesmo quando Frederico Lourenço saltou para as notícias recentemente que tomei conhecimento da sua existência. E quando li a sua tradução em verso da Odisseia… deus meu! Existe algo na língua portuguesa que transcende qualquer esforço dos Anglo-Saxónicos neste domínio. Sabem, em um ano li a Odisseia de Frederico Lourenço três vezes, tal foi o prazer que me deu. Não sou dotado da capacidade de análise ou síntese, nem do vocabulário, para propriamente criticar obras literárias. Mas este senhor é um gigante na cultura Portuguesa que felizmente está a ter o reconhecimento em tempo devido. Aguardo ansiosamente que termine a sua magna opus da Bíblia à medida que irei coleccionando cada um dos volumes publicados.

  3. Euro2cent

    “Dá trabalho mas vale a pena”, nas imortais palavras do anúncio da sopa instantânea. (O Homero hoje em dia trabalha em ‘copywriting’.)

    Pode ser que os leitores envolvidos notem, se conseguirem repelir a impiedosa barragem publicitária moderna, que república e democracia não são coisas inerentemente boas e acima de qualquer suspeita.

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