O regresso do SMO na Suécia

Ironicamente (ou talvez não) o SMO regressa na Suécia por via de um governo progressista. Uma má notícia que é também um sinal dos tempos: Suécia volta a impor serviço militar obrigatório

O governo sueco decidiu voltar a impor o serviço militar obrigatório, uma medida apoiada pela maioria dos deputados do país devido às preocupações com o aumento das tensões nos Países Bálticos.

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5 thoughts on “O regresso do SMO na Suécia

  1. Luís Lavoura

    Uma má notícia

    Permito-me discordar.

    Um exército puramente profissional facilita guerras. O SMO dificulta-as, na medida em que são enviadas por pura obrigação pessoas de todas as classes sociais para a guerra.

    Tudo aquilo que dificulte a assunção e o prosseguimento de guerra é benéfico.

  2. lucklucky

    Na Esquerda tudo é bom ou mau conforme as conveniências do momento.

    ——-
    Excepto quando é guerra contra o Ocidente não é Luís Lavoura…aí já é boa.
    O serviço militar obrigatório dos Sírios por exemplo já é coisa boa…

    As minas anti-pessoais também eram muito boas contra os Americanos(70% das baixas no Vietname) e Portugueses.
    Hoje já não são.
    Até ao dia em que as minas anti -pessoais forem boas outra vez para os progressistas.

  3. mariofig

    Luis Lavoura, o nível da sua participação no Insurgente nunca deixa de surpreender pela negativa. Não há aí do seu lado mais ninguém que seja intelectualmente mais esclarecido com quem se possa ter um debate mais elevado? Agradecia.

  4. mariofig

    Enfim. Deixemos para lá o Luís Lavoura. Uma outra questão preocupante sobre o SMO na Suécia é exactamente como é que este se vai processar à luz da vaga de imigração no país que já colocou 200.000 imigrantes, 70% homens a diz querer acrescentar outros 400.000 nos próximos anos. Não acredito que o exército tenha qualquer interesse em fazer entrar no SMO imigrantes de geração 1 ou mesmo de 2. Mas a ver vamos se o establishment politico Sueco com as suas políticas liberais não fará esse tipo de pressão.

  5. Uma certa curiosidade em ver como é que o ensino polìticamente correctíssimo sueco, a par das suas tolerantíssimas leis em relação ” ao outro” e um “encorajador” ( e encorajado) complexo de culpa em relação ao “Ocidente” , consegue organizar um corpo de combate digno desse nome contra uns mariquinhas contemporizadores,dialogantes, reconhecidamente pacifistas, habituados ao hedonismo debilitante da social-democracia e sem qualquer tradição histórica de conflitos armados – os Russos, tá bem de ver…

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