Spicer a ser Spicer

spicer

Sean Spicer a 16 de Dezembro de 2016 afirmou que os media não deviam ser impedidos de fazer o seu trabalho, independentemente da natureza negativa da cobertura dos assuntos relacionados com a Casa Branca.

//www.washingtonpost.com/video/c/embed/7c00e7a2-facf-11e6-aa1e-5f735ee31334

Sean Spicer a 24 de Fevereiro, a impedir que vários orgãos de comunicação social assistissem a uma conferência de imprensa da Casa Branca.

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18 thoughts on “Spicer a ser Spicer

  1. Euro2cent

    “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
    Muda-se o ser, muda-se a confiança:
    Todo o mundo é composto de mudança,
    Tomando sempre novas qualidades.”

    Continuamente vemos novidades,
    Diferentes em tudo da esperança:
    Do mal ficam as mágoas na lembrança,
    E do bem (se algum houve) as saudades.”

    Sic transit

  2. JMS

    #trumpmal

    Estupidez suprema do Donald Trump.

    O gajo não tem acessores de imprensa? Será que tem acessores “at all”?

  3. JMS

    Que estupidez! Depois não se queixe que os media estão contra ele.

    O Sean Spicer não tem nada a ver com isto.

    É bom não confundir.

  4. ruicarmo

    “O Sean Spicer não tem nada a ver com isto.”

    Ninguém diria que o Spicer não tem nada a ver com o que ele próprio diz e faz.

  5. JMS

    Rui Carmo,

    O Sean Spicer chama-se Donald Trump?

    Não me parece.

    Quem manda? Eu? O Sean Spicer?

    Não. Donald Trump. Alguma dúvida?

  6. ruicarmo

    Aconselho sempre os leitores a lerem o post – título incluído – os links e, neste caso, também o vídeo, antes de comentarem.

  7. JMS

    Também seria aconselhável entender como isto funciona.

    Tentarem convencer-me que o Sean Spicer é o responsável por esta estupidez, é, de certa maneira, difícil.

  8. Não sei se isto é pior do que ter uma imprensa como a nossa. Além de que, quando o assunto não lhes agrada, os nossos próprios gloriosos líderes decretam que não se fala mais nisso e ponto final parágrafo. Tirando algumas almas solitárias da imprensa, a maioria come, cala, e passa ao assunto seguinte.
    Não gosto de Trump, mas culpo os Democratas e Hillary Clinton pelo que se está a passar nos EUA – os primeiros por não terem apresentado qualquer outro candidato, a segunda por não ter hesitado em continuar na corrida quando já haviam bastantes indícios do que poderia acontecer, e ainda estava a tempo de desistir.
    Torno a dizer que a imprensa portuguesa não me merece credibilidade enquanto não publicar a famosa lista dos jornalistas e políticos que receberam do BES. Por exemplo pode lá estar um Sócrates e não seria surpresa, mas imagine-se que lá está um Costa ou uma Mortágua, ou mesmo um Marcelo.
    E podem estar. O momento de glória do BE aconteceu no inquérito a Salgado, e quem me diz que não foi planeado? Salgado não saíu pior nem melhor, o BE ganhou muito, e no fundo foi conveniente para ambos.
    A questão fulcral dessa lista não ser publicada é que deixa demasiadas perguntas por responder. Poderia mudar radicalmente o panorama político em Portugal? O seu secretismo mancha toda a gente, culpados ou não. Quais são as razões que levam quem a tem a não a publicar? A possibilidade de exercer chantagem? Quem tem poder para impedir a publicação?
    A esquerda, principalmente a extrema esquerda, sempre tão prolífica a denunciar os males do capitalismo, passou ao lado do assunto, porquê?
    Para quê escrever tanto sobre Trump quando se silencia este assunto?

  9. Jornalistas a fazer o seu trabalho é uma coisa. Activistas políticos a transformarem uma conferencia imprensa num espetáculo deplorável com gritos, acusações e falta de educação é outra. Estão bem uns para os outros.

  10. Afinal são #fakenews como podemos acreditar no Publico? Estiveram todos no briefing diário, não foram convidados para conversa informal com o Porta-voz. Coitadinhos.

  11. ruicarmo

    A criatura que dá nome ao post mudou de ideias, de Dezembro para Fevereiro. Terá visto a luz, entretanto.

  12. > “Terá visto a luz, entretanto.”

    Ou terá visto que o que brilha nem sempre é ouro?

    O ‘politicamente correcto’ é muito reluzente e deslumbrante para os incautos – exemplos não faltam…

  13. ruicarmo

    Não se trata do politicamente correcto, apenas do que é correcto. E essa correcção é um princípio para aplicar a todos os media.

  14. lucklucky

    Como se vê no post parece que o autor ainda não entendeu o que é o Jornalismo. Jornalismo não são notícias e nada tem que ver com Democracia.

    Já o que se passa nas Universidades Americanas e outras onde a acusação sem culpa formada e sem direito de defesa, a violência e o fim da liberdade de expressão nada contam.

  15. ruicarmo

    “Como se vê no post parece que o autor ainda não entendeu o que é o Jornalismo. Jornalismo não são notícias e nada tem que ver com Democracia.”

    A sentença ultrassa um pouco o âmbito do post e até do próprio Spicer mas aguardo uma definição do que é o jornalismo.
    E já agora, os media devem ter a liberdade de defenderem o que entendem. Concorde-se ou não com eles.

  16. lucklucky

    Jornalismo é manipulação.

    Quem é que tirou a liberdade de defenderem o que entendem?
    Têm e os outros têm direito de não lhes responder ou ligar coisa alguma.

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