Entretanto Numa República Das Bananas…

Não só o governo concordou que os advogados de António Domingues criassem uma lei à medida do próprio (algo que por si só é um atentado à democracia e que tem merecido muito pouca atenção mediática), como quem pagou a conta a estes advogados foi o próprio banco do estado, a Caixa Geral do Contribuinte de Depósitos (fonte).

caixadomingues

Dever ser por isto que é tão estratégico para o interesse nacional manter um banco público.

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16 thoughts on “Entretanto Numa República Das Bananas…

  1. André Miguel

    É à descarada! Já não se estão só cagando para o segredo de justiça, mas também para o cidadão comum, para o contribuinte, em suma para o povo que só serve para pagar impostos e sustentar esta imensa casa de putas em que se tornou Portugal.

  2. Alguém pergunte ás chamadas esquerdas como seria a gritaria se esta embrulhada tivesse acontecido antes do golpe de caserna. Antes era tudo demitido, agora na posse da chave do pardieiro tudo é admitido.

  3. Luís Lavoura

    Hmmm. Se um escritório de advogados redige uma lei, quem é que lhe deve pagar? Um particular?
    Eu diria que quem deve pagar a quem redige uma lei, é o Estado. (Não a CGD, claro.)

  4. Andam por aí uns Esmerdas esquecidos que comem da manjedora e querem à força deixar o obreiro da tramóia A.Costa de fora.
    Vou esperando sentada, oxalá me engane, ACosta fez parte do governo que com tanta dádiva nos levou à bancarrota.

  5. Ana Catarina

    … mas isso nem é a vergonha maior.
    A verdadeira vergonha é esta geringonça continuar com as rédeas do poder e debaixo do beneplácito de São Marmelo

  6. Ana Catarina

    por muitissímo menos um socialista com paio demitiu Santa Lopes que tinha uma maioria substancial na AR

  7. JP-A

    Ministério Público
    Ministério Público
    Ministério Público
    Ministério Público
    Ministério Público
    Ministério Público
    Ministério Público
    Ministério Público

  8. Não há maneira de fazer uma petição pública a exigir a destituição do Presidente? Estou muito a sério e assinava. Promulgar leis que não têm origem no Parlamento é constitucional?
    Porque, se bem percebi, António Domingos colocou condições, que exigiam mudanças legais, e encarregou os seus advogados de cozinhar uma lei à medida de meia dúzia de pessoas.

  9. André Miguel

    AB, petição?! Por muito menos já se foi para a rua a partir tudo e mais alguma coisa. Será que a geringonça colocou algo na rede pública de agua que estupidificou o zé povinho? ah já sei, é o jornalismo que temos… Tá tudo bem…

  10. JP-A

    “Será que a geringonça colocou algo na rede pública de agua que estupidificou o zé povinho?”

    Portugal está manietado há décadas por um comité de várias cabeças que utiliza a estrutura para boicotar o país. São dezenas de milhares de greves cuja maré desapareceu por completo. Infelizmente, a direita não aborda este tema com a frontalidade e com a agressividade que a dimensão do prejuízo causado merece. Na verdade, nem sequer o aborda.

  11. Saiu a sorte grande ao Domingues. Um alto dirigente bancário que tem o ministro das finanças no bolso, qual é o banco que não o quer?

    Portugal tem um ministro das finanças que a ser preciso torna-se marioneta dos interesses de quem o tem na mão. Só em países de África isto acontece.

    E mais uma vez se vê que a esquerda não é contra a corrupção, a esquerda só é contra a corrupção de direita, se for corrupção de esquerda os camaradas fecham os olhos

  12. SOBRE O BOICOTE DAS CHAMADAS ESQUERDAS

    Artigo 34.ºInviolabilidade do domicílio e da correspondência 1. O domicílio e o sigilo da correspondência e dos outros meios de comunicação privada são invioláveis.2. A entrada no domicílio dos cidadãos contra a sua vontade só pode ser ordenada pela autoridade judicial competente, nos casos e segundo as formas previstos na lei.3. Ninguém pode entrar durante a noite no domicílio de qualquer pessoa sem o seu consentimento, salvo em situação de flagrante delito ou mediante autorização judicial em casos de criminalidade especialmente violenta ou altamente organizada, incluindo o terrorismo e o tráfico de pessoas, de armas e de estupefacientes, nos termos previstos na lei.4. É proibida toda a ingerência das autoridades públicas na correspondência, nas telecomunicações e nos demais meios de comunicação, salvos os casos previstos na lei em matéria de processo criminal.

    De nenhum dos pontos do artigo é legitimo concluir que as limitações referidas são aplicáveis a negócio do Estado, tratados pelos seus agentes e com apuramento de responsabilidades dentro da esfera dos próprios órgãos de soberania. Arrancar á força o nº 4 da lógica de privados e seus domicílios, suspeitas de terrorismo e limitações das autoridades na respetiva ação, não passa de grosseira e abusiva subversão de um ponto que apenas pretende fechar o objeto a que o artigo inequivocamente se dirige.

    Constitucionalistas a palco.

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