What do Europeans think about Muslim immigration?

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30 thoughts on “What do Europeans think about Muslim immigration?

  1. Stop muslim imigration. Não é islamofobia, apenas senso comum. Enquanto os países árabes dos petro-dolares e restantes países islâmicos não receberem imigrantes da Siria e Iraque em idênticas proporções.

  2. Diogo Câmara

    Fizeram alguma sondagem para saber se os países do Médio Oriente querem «ocidentais» nas suas terras e bombinhas a cair em cima da cabecinha?

  3. “Enquanto… restantes países islâmicos não receberem imigrantes da Siria… em idênticas proporções.”
    Líbano: 600 000
    Iraque: 250 000
    Turquia: 2 800 000

  4. lucklucky

    “Fizeram alguma sondagem para saber se os países do Médio Oriente querem «ocidentais» nas suas terras e bombinhas a cair em cima da cabecinha?”

    Então não querem? A resistência Síria queria ainda mais..idem para os Líbios
    Os Sauditas, os Iraquianos…

  5. jo

    A questão lembra o que se diz aqui sobre a globalização.
    Não interessa se se quer ou não se quer, vai continuar a existir.

    Querem movimento de capitais livre, possibilidade de vender o que quiserem aos petrodólares e ao mesmo tempo fechar países inteiros num gueto.

    Não podem ter sol na eira e chuva no nabal.

  6. Rick

    Este blogue começa a ser alvo da brigada do 44. Ehehe!

    O que pensam os europeus?
    É cristalino que não querem o caos, a violência e o crime generalizado nas ruas das suas cidades tal como já existe no seio dos seus governos nacionais.
    Uma coisa é reunir a bandidagem no parlamento entretida a roubar e outra é tê-la à sua porta a violar as suas filhas e a espancar os seus filhos em nome de um tal Maomé, pedófilo mundialmente conhecido.

    O que pensa a Europa?
    A Europa, na pessoa dos seus dirigentes pensa sobretudo em embolsar petrodólares e que se lixe o resto.

    Esta dicotomia entre governantes e governados é hoje sobejamente evidente.
    O marxismo cultural domina avassaladoramente e a universidade é um feudo da comunada, da xuxaria e dos liberalopatas, idiotas úteis. Produzem-se dezenas de milhares de broncos formatados naquela mistela da culpabilização do homem branco, do heterosexual, do cristão, etc.
    As novas gerações de europeus idiotizados marcham alegremente contra as suas tradições, as suas pátrias as suas nações, mancomunados com os invasores.
    A contracultura é hoje o establishment.
    Perante toda a maricada e os desorientados jovens, doutrinados desde pequeninos nestas emanações de esquerda, o Islão entrará triunfal e sem resistência Europa adentro.
    Em breve os sinos deixarão de repicar. Estarão todos de cu alçado e trombas para Meca.

  7. André Miguel

    “Querem movimento de capitais livre, possibilidade de vender o que quiserem aos petrodólares e ao mesmo tempo fechar países inteiros num gueto.”

    Ninguém fechar nada nem ninguém. O problema é que isto não imigração, é invasão.
    A imigração tem controlo de fronteiras, passaportes, vistos, etc. Curioso como ainda não vi nenhum jornalista indignado por Angola, Moçambique ou Guiné exigirem visto de entrada a cidadãos lusitanos. Somos terroristas?!
    E já agora Portugal também exige visto de entrada aos emirados, libaneses ou jordanos, mas nós entramos lá sem visto e ainda não vi nenhum jornalista exigir a abertura de fronteiras nacionais como reciprocidade, curioso como só falam nas fronteiras “europeias”…

  8. lucklucky

    Pois é mas para os Marxistas do Guna ao PSD/CDS ter limites à imigração como outros países fora da Europa é construir um ghetto.

    Já condenar a gentrificação do bairro é defesa cultural…

    Há muito mais civilizações e culturas que devem estar primeiro lugar que Islâmicos – a civilização mais primitiva que existe – na lista da imigração desejável.

  9. jo

    “A imigração tem controlo de fronteiras, passaportes, vistos, etc. Curioso como ainda não vi nenhum jornalista indignado por Angola, Moçambique ou Guiné exigirem visto de entrada a cidadãos lusitanos. Somos terroristas?!”

    Ninguém pede a libertação de vistos ou a paragem da controle de emigração.
    Os países que cita pedem vistos, mas concedem-nos à maioria das pessoas que os pedem. Sugere então que deve ser concedida a mesma percentagem de vistos aos imigrantes que é concedida pelos países citados aos portugueses?
    Acho que seriam demasiados.

    O que a direita está a pedir é o fim do direito de asilo, ou seja, entregar à morte todos os que fogem das guerras – grande parte delas criadas e financiadas a partir da Europa.

  10. A.R

    Já agora um referendo em cada país da Europa: Querem ou não receber refugiados! Fazem um referendo para matar os não nascidos na Europa pois vindo ao Mundo incomodam e não fazem para importar gente sem qualquer critério (violadores, decapitadores, agressores de mulheres, pederastas de como os de Rotheram, terroristas, bombistas: apenas 25% são mulheres e crianças). Recordo o genocídio arménio! Recordo a indiferença perante a morte de mais de 1 milhão de cristãos no Iraque e Síria. Recordo as deportações massivas estalinistas. Recordo que os países mais ricos do Golfo não recebem ninguém.

    Recordo que há milhares de sem abrigo, sem alimento, sem casa na Europa a quem não chega a ajuda; muitos milhares não saem à noite pelo terror que se instala nas cidades …. mas para falsos refugiados há tudo: dinheiro, casa, justiça que não actua, liberdade para vandalizar.

  11. No “further” está a chave. Se, como aqui se defende, não há limites para o crescimento e progresso, então devem usar os argumentos dos esquerdistas, como:
    – A América é um país de emigrantes, logo há a obrigação moral de continuar com ela sem restrições.
    – A tradição europeia, herdada da revolução francesa, e do iluminismo, obriga a seguir um conjunto de princípios, entre os quais se encontra o acolhimento de variadas culturas no seu seio.

  12. André Miguel

    “Axo que seriam demasiados”

    Afinal concorda com limites à imigração, mas so para países lusófonos africanos, já os muçulmanos é à vontadinha. Você não bate bem da cabeça.

  13. Luís Lavoura

    A questão real é: como é que se pode parar a imigração (de muçulmanos ou de quaisquer outros)? Eu gostaria que as pessoas que pensam que se deve parar com a imigração explicassem, de forma concreta, como é que isso deve ser feito.

  14. Caro Luís, mas a resposta dessas pessoas é óbvia: construir um muro (ou deixá-las atravessar o med. a nado como o Cameron tentou), ao mesmo tempo – e sem relação com o assunto – designam-se como pró-vida!

  15. Jo disse:
    “O que a direita está a pedir é o fim do direito de asilo, ou seja, entregar à morte todos os que fogem das guerras – grande parte delas criadas e financiadas a partir da Europa.”

    Jo mente. Ele confunde propositalmente refugiados com imigrantes. A maioria das pessoas que entrou na última leva de chamados refugiados, na verdade eram imigrantes.
    E embora haja quem proponha imigração zero,geralmente não é isso que se propõe, mas apenas um numero menor de imigrantes. Mas, se a situação nas cidades europeias piorar cada vez mais, mais gente proporá que não se aceite nenhum imigrante muçulmano.

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