Vergonha em tons multiculturais V

rotherhamchildsexgang

De alguma forma, fez-se justiça.

Rotherham child sex gang shout ‘Allahu Akbar’ in court as they are jailed for 80 years for abusing girls, including one who became pregnant at just 12, after being groomed with alcohol and drugs

Members of a Rotherham sex gang today yelled ‘Allahu Akbar’ in court as they were jailed for abusing a girl who fell pregnant aged 12 after being groomed with alcohol.

Six men were given sentences between 10 years and 20 years – and totalling more than 80 years – by a judge who heard details of how two young girls were sexually abused in the South Yorkshire town between 1999 and 2001.

Judge Sarah Wright described how one of the girls was plied with alcohol and drugs and was having sex with a number of men from the age of 11.

The victim, in a statement read to the court, said: ‘There’s evil and truly evil people in the world. I feel my child was the product of pure evil.’

The sentencing marks the end of a series of three major trials after a report on child sexual exploitation in Rotherham revealed that more than 1,400 youngsters had been groomed, trafficked and raped in the town over a 16-year period.

It has led to 18 people being jailed for sentences totalling more than 280 years.

Leitura complementar: Leituras recomendadas, Vergonha em tons multiculturaisVergonha em tons multiculturais IIVergonha em tons multiculturais IIIVergonha em tons multiculturais IV e Rotherham, socialismo e multiculturalismo.

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35 thoughts on “Vergonha em tons multiculturais V

  1. A.R

    Esta Europa nem sequer é capaz de proteger as crianças perante esta escumalha. Ainda recentemente um alto clérigo muçulmano turco disse que um pai podia usar de lascívia para as filhas. As nossas mulheres são whores e eles acreditam poder dispor delas como quiserem. Pagamos caro o multi-culturalismo que não pedimos: foi a casta política corrupta da UE que nos foi impondo à força.
    Mas o politburo da UE há-de ir abaixo: já faltou mais.

  2. Luís Lavoura

    Eles podem, é claro, gritar Allahu akbar. Mas isso não torna o ato deles permissível de acordo com o Islão. Mal estávamos se todas as pessoas que professam uma religião fossem culpabilizadas pelas asneiras que meia-dúzia delas cometeram.
    E mal estamos quando um soi-disant liberal aceita transferir culpas para um grupo.

  3. cinchh

    Não entendo porque vão na onda e associam isto a muçulmanos, claramente gritaram Allahu akbar para envolver a religião e se mostrarem superiores, não são superiores, são só criminosos, umas reles bestas sem qualquer respeito pela vida humana. Isso não vem da religião vem de gente que deve ser encarcerada, (e já agora que lhe percam a chave) como criminosos da pior espécie juntamente com a restante população criminal que costuma adorar violadores de crianças.

  4. A treta do LUIS LAVOURA é enternecedora mas completamente idiota por dissociada da realidade.

    A realidade é que apenas no Islão existem alguns(?) indivíduos que se “comportam” mal. Nas outras religiões não há indivíduos que se “comportam” mal.
    Não há hindus, cristãos, judeus, budistas a atacarem e matarem outros seres humanos das mais variadas e cruéis formas. Só no Islão se encontram “desvios” destes.
    No Islão não se vê os alegados muçulmanos moderados a criticarem ou demarcarem-se dos terroristas. No fundo todos os muçulmanos partilham os mesmos valores e a mesma doutrina.

    A minha alegria é que no dia em que os muçulmanos reinarem na Europa os LUIS LAVOURA serão dos primeiros a quem eles irão cortar os pescoços.

  5. lucklucky

    Talvez o Luís Lavoura queira analisar como o Islão tem força para impedir as mulheres vestirem saia acima do joelho mas não travou os abusos sexuais a mulheres e crianças.

    Ou essa grande instituição do Afeganistão chamada Bacha bazi. Uma saia que mostre a perna é crime, mas a exploração sexual crianças é coisa boa.

    http://www.foxnews.com/politics/2016/04/29/army-retains-decorated-green-beret-it-planned-to-kick-out-over-confronting-afghan-child-rapist.html

    Claro que nada disto interessou aos jornalistas do costume.

  6. lucklucky

    “Não entendo porque vão na onda e associam isto a muçulmanos.”

    É simples, veja as reacções do Islão a violação de crianças especialmente se não forem de uma família/clã islâmica com poder e as mesmas em relação a uma mulher de saias. Fica logo a perceber.

  7. SHIRI BIRI : “Não há hindus, cristãos, judeus, budistas a atacarem e matarem outros seres humanos das mais variadas e cruéis formas. Só no Islão se encontram “desvios” destes. No Islão não se vê os alegados muçulmanos moderados a criticarem ou demarcarem-se dos terroristas. No fundo todos os muçulmanos partilham os mesmos valores e a mesma doutrina.”

    Eu não concordo com a candura do LUIS LAVOURA relativamente aos muçulmanos e, ainda menos, com a desvalorização do papel da religião muçulmana neste tipo de comportamentos como faz o CINCHH.
    Mas também não acho que seja bem assim como diz o SHIRI BIRI aqui em cima…

    Claro que também houve e ainda há pessoas de outras religiões “a atacarem e matarem outros seres humanos das mais variadas e cruéis formas”.
    Dito isto, é verdade que hoje em dia estes “desvios” são mais frequentes e normalizados em pessoas de confissão muçulmana.

    Claro que há muçulmanos mais moderados que criticam e se demarcam destes “desvios” e dos terroristas islâmicos.
    Mas é também verdade que nem sempre os muçulmanos que não partilham nem concordam com estes “desvios” e com o terrorismo islâmico manifestam públicamente e suficientemente a sua condenação e a sua indignação.

    Claro que não se podem responsabilizar todas as pessoas de um grupo pelos comportamentos de alguns dos seus membros, mesmo que estes comportamentos tenham também algo a ver com o modo como a religião muçulmana inferioriza o estatuto da mulher (mas não têm apenas a vêr com isso ; a maioria dos homens muçulmanos não viola nem aprova a violação de mulheres e ainda menos de menores).
    Mas é também normal e razoável considerar que os muçulmanos em geral devem evoluir na forma de ver e tratar as mulheres e esperar que, a começar pelos mais moderados, denunciem e condenem aqueles actos de forma mais clara e frequente.

    A religião muçulmana pode e deve ser criticada nalguns dos seus valores e práticas.
    Os muçulmanos, mesmo os mais moderados, podem ser criticados por nem sempre condenarem certos valores e certos actos publicamente e sem margem para dúvidas.
    Mas não é verdade que todos os muçulmanos sejam igualmente responsáveis por certos “desvios” e não é verdade que não existam muçulmanos moderados que os criticam e condenam.
    Nem é sequer sensato pensar que o combate contra esses comportamentos e, em particular, contra o terrorismo islâmico se faz contra todos os muçulmanos e sem contar com a indispensável adesão e participação da esmagadora maioria dos muçulmanos, a começar pelos mais moderados, naturalmente.
    Tanto mais que muitas das vitimas são elas próprias … muçulmanas !

    O combate contra o fundamentalismo e o integrismo islâmicos deve ser levado a cabo sem complexos e com determinação.
    Mas não deve ser visto como uma guerra contra os muçulmanos e a sua religião !

  8. FERNANDO S, vou facilitar a sua vida colocando perguntas simples.

    Quantos hindus, cristãos, budistas e judeus atiraram aviões contra torres e mataram milhares de pessoas inocentes?

    Quantos hindus, cristãos, judeus e budistas usaram camiões para atropelar pessoas que inocentemente passeavam junto da beira-mar?

    Quantos judeus, hindus, budistas e cristãos invadiram casas de espectáculo, restaurantes e bares e mataram muitas dezenas de pessoas inocentes que apenas se divertiam?

    Quantos cristãos, budistas, hindus e judeus degolaram reféns e queimaram reféns filmando com orgulho para exporem ao resto do Mundo?

    Quantos e quais muçulmanos ditos moderados criticaram e se demarcaram dos actos terroristas de seus irmãos muçulmanos?

    São poucas perguntas, há muitas mais, que ajudam a clarear as suas ideias.

  9. cinchh

    Não é uma questão de desvalorizar o papel da religião, desde o início dos tempos que a religião é usada para moldar os povos. Defendo é a desvalorização dos indivíduos, são criminosos, ponto, tratem-nos como tal. Só peca pelas penas leves, pode ser que os membros das comunidades prisionais os ajudem a passar o tempo.

    Quanto a…
    “Não há hindus, cristãos, judeus, budistas a atacarem e matarem outros seres humanos das mais variadas e cruéis formas.”
    Só mais uma pós verdade sem nenhuma base em factos reais, basta ver estatísticas mundiais sobre violação e tráfico humano.
    Na India não são violadores hindus; na Europa, na América do Norte, na Austrália, na América latina, não são violadores cristãos; na Ásia não são violadores budistas, são violadores e todos eles criminosos nada mais.

  10. CINCHH, essa é a conversa do parolo que se julga muito inteligente.
    Violações, homicídios, roubos e toda a outra criminalidade dita comum existem em qualquer parte do planeta e sociedade.
    Aviões contra torres, reféns degolados e queimados, tiroteios indiscriminados em locais públicos, ataques com camiões contra inocentes só têm sido praticados por muçulmanos.
    É um facto, não é a minha opinião.

  11. Renato

    As palavras de Lavoura são sem sentido.

    Muçulmanos moderados, os há? Sim, mas não são uma maioria tão proponderante, como se quer imaginar. Particularmente, em países ocidentais, as estatísticas indicam uma alarmante preponderância do radicalismo. Na média mundial, os apoiantes islâmicos do Isis são minoria (embora uma minoria enorme). Mas na Inglaterra, principalmente entre os mais jovens, os apoiantes do Isis são maioria.
    Além disso, países ditos “moderados” como Arábia Saudita e Qatar, financiam a política SUPREMACISTA ISLÂMICA pelo mundo todo, construindo mesquitas para cléricos supremacistas (no século XIX e inicio do século XX havia muito mais moderação no Islã do que hoje)..Globalistas imperialistas de toda sorte,tem reforçado durante muitas décadas o radicalismo e supremacismo islâmicos, Fizeram isso os financistas mundiais, os nazistas, os soviéticos e seus satélites, e a esquerda fabiana mundial.Como resultado, o prognóstico é de aumento do supremacismo islâmico, e a forte defesa que as esquerdas fazem da lei Sharia é testemunho disso. Toda lei religiosa tem um âmago, um centro. A religião muçulmana é atualmente, e nasceu assim, como a mais política das grandes religiões. É praticamente uma ideologia totalitária em vestes de religião, criada desse jeito. A lei sharia tem no seu âmago a inferioridade CIVIL total de todo não muçulmano frente aos muçulmanos. Por motivos diversos, essa forte característica foi amenizada em muitos lugares, em períodos de tempo, mas agora volta com toda a força por toda parte. A exigência da aplicação de lei sharia (apoiada pelas esquerdas por todo canto) é a exigência do reconhecimento oficial da inferioridade civil dos não muçulmanos.

    A religião é, em cada momento, o que os mais fortes e influentes clérigos fazem dela. Freqüentemente, não há uma hegemonia de uma corrente,tende a ser menos comum. Mas agora há uma clara hegemonia no islã do supremacismo. A maioiria dos mais influentes clérigos muçulmanos (muito bem financiados por petrodolares e até verbas dos estados ocidentais), aberta ou veladamente, apoia o abuso sexual contra mulheres e crianças não muçulmanas.

    E os muçulmanos verdadeiramente moderados? São politicamente irrelevantes, principalmente nos países ocidentais.

    Nos EUA, uma organização ultra-supremacista, a CAIR, é financiada pela esposa do ultimo secretário de estado. Por todo o mundo ocidental vemos coisas como estas.

    PS: por supremacista não quero dizer um muçulmano que simplesmente creia que todas as pessoas, numa determinada data do futuro, crerão no islã. Quero dizer alguém que propugne meios totalitários para chegar a isso, como o apoio aberto ou VELADO à violência, a difamação de adversários, e a erosão dos direitos dos não islâmicos.

  12. cinchh

    Shiri biri quer um facto fácil de confirmar?

    “Rotherham child sex gang shout ‘Allahu Akbar’ in court as they are jailed for 80 years for abusing girls, including one who became pregnant at just 12, after being groomed with alcohol and drugs”

    O texto que deu origem a esta discussão é sobre violação.
    O filme do Lucklucky é sobre… violação.

    Se estivéssemos a falar dos temas das suas perguntas poderia concordar consigo, mas não estávamos. Estávamos sim a falar sobre uns inergrumenos que violaram crianças.

  13. O parolo tem orgulho em o ser e o CINCHH não é excepção.

    Os violadores pedófilos em apreço são muçulmanos e funcionam em gangue. Ou seja: Mafia (criminalidade organizada) de violadores pedófilos que já ultrapassou as 1.400 vítimas.

    Queira indicar quais são, e onde são, os gangues de violadores pedófilos cristãos, judeus, hindus e budistas?

    Uma chatice a realidade estragar a sua fantasia.

  14. SHIRI BIRI,

    Respondendo directamente às suas perguntas, que, para ser ainda mais simples, agrupo-as em dois grupos :

    1° grupo :
    “Quantos hindus, cristãos, budistas e judeus atiraram aviões contra torres e mataram milhares de pessoas inocentes?
    Quantos hindus, cristãos, judeus e budistas usaram camiões para atropelar pessoas que inocentemente passeavam junto da beira-mar?
    Quantos judeus, hindus, budistas e cristãos invadiram casas de espectáculo, restaurantes e bares e mataram muitas dezenas de pessoas inocentes que apenas se divertiam?
    Quantos cristãos, budistas, hindus e judeus degolaram reféns e queimaram reféns filmando com orgulho para exporem ao resto do Mundo?”

    Estas suas perguntas referem-se apenas a atentados com motivações terroristas de carácter religioso.
    É verdade que, sobretudo desde que o extremismo e o terrorismo islâmico ganhou maior expressão, que o número de atentados terroristas cometidos por pessoas de origem e muçulmana é de longe mais elevado do que no que se refere às outras religiões.
    Mas também é verdade que nem sempre foi assim. Por exemplo, os mais velhos lembram-se que houve alturas em que os atentados terroristas islâmicos eram menos habituais e em que existiam mais atentados feitos em nome de outras religiões ou causas ideológicas: anarquistas, esquerdistas, direitistas, todos de extracção cultural cristã, extremistas indus contra muçulmanos, judeus sionistas na Palestina antes da fundação de Israel, etc, etc (não pretendo nem poderia ser exaustivo… se recuarmos no tempo e cobrirmos todas as geografias poderiamos estar aqui horas a identicar exemplos da violência exercida sob influência e em nome de religiões e ideologias … não muçulmanas). Embora em muito menor número e de forma mais esporádica, ainda hoje há atentados terroristas que não são de matriz islâmica. Por sinal e por acaso, um dos mais recentes atentados terroristas até foi cometido por um “cristão” extremista de direita contra …. canadianos de origem muçulmana numa mesquita em Montreal !…
    De qualquer modo, pode-se obviamente dizer que actualmente a maior parte dos atentados terroristas mais mortiferos é feita por pessoas de origem muçulmana e podem-se ainda referir as especificidades e os horrores do actual terrorismo islâmico, mas não é apropriado nem sensato dizer que apenas os muçulmanos foram e são terroristas, que todos os muçulmanos partilham as ideias e concordam com estes atentados e são por isso também responsáveis, que não há muitos muçulmanos, incluindo até muitos que sendo fundamentalistas nos valores são pessoas pacificas na vida do dia a dia, que condenam estes actos, que não há muçulmanos moderados, etc, etc !!

    Acresce que o post que estamos aqui a comentar e o seu próprio comentário inicial se referem sobretudo a comportamentos sociais criminosoas, certo, de pessoas de origem muçulmana, mas que não têm directamente a vêr com o terrorismo em si.
    Ou seja, se sairmos do terrorismo própriamente dito e nos debruçarmos sobre a criminalidade violenta e abjecta, como é o caso que é objecto do post, então ainda faz menos sentido considerar que este tipo de “desvios” é um exclusivo ou até uma especificidade dos muçulmanos. Nenhum grupo pode “atirar a primeira pedra !”

    Mais uma vez, não se trata de desculpabilizar quem quer que seja ou de minorar a influência negativa que a religião muçulmana em geral e as suas leituras extremistas em particular podem ter sobre as ideias e os comportamentos criminosos de todo o tipo mas sim de relativizar as coisas para não cairmos em simplificações e maniqueismos que deturpam a realidade e não ajudam a fazer face a este tipo de problemas com equilibrio, justiça e eficiência.

    .
    2° grupo :
    “Quantos e quais muçulmanos ditos moderados criticaram e se demarcaram dos actos terroristas de seus irmãos muçulmanos?”

    Como é evidente não me é possivel aqui e agora fazer uma lista de exemplos deste género…
    Eu não sei que fontes de informações o SHIRI BIRI consulta para ver as reacções aos atentados terroristas islâmicos.
    O que sei é que sempre vi reacções de condenação e demarcação por parte de muitos e muitos muçulmanos, desde os mais comuns e anónimos até algumas das ditas autoridades religiosas e comunitárias.
    Passo uma parte importante do meu tempo em Franca, um pais que tem sido alvo de vários atentados e que tem uma comunidade imigrada muçulmana importante e variada, e tenho-o testemunhado mais de perto desde há muito e cada vez mais à medida que o tempo passa e os atentados se repetem e se acumulam. Penso que uma parte muito significativa dos muçulmanos, em particular dos que estão instalados nos paises ocidentais ou têm com eles relações mais próximas, tem cada vez mais consciência do carácter inaceitável do extremismo e do terrorismo islâmicos e da necessidade de os combater com determinação e sem concessões, até mesmo e sobretudo no próprio interesse dos muçulmanos em geral.

    Mais uma vez, nada disto obsta a que possamos lamentar que não existam mais muçulmanos moderados e que possamos criticá-los por não serem mais activos e visiveis na condenação e na denúnica do fundamentalismo e do terrorismo islâmicos. O que não faz sentido e não é justo, nem é sensato, nem sequer é eficiente, é amalgamar e desprezar estes muçulmanos, não contar com eles e não os apoiar no confronto com os muçulmanos extremistas (que, de resto, não se enganam, e os designam normalmente como inimigos a abater).

  15. Aqui em baixo um exemplo da reacção das principais autoridades religiosas muçulmanas, neste caso em França a seguir ao atentado de Nice. Muitas outras noticias do género podem ser encontradas através de uma pesquisa na internet.
    Mais uma vez, isto não é negar que existem demasiados religiosos muçulmanos extremistas com atitudes diferentes, de regosijo, ambiguas ou indiferentes e que uma parte importante dos muçulmanos faz o mesmo.

    Attentat de Nice : le CFCM, l’UMF et la Grande mosquée de Paris condamnent l’attaque (15 juillet 2016, 3h00)
    http://www.leparisien.fr/faits-divers/nice-le-conseil-francais-du-culte-musulman-condamne-l-attaque-odieuse-et-abjecte-15-07-2016-5968641.php

    Le Conseil français du culte musulman (CFCM), la Grande mosquée de Paris et l’Union des mosquées de France (UMF) ont condamné l’attentat qui a fait jeudi soir à Nice au moins 84 morts, fauchés par un camion sur la Promenade des Anglais.
    «La France vient d’être touchée une nouvelle fois par un attentat d’une gravité extrême», déplore dans un communiqué le CFCM, en condamnant cette attaque «odieuse et abjecte qui vise notre pays le jour même de la Fête nationale qui célèbre les valeurs de liberté, d’égalité et de fraternité». «Le CFCM transmet sa totale solidarité avec les habitants de Nice, exprime sa profonde compassion aux familles des nombreuses victimes et souhaite un prompt rétablissement aux blessés», ajoute le texte. Il appelle également les musulmans de France à prier vendredi «à la mémoire des victimes de cette attaque barbare».
    Également dans un communiqué signé de son recteur Dalil Boubakeur, la Grande mosquée de Paris, exprimant «son immense émotion et sa consternation», a «condamné fermement cet odieux et horrible attentat criminel de masse». Elle «appelle à l’unité de tous les citoyens dans cette nouvelle terrible épreuve qui endeuille toute la communauté nationale».
    Mohammed Moussaoui, le président de l’Union des mosquées de France (UMF), liée au Maroc, a aussi condamné «avec la plus grande vigueur» l’attentat «lâche et abject» de Nice, dont le mode opératoire, «régulièrement évoqué» par le groupe Etat islamique (ou Daech), rappelle que la lutte contre le terrorisme doit prioriser «l’éducation et la prévention» auprès des jeunes dont “certains sont aujourd’hui transformés en instruments et armes du terrorisme”. L’UMF a également appelé les musulmans de France a faire de la prière de ce vendredi «un moment de recueillement à la mémoire des victimes» et à «se rapprocher des centres de collecte de sang» pour «faire un don en solidarité avec les blessés».
    “Nous sommes doublement touchés parce que c’est notre religion qui a été utilisée pour déstabiliser et massacrer des innocents, ça, c’est inacceptable”, confie au micro de France 3 Nabil Guettaf, imam de la mosquée d’Argenteuil.

  16. cinchh

    Shiri biri, continuo a não identificar que motivos lhe dei para recorrer ao insulto. Quanto aos exemplos, infelizmente são mais que muitos, pode começar pela India e também o Brasil.

  17. Qual dos defensores dos bons costumes tem coragem de esboçar uma solução final para a questão muçulmana??? Podem-se inspirar naquele grupo, mais ou menos cristão, que andava por aí à uns tempos atrás…

  18. A.R

    Ó Lavrador admiro-te por não teres vergonha de mostrar a tua ignorância:
    Bastava ler o Corão para veres que os apelos à eliminação física dos infiéis está no Corão imensas vezes;
    O ódio aos homossexuais e a pena de morte também para estes. No Irão, uma ditadora teocrática liderado por altamente conceituados clérigos islâmicos, aplicam o enforcamento. Estarão eles mal informados no Islão?
    As mulheres são referenciadas negativamente no Corão e a sua desgraça é clara: impedimento de conduzir, apartheid, de herdar, de ter igualdade de direito na justiça, de se vestir como quiser de casar com quem quiser. São maltratadas e mortas na Arábia Saudita, o guardião do Islão. Estará a Arábia a mal interpretar o Corão?
    Os cometem atentados frequentam mesquitas. Estarão mal informados sobre o Islão?
    Os Catedráticos da Universidade de Al-Azar prescrevem todas as penas anteriores? Estarão estes catedráticos enganados quanto ao Islão?
    O leader do ISIS é um conceituado especialista no Islão? Estará mal informado?

  19. A.R

    “de esboçar uma solução final para a questão muçulmana” Oh Guna e se fosses para o teu Paquistão?

    Que solução sugeres afinal? Aquela em os muçulmanos turcos exterminaram com requintes de tortura brutal os cristãos arménios?

    Aquela que Hitler, que admirava tanto a religião muçulmana que teve 100 000 muçulmanos no seu exército e se fez acompanhar por uma jóia de pessoa que era o Mufti de Jerusalém (um especialista em Islão), encontrou para os judeus?

  20. LUCKLUCKY : “Já alguém viu um jornal a entrevistar um Muçulmano reformista?”

    Eu já, vários, com diferentes graus de moderação e reformismo !…

    Um exemplo (exemplar), em França :

    http://www.francetvinfo.fr/societe/tareq-oubrou-imam-de-bordeaux-il-faut-combattre-lextremisme-par-la-culture-et-le-savoir_1714491.html

    “Tareq Oubrou, écrivain et imam français né au Maroc, est connu pour ses prises de position publiques en faveur d’un islam libéral.
    (…)
    Pour Tareq Oubrou, il existe un réel problème d’interprétation du Coran qui n’est plus adaptée au monde actuel. ” Le radicalisme correspond à une lecture du texte qui date du Moyen-Age, dans un contexte historique de dominance et de construction d’un empire. Il faut revoir sa lecture à la lumière de la réalité d’aujourd’hui (..) Il faut sortir d’une lecture naïve piétiste qui place le musulman face à un choix inextricable entre sa religion et le monde, un piétisme qui déconnecte le pratiquant musulman de la réalité” dit-il.”

  21. A.R

    “Eu já, vários, com diferentes graus de moderação e reformismo !” O islão não é reformável pois não tem substrato de valores em que basear esta reforma. O Corão é um manual de terrorismo e o profeta era um mau exemplo para tudo: era um simples salteador e assassino com um bando pelo qual distribuía saques e mulheres.

  22. MUCULMANOS MODERADOS ERGUEM-SE CONTRA O TERRORISMO !

    http://foreignpolicyblogs.com/2014/10/10/moderate-muslims-speak-out-against-terrorism/

    “ISIS has killed more Muslims than Westerners. Even though the Western media has not covered them extensively, there are Muslims speaking out and fighting against ISIS. The West should do more to support them in their struggle.”

    Many people in the west often ask why Muslims don’t take a stronger stand against terrorism in general and ISIS in particular, especially given the fact that the main victims of ISIS atrocities are non-westerners living in the Middle East, many of whom are Muslim.
    (…)
    While it is true that there are some Muslims who remain silent either out of fear for their own lives or that of loved ones, the full truth is that Muslims aren’t as silent on this issue as the West portrays them to be. There are Muslims who bravely speak out against terrorism, yet their voices don’t reach the western media.
    For example, a group of Moroccans have posted a video on the internet recently where they have declared that terrorist organizations like ISIS, Jabhat Al Nusra, Al Qaeda, Hamas, Hezbollah and the Islamic Jihad don’t represent them. The name of the video is titled “Not in my name” and includes Moroccan men and women from all age groups.
    (…)
    As we speak, Kurds are on the front lines risking their lives fighting against ISIS and most of them are Muslim. They continue to fight bravely even though they are not receiving sufficient support from the West, which so far prefers to help groups linked to the Muslim Brotherhood instead. It is time for the West to listen to and support moderate Muslims struggling against ISIS and other terror organizations. “

  23. A.R

    No meio desta carnificina mais de 500 000 de cristãos (agora em números residuais) foram chacinados pelos muçulmanos… não me admira que tenha sobrado para alguns muçulmanos.

    Já a população de judeus nos países islâmicos que era, em alguns casos centenas de milhar, é agora umas dezenas. Fruto da tolerância, da paz e da convivência islâmica.

    Agora fazer dos muçulmanos as principais vítimas de perseguições é de artista. Agora isso é lá com eles e com Obama que libertou o lider do Estado islâmico de Guantanamo.

  24. “O islão não é reformável pois não tem substrato de valores em que basear esta reforma.”

    O “reformismo” é precisamente a adequação desse substrato aos tempos modernos.
    O cristianismo também já teve as suas fases obscurantistas e opressoras mas foi sendo progressivamente reformado.
    Já houve periodos importantes da história em que o mundo muçulmano foi globalmente mais tolerante do que eram então outras regiões, inclusivé no mundo cristão.
    A emergência do extremismo islâmico com a força e a agressividade que tem hoje é relativamente recente.
    Mesmo nos tempos actuais, em que sectores e grupos fundamentalistas e terroristas adquiriram uma forte influência sobre uma parte importante dos muçulmanos e um capacidade opressora nas sociedades de maoria muçulmana, existem muitos muçulmanos e forças vivas importantes nestes paises e na emigração no resto do mundo que têm uma interpretação da religião e uma atitude perante a vida do dia à dia que são bastante mais seculares e tolerantes.
    Negar, ignorar, menosprezar, hostilizar e não apoiar os muçulmanos moderados é não apenas injusto para com largos milhões de pessoas, muitas vezes os principais inimigos e as maiores vitimas do fundamentalismo e do terrorismo islâmicos, mas é sobretudo inconsequente do ponto de vista da defesa dos valores e dos interêsses do Ocidente em particular e das sociedades mais abertas e liberais em geral (inclusivé no mundo muçulmano).
    Os muçulmanos moderados já são e podem vir a ser ainda mais os melhores aliados do Ocidente na guerra contra o obscurantismo e o terrorismo islâmicos.

  25. “Agora fazer dos muçulmanos as principais vítimas de perseguições é de artista.”

    Em termos de vidas humanas destruidas é indiscutivel : basta ver os noticiários sobre atentados terroristas islâmicos contra sectores dos paises muçulmanos que mais escapam e resistem aos projectos totalitários dos islamistas.

  26. A.R

    “Já houve periodos importantes da história em que o mundo muçulmano foi globalmente mais tolerante do que eram então outras regiões, inclusivé no mundo cristão.” Nunca o islão foi tolerante. A ideia que foi tolerante na península ibérica é também falsa: foi uma repressão e humilhação constante dos povos europeus. Ou pagavam ou eram mortos. Sempre empreenderam guerra de conquista e submissão. Por isso o curriculum é aterrador: 225 milhões de mortos.

    Espalhou-se pela cimitarra e pelo terror: está no corão. Por isso não têm a que se agarrar para se reformarem: não existem os fundamentos no corão. Por isso existe a lei da blasfémia: quem abandonar o Islão é liquidado. O bom muçulmano deve imitar o profeta e o profeta sabemos o que fez.

    Também talvez se pudesse reformar o nazismo: afinal Hitler interpretou mal os filósofos da época e foi mal aconselhado.

  27. A.R.,

    Pouca gente, muito menos eu, nega que os cristãos do Oriente e outras minorias étnicas e religiosas (por exemplo, os Yazidis do Iraque) têm sido vergonhosamente perseguidos e chassinados pelos extremistas islâmicos.
    De resto, os relatos dos sobreviventes referem repetidamente que, antes da chegada do ISIS, viviam sem problemas maiores no seio de populações maioritáriamente muçulmanas.
    O que eu digo é que não se devem confundir os carrascos, os extremistas islâmicos, com a maioria dos muçulmanos, que, no final e cada vez mais, são também vitimas (vejam-se os relatos das populações que escapam ou são resgatadas das mãos do ISIS, como agora em Mossul, maioritáriamente … muçulmanas !…).

  28. “225 milhões de mortos”

    Este numero é claramente fantasioso … muito superior ao total das populações cristãs e muçulmanas juntas da altura !…

    Não se trata de pintar um quadro idilico do mundo muçulmano da altura e da ocupação moura da Peninsula Ibérica. Todas as conquistas e ocupações da altura tinham o seu rol de violências e mortos. Como tiveram depois a Reconquista e as cruzadas.
    Mas todos os historiadores reconhecem que a ocupação muçulmana, para além da violência militar necessária para a impor, até dava uma grande margem de liberdade às populações cristãs.
    Do mesmo modo que é irrealista e mistificador apresentar o mundo cristão da época medieval como sendo mais tolerante para com os mouros do que estes eram para com os cristãos (e judeus).

    De qualquer modo, tudo isto é muito interessante mas o mais importante é que nenhuma religião, incluindo a cristã e a muçulmana, é incompativel com a evolução e a reforma a partir dos textos fundadores e das práticas mais dogmáticas.
    O recurso à história não interessa tanto para se compararem as duas religiões mas serve sobretudo para constatar que qualquer uma delas teve altos e baixos consoante as diversas interpretações e versões que se sucederam ou coexistiram no tempo (por exemplo, vejam-se, no seio do cristianismo, as diferenças entre o catolicismo e os variados protestantismos).

  29. “Também talvez se pudesse reformar o nazismo: afinal Hitler interpretou mal os filósofos da época e foi mal aconselhado.”

    A Lei de Godwin [“À medida que cresce uma discussão, a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo Adolf Hitler ou o nazismo aproxima-se de 1 (100%).”] começou a funcionar !… 😉
    O melhor é irmos descansar. Sem rancores !… 🙂
    Boa noite !

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