Os maiores aliados de Trump (2)

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Espanto e choque. O que fazer face a Trump. Por José Manuel Fernandes.

Quase tudo aquilo que os adversários de Trump têm vindo a fazer tem contribuído para que ele reforce a sua posição. Quando os actores milionários de Hollywood fazem comícios em cada cerimónia em que aparecem, os eleitores de Trump não vacilam, cerram fileiras. Quando Obama quebra a regra do silêncio que os ex-presidentes sempre respeitam está a dar força aos que protestam, mas não a enfraquecer a legitimidade de Trump, antes a reforçá-la. Quando os órgãos de informação tratam de forma totalmente desproporcionada os protestos anti-Trump e as manifestações de apoio estão a fechar-se ainda mais na “bolha” que os impediu de perceberem o descontentamento anti-establishment que grassava (e grassa) na América que não vive nas grandes cidades.

Leitura complementar: O Presidente Trump, as sondagens e o futuro.

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15 thoughts on “Os maiores aliados de Trump (2)

  1. Há dias reparei que o nosso 1º Costa despediu um alto funcionário (relacionado se bem me lembro com coisas da aviação), por alegadamente ter desobedecido ás ordens do governo, mas não apalpei vestígios de indignação. Agora que Trump despediu uma funcionária de topo por não ter respeitado um decreto da presidência não há tuga que se preze que não puxe da colher de pau. Só á bengalada.

  2. JP-A

    Metade dos americanos (49%) concorda com Trump, informa o Observador. A outra metade são 41% contra, mais os 10% que não se pronunciam. Se fossem 41% contra 49% era menos de metade e estava derrotado. A RTP da senhora que migrou já está em plena SICalização bloquista. Só faltou pôr o Louçã a discutir o assunto contracenando com a Ana Drago, Pelo meio apareceu o Sampaio a falar do assunto, com a mesma cara de todos daqueles que como ele falam preocupados com o jornalismo, mas estiveram calados durante o escabroso socratismo que se pronunciava na TV contra o jornalismo de sarjeta do CM, da TVI da Manuela, etc. É uma terrinha muito engraçada, a nossa 🙂

  3. O Trump treme com as intervenções do guterres e do sampaio.
    Já pediu desculpa ao santos silva pelas promessas que cumpre.
    A américa mal comportada que se cuide.
    Com os tugas não se brinca.

  4. lucklucky

    Olhem Trump no corpo de outra pessoa a falar aqui há uns anos atrás…

    “All Americans, not only in the States most heavily affected but in every place in this country, are rightly disturbed by the large numbers of illegal aliens entering our country. The jobs they hold might otherwise be held by citizens or legal immigrants. The public service they use impose burdens on our taxpayers. That’s why our administration has moved aggressively to secure our borders more by hiring a record number of new border guards, by deporting twice as many criminal aliens as ever before, by cracking down on illegal hiring, by barring welfare benefits to illegal aliens. In the budget I will present to you, we will try to do more to speed the deportation of illegal aliens who are arrested for crimes, to better identify illegal aliens in the workplace as recommended by the commission headed by former Congresswoman Barbara Jordan. We are a nation of immigrants. But we are also a nation of laws. It is wrong and ultimately self-defeating for a nation of immigrants to permit the kind of abuse of our immigration laws we have seen in recent years, and we must do more to stop it.”

    https://www.c-span.org/video/?c4351026/clinton-1995-immigration-sotu

    Mas a janela de Overton mudou de posição no Ocidente este texto é hoje para jornalistas – que são quem move a janela- de extrema direita racista . O que mudou? Em face da falta de temas uma fuga para a frente da Esquerda? O desejo de exploração eleitoral do imigrante? o eterno desejo Marxista de destruir a cultura Ocidental? Todas estas variáveis?

    https://en.wikipedia.org/wiki/Overton_window

  5. lucklucky

    Mas o José Manuel Fernandes nem dedicou uma linha à mudança do que é política aceitável feita pelos jornalistas na ultima década.

  6. LUCKLUCKY : “Mas o José Manuel Fernandes nem dedicou uma linha à mudança do que é política aceitável feita pelos jornalistas na ultima década.”

    Nem o José Manuel Fernandes nem ninguém pode falar e tratar de tudo num único artigo….
    Tenho ideia de ter visto este aspecto tratado em muitos outros artigos deste autor.
    Mas, por sinal, eu até vi neste artigo varias linhas que apontam explicitamente e claramente para esta mudança e para a responsabilidade dos jornalistas :

    “Nas últimas décadas assistimos a um assalto do “politicamente correcto” que tratou de impor uma linguagem única que, mais do que corresponder a valores democráticos e humanistas partilhados por todos, correspondeu à tentativa de impor uma agenda ideológica de “engenharia social”.
    (…)
    Quando os órgãos de informação tratam de forma totalmente desproporcionada os protestos anti-Trump e as manifestações de apoio estão a fechar-se ainda mais na “bolha” que os impediu de perceberem o descontentamento anti-establishment que grassava (e grassa) na América que não vive nas grandes cidades.”

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