Um texto meu na Folha de São Paulo, sobre as opiniões que se formaram sobre Soares pela minha geração e querubins ainda mais novos. Um amuse-bouche:
‘Algumas pessoas em Portugal estão por estes dias espantadas pela ausência – gritante e ostensiva – do povo comum português nas cerimónias fúnebres de Mário Soares. Houve funeral de estado cuidadosamente preparado e executado – e bonito. Os políticos louvaram em abundância Soares. Os jornalistas lamentaram-se como se tivesse morrido o gatinho preferido. As televisões e jornais esqueceram que existia resto do mundo. A população? Não quis saber.’-
Folha de São Paulo?! Ena que cosmopolita, parabéns.
Infelizmente não vou poder ler o resto já que a Folha insiste em perguntar se já sou cadastrado. Tento assegurar que sou uma pessoa de bem mas nem assim me deixam ler o artigo completo.
“do político que em 1975 fez parar a intentona comunista de instaurar em Portugal uma ditadura pró-soviética, salvando a incipiente democracia mesmo à beira do precipício.”
Que grande aldrabice , inventada pelos ignorantes jornalistas portugueses e politicos narcisistas necessitados de reconhecimento e propaganda . È por isso que ficam a falar sózinhos , numa masturbação sem fim!