Enquanto seguimos cantando e rindo…

Juros da dívida superam os 4%, o limite do “conforto” da agência DBRS

Os juros da dívida portuguesa superaram esta quinta-feira os 4% no prazo a 10 anos, o nível mais elevado desde fevereiro do ano passado e que supera o nível que a agência de rating DBRS, a que segura Portugal nas compras de dívida do BCE, considerou em entrevista ao Observador que seria o limite a partir do qual deixaria de estar confortável com a notação atribuída à dívida portuguesa (a única acima de lixo).

(…)

Depois de um pequeno alívio na sessão de quarta-feira, os juros da dívida a 10 anos voltaram hoje a subir e estão a aumentar 12 pontos-base para 4,02%. Em contraste, a dívida espanhola a 10 anos está com juros de 1,5% e a italiana com taxas inferiores a 2%.

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10 thoughts on “Enquanto seguimos cantando e rindo…

  1. AB

    Tal como escrevi no post sobre a inflacção regressar à Alemanha, já começou a pressão sobre o BCE. Está dado o pontapé de saída para o nosso próximo resgate. Agora resta ver como os ratos fogem deste navio que afundaram. Preparem-se para níveis nunca vistos de putanhice política e facadas nas costas.

  2. Com o negociador nato e inteligência nata (diz PR e não só) nada devemos temer.É um seguro garantido!Não percamos a fé!

  3. Pingback: POLITEIA

  4. ABC

    Mas não somos! Lixo é quem nos colocou nesta situação. Neste momento estamos completamente dependentes da boa vontade alheia, e não sei se já reparou, a boa vontade escasseia nestes tempos.
    Em termos prácticos, a DBRS faz avaliações trimestrais. A última de 2016 deve estar aí a rebentar. Se nos baixarem o rating, o que é mais provável que improvável, teremos um novo resgate. E é melhor que o tenhamos enquanto a Merkel está à frente da Alemanha e Hollande da França.
    E é melhor não protelar. O BCE até pode manter a nossa capacidade de nos endividarmos durante todo o 2017 a juros aceitáveis, mas isso só tornará a dívida ainda mais insustentável e o “desmame” ainda mais violento. Sem falar nas empresas. Repare que a dívida subordinada que a CGD vai colocar a investidores institucionais é a um juro previsto de 11%. Esse é um bom indicador do que seria o juro pago pelo IGCP sem o BCE a garantir.
    É quase surrealista o que a Geringonça fez e faz, e absolutamente incrível o apoio que tem. Não sei se é tudo burro ou doido, mas é uma dessas duas coisas.

  5. Filipe Costa

    O Galamba reagiu no twitter, espero a reação da LGBTXPTO

    @ltavaresbravo olhar para os juros e culpar o governo n é muito diferente de olhar para tempestades e culpar a homossexualidade ou as drogas

  6. mario

    Caro Filipe Costa, o que o “prof. Galamba” diz e correcto….. Assim como as tempestades sao inevitaveis, tambem o e um pseudogoverno socialo-comunista nao inspirar confiança em gente que nao pretende trabalhar para sustentar os xuxas e amanhas que cantam…..

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