Lula da Silva, o eterno Presidente do Brasil

Faltam-me as palavras para classificar Lula da Silva.

Anúncios

11 thoughts on “Lula da Silva, o eterno Presidente do Brasil

  1. Filipe Costa

    Palavra mais pronunciada: Quebrado.

    Tudo quebrado, coitados dos brasileiros, acreditaram nos amanhãs que cantam e deu no costume.

  2. Lula da Silva saiu aos seus: um gajo muito pobrezinho, que conseguiu juntar-se a milhões de outros gajos muito pobrezinhos e conseguiu convencê-los de que era socialista para esses pobrezinhos votarem nele. E assim foi parar ao governo e encher-se de massa… tal e qual como outros milhares de socialista por todo o mundo, como por exemplo: Sócrates!

  3. Ele também fala em bilhões…. alguém sabe o que significa? Caricatamente em Portugal fala-se por exemplo de 7 mil milhões de euros… alguém sabe o que quer isso dizer? Serão 7 mil milhões o mesmo que 7 bilhões ou 7 biliões?

  4. AB

    @JOAQUIM BRITO
    A notação científica diz que um bilião é um milhão de milhões. Normalmente considera-se um bilião mil milhões – por exemplo Bill Gates não tem 70 milhões de milhões de dólares. Coitado, tem apenas 70 mil milhões.
    Mas a notação científica também é paradoxal. Por exemplo 100 = 10×10, mas o milhar não resulta de 100×100. Depois o milhão são 1000×1000. Por essa lógica um milhar deviam ser 100×100, ou seja 10000.
    Alguém explica?

  5. O que é que Lula disse errado nestes 6 minutos? Que se o Brasil tivesse impostos directos cobrados nas taxas utilizadas em qualquer país europeu, ou mesmo nos EUA, o Estado brasileiro seria superavitário? Que a dívida pública brasileira é, proporcionalmente ao PIB, inferior à dívida pública alemã e tem espaço para acomodar o investimento em infra-estrutura que necessita com urgência e que dinamizaria a economia?

  6. Lucas Galuxo

    Como brasileiro que sou, ofende-me que alguém concorde com Lula. A taxa de juros paga pelo Brasil é muito superior à da Alemanha, pois o Brasil não consegue por no mercado títulos a juros baixos. Durante os governos de Lula e de Dilma, apesar da facilidade imensa que encontrou (importações crescentes da China e de outros países orientais, absorvendo enorme quantidades de minérios, soja e gado, que é o que o Brasil realmente consegue exportar) a divida crescer imensamente, pois boa parte dos juros da dívida tinha de ser refinanciada. É estupidez querer aumentar uma dívida sem a confiança dos credores, pagando juros crescentes. Nós não temos um BCE para nos salvar de nossa própria estupidez (um desonestidade) Durante o segundo mandado de Lula e os dois mandados de Dilma, o crescimento da inflação monetária foi imenso, resultando eventualmente em inflação de preços muito acima da meta, a qual Dilmanta tentou controlar com medidas paliativas como controle de preços. Você propõe que se volte aos disparates que foram praticados. Guido Mantega, o italiano extremamente corrupto, foi a desgraça do Brasil. Antonio Palocci, o primeiro italiano, tão corrupto quanto o segundo (ambos roubando sob as ordens de Lula) pelo menos era SÓ corrupto. Guido Mantega quebrou o Brasil com políticas destrutivas a médio prazo, para fazer demagogia a curto prazo. É exatamente isso que Lula propõe fazer de novo.

  7. “Como brasileiro que sou, ofende-me que alguém concorde com Lula”

    Não se ofenda, Renato. Contribua com argumentos para que a maioria do povo brasileiro não concorde com ele e não volte a entregar-lhe a Presidência. Não aceite o aporcalhamento das instituições que representaria utilizar o sistema judicial para o impedir.

    O prolongamento de um qualquer partido no poder cria vícios. A alternancia democrática é salutar. Mas a mudança não pode ser feita a qualquer preço. Outra que não o voto popular, a estratégia do quanto pior melhor de um Congresso que bloqueou as medidas que poderiam compensar desequilíbrios conjunturais, golpes parlamentares com truques jurídicos cínicos, ou destruir as maiores empresas brasileiras, lançando milhões no desemprego e castigando o PIB por muitos anos, supostamente para fazer justiça, ainda que haja notícia de que muitos dos extorsionários já se encontrem em casa a gozar dos proventos dos seus actos corruptos, faz desaparecer a confiança.
    O governo anterior, do qual fazia parte o actual Presidente, cometeu, certamente, muitos erros. Acho que não fez tanto mal ao Brasil como o clima de diabolização permanente e bota-abaixo com que parte da oposição e algumas instituições judiciais, desrespeitando a sua função, o combateram. Sobretudo por se perceber que não existem soluções milagrosas, sem estabilidade política e social. Em Portugal, vimos coisas parecidas.

  8. Lucas

    Você está totalmente errado. A conjuntura apenas apressou o desfecho, que já estava dado. A crise não foi criada pelo congresso, isso não tem o menor sentido. Os empresários prefeririam uma mudança sem a saida do governo, e o povo também, porque ninguém prefere o modo traumático ao modo menos traumático. Era evidente que existiam motivos jurídicos que justificassem a deposição da presidente, mas eventualmente ficou claro que a dita cuja jamais faria as mudanças necessárias. Sabíamos que o nosso futuro seria igual ao da Venezuela (o próprio Lula varias vezes falou para Chaves que gostaria de efetuar as mesmas mudanças que este estava fazendo, no mesmo rítmo, e lamentou não ser possível). A retirada do pós-italiano, que foi substituído na fazenda por Barbosa, foi apenas um truque de Dilma, para sinalizar uma mudança na economia que ela mesma impedia, desautorizando seu ministro da Fazenda a cada dia. A degradação das instituições era constante, e vinha desde muito antes. Quando ficou evidente que estávamos nos tornando rapidamente outra Venezuela, a maioria do povo quis a deposição de Dilma, e eu, como outros milhões, saímos às ruas para pedir sua saída. Só quando viram os números dos que pediam a cabeça da presidente, os congressistas concluíram que era o momento político de destitui-la (porque, juridicamente, já haviam motivos desde seu primeiro mandado). Vou dizer mais uma coisa que talvez você não saiba. Quando estourou o escândalo do mensalão, Lula tinha certeza de que seu governo acabaria ali. E só não acabou por intervenção do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que trabalhou intensamente nos bastidores para frear a queda de Lula, já que as condições jurídicas e políticas para essa queda estavam dadas.

  9. Renato, destituições e nomeações de governos obedecendo à gritaria das ruas, sem passar pelas mesas de voto, ocorre em países bolivarianos. O golpe foi um fenómeno venezuelista. Muito mais do que esse espantalho habitualmente acenado por quem tem falta de propostas razoáveis. A credibilidade institucional perde-se num fósforo e leva muitos anos a recuperar, bem como a estrutura empresarial e a capacidade tecnológica. Tal como em Portugal, o chinfrim político e falta de união, no eco de uma grave crise financeira global, resulta em regressão social e económica e na entrega, a troco de bagatela, dos principais activos estratégicos nacionais a entidades estrangeiras.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s