O lobby LGBT como ameaça à liberdade (2)

Foi com especial satisfação que constatei que o meu artigo desta semana no Observador (Pela liberdade, resistir ao lobby LGBT) suscitou grande interesse tendo sido um dos mais lidos de todo o site nos últimos dias e atingido cerca de 2.000 partilhas nas redes sociais.

Mais do que o (limitado) mérito pessoal do autor, creio que este sucesso evidencia que tanto o tema como a abordagem suscitam interesse por parte de muitos leitores, ainda que as patrulhas do politicamente correcto prefiram silenciar sempre que possível as vozes críticas e não se coíbam de usar todos os meios que têm à sua disposição, incluindo apelos à censura, insultos e ameaças de vária ordem.

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6 thoughts on “O lobby LGBT como ameaça à liberdade (2)

  1. Estas agremiações como a LGBT são inventadas por quem? Quem lhes outorgou a representação?

    A ideia que tenho é que os corpos gerentes se autoproclamam representantes de determinado grupo populacional mas na prática são apenas representantes de si próprios e, eventualmente, de meia dúzia de comparsas.

    Quem financia a LGBT? Dinheiros públicos? Quais são as receitas destas agremiações e dos membros dos seus corpos sociais?

    É importante saber as respostas a estas perguntas para termos a noção clara da verdadeira importância e representatividade de gente que revela um carácter totalitário e que apoia regimes totalitários que desrespeitam os homossexuais como é o caso da Palestina, por exemplo.

    Sou contra a homossexualidade mas não sou contra os homossexuais. E sou absolutamente contra campanhas que promovem a homossexualidade como algo superior à heterossexualidade. Campanhas que nos dizem que devemos proteger os homossexuais como o lince da Malcata.
    Esta atitude é um atestado de menoridade aos homossexuais e só vai antagonizá-los com o resto da população. A LGBT só serve para auto-segregar os homossexuais em relação ao resto da sociedade.

  2. Tiro ao Alvo

    shiri, tem razão. Também penso que muitas dessas associações apenas representam aqueles que se dizem seus dirigentes. Esta seria uma faceta a investigar pelos nossos jornalistas, se eles não estivessem demasiados preocupados com o politicamente correcto.
    Por outro lado, a apologia que eles fazem da homossexualidade já vem de longe: há mais de 50 anos que alguém tentou desmascarar essa fantasia, acusando um grupo de “intelectuais” de “cultivarem a homossexualidade como base essencial do talento”. Infelizmente, ainda há quem vá nessa cantiga.

  3. Pingback: Maus tempos para a liberdade – O Insurgente

  4. AB

    Pode ser que a comunidade LGBTI perceba a tempo que o lóbi LGBTI já os prejudica mais do que os ajuda. Tal como alguns trabalhadores e eleitores já perceberam que os sindicatos e o governo estão mais interessados em defender a sua própria posição, e não a dos seus “representados”.

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