Votos De Boas Festas E Cordiais Saudações Socialistas

Camaradas, de que é que estão à espera?

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Leitura complementar: Hoje o Partido, Amanhã o País

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20 thoughts on “Votos De Boas Festas E Cordiais Saudações Socialistas

  1. A conta não devia ser acompanhada de uma factura detalhada? Assim como a da electricidade: a verba para salários, a das rendas das sedes, a dos impostos, a dos encargos gerais administrativos, etc. ?

  2. Ó João Cortez, qual é o problema deste partido pedir ajuda ?

    Se é isto que te preocupa neste País miserável, eu vou ali e já venho.

    A esquerdalha não presta, mas olha que assim não vais longe.

    Este post é palhaçada que não deveria ter lugar no melhor blog Português.

  3. JP-A

    Com esta miséria de pagamento e com o número de alegados “militantes”, ou a dívida é sanada imediatamente ou rapidamente se ficará a perceber que percentagem de pessoas está registada no partido por mero interesse nos benefícios que a cartolina possa dar. Isto sem contabilizar aqueles que sendo da nata do partido, certamente darão muito mais, até porque como todos sabemos, hoje já se vive muito mais desafogadamente em Portugal 🙂

  4. mariofig

    Concordo inteiramente com o SIM999BLOG. Tal como o Marco e o Joao afirmaram, isto vai de uma ponta à outra dos partidos com assento parlamentar. Estar aqui a apontar o dedo a um ou dois, não só dá precisamente ares do tipo de hipocrisia de esquerda que denunciamos, como é difícil de usar como argumento porque é uma prática comum e mesmo compreensível entre todo os tipo de organizações de associados, não apenas partidos políticos.

    Na realidade, até porque defendo um modelo de financiamento partidário que exclui qualquer tipo de financiamento público, para ser franco parece bem que o PS ou outro qualquer faça isto. Pena é que também temos o financiamento público.

    Mais importante é o buraco financeiro do PS que já vai em 21 milhões. Portanto, associar este pedido de ajuda a esse clara falta de gestão interna seria muito mais interessante. Mas parece que o João Cortez hoje está com a preguiça natural da época festiva e não quer mais além…

  5. Pingback: POLITEIA

  6. Não têm nenhuma dignidade, conduzem o partido da mesma maneira que conduzem o país, esbanjam em coisas estúpidas e depois vêm de mão estendida pedir aos outros, de joelhos, a arrastarem-se pelo chão…

  7. O PS foi o partido que mais tachos arranjou desde 25 Abril. Acho repugnante os seus comportamentos.
    Este senhor que assina o pedido sempre viveu à pala do bem bom. Chegou a ter 2 tachos em simultâneo. Um deles por pertencer a um CONSELHO na TAP que pouco lá fazia, recebia 7.500€/mês. Até nesta atitudes são pobres de espírito. Eu dava sem rebuço 1 salário ou 2 se tivesse tido ao longo da vida tão grandes prebendas.
    Gente que pensa miserável.

  8. No socialismo, empresa privada é aquela que é controlada pelo governo, e empresa pública é aquela que ninguém controla. Além de expoliar e mendigar os camaradas tem mais alguma competencia?

  9. Já não se pode desejar boas festas aos camaradas socialistas e ao mesmo tempo fazer um pedido de uma módica contribuição para ajudar as contas do partido que se encontra em falência dada a excelência histórica da sua gestão e da elaboração dos seus planos macro-económicos?

  10. mariofig

    Lucas Galuxo, achei piada à tua pergunta. Os partidos já são financiados pelos contribuintes. Chama-se financiamento público e existe em Portugal desde o 25 de Abril. O que significa, que qualquer militante ou simpatizante do CDS, quer goste quer não, ajuda a financiar o BE e o PCP. E tu, quer gostes, quer não, ajudas a financiar o PSD e o CDS.

    Ainda bem que és contra isso. Eu também sempre fui. Sou a favor do financiamento privado dos partidos políticos, porque acredito que é a sociedade que dever determinar a viabilidade de um projecto político apenas através do seu apoio directo. Democracia, meu caro, não é só no dia das eleições. Nem tão pouco os meus impostos têm que estar a financiar partidos políticos aos quais eu seja totalmente oposto.

    Mas o financiamento partidário público que tu te opões foi criado pela tua esquerda. E tem servido que nem uma luva para financiar a permanência de projectos políticos obsoletos ou redundantes como os Verdes e facilitado a permanência de toda uma esquerda à esquerda do PS cuja expressão eleitoral não atinge sequer um terço do eleitorado neste país. Portanto, camarada, agradece o financiamento público. É por causa do dinheiro dos contribuintes portugueses que tu ainda tens PCP na AR.

  11. Mario,

    “Portanto, camarada, agradece o financiamento público. É por causa do dinheiro dos contribuintes portugueses que tu ainda tens PCP na AR.”

    O PCP é talvez o único partido que nao precisa de um chavo do financiamento publico. É somar as “doaçoes”de patrimonio que receberam no pós 25 de Abril com a Festa do Avante (que nao paga IVA).

    O problema está em saber que tipo de poder político teríamos se nao existisse financiamento público. Uma campanha eleitoral custa bastante dinheiro e portanto ou
    – o Estado arranja forma de reduzir esses custos (forçando os privados a subsidiar as eleiçoes, algo com que eu estou de acordo)
    – as contas e as eleiçoes internas dos partidos teriam de ser MUITO bem escrutinadas (que nao o sao, em parte por limitaçoes da legislaçao)

  12. mariofig

    Nelson,

    Admito que seria realmente necessário estudar bem o assunto. Mas o financiamento privado é possível e já existe. O que se passa no entanto, é que devido ao financiamento público, os partidos têm adoptado uma posição de laxismo e preguiçosa em relação à sua capacidade de mobilizar o eleitorado no sentido de obter apoios directos. Aliás acredito que o financiamento público é bem capaz de ser o maior responsável pelo analfabetismo político generalizado da população portuguesa, uma vez que os partidos não sentem qualquer pressão para se aproximar do universo eleitoral português. Um sistema privado de financiamento obrigaria os partidos a trabalhar mais para validarem os seus projectos políticos, nem a sociedade civil precisaria de 4 anos para penalizar um partido político que não respeitasse o seu projecto político ou ficasse além das expectativas.

    Más é como o Nelson disse, e eu concordo. Não será fácil mudar o regime de financiamento partidário, agora que está tão vincado na cultura partidária. Mas era uma reforma política que muito gostaria de ver acontecer.

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