Uma autêntica anedota

Portugal é uma autêntica anedota, e nós os palhaços que financiam o circo. Não há outra forma possível de comentar o assunto em infra:

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39 thoughts on “Uma autêntica anedota

  1. Olhe, usar os exames de aferição que se realizavam no final de cada ciclo, coisa que o actual governo alterou, impedindo assim de se criar uma série. Agora, é de suspeitar que uma escola que surge em 300º lugar de repente passe para o top 5, e que só lá figurem escolas públicas…

  2. Ontem, um professor de história numa escola problemática, disse que metade dos seus alunos ainda não tinham manuais escolares!… Que nos anos passados, este alunos recebiam os manuais grátis, mas agora têm de comprar e só depois o dinheiro lhes é devolvido. Como os pais não têm dinheiro, os alunos ainda estão sem manuais!êm

    O Ministro da Deseducação está muito ocupado a inventar rankings de escolas para se preocupar com estes assuntos de menos importância.

    Geringonça = Gestão criminosa do país.

  3. Miguel Alves

    Será que este ranking foi feito pelo Nuno Félix – o homem das 2 licenciaturas que afinal não tem nenhuma – antes de se despedir?

  4. Dá vontade de chorar. Primeiro retiram os exames, e agora inventam um ranking. Vivemos no faz de conta e na mentira, deprimente

  5. Vocês lembram-se das previsões do ps para adquirir votos. Lembram-se das mesmas quando a geringonça tomou posse? Haverá mais alguém no mundo que consiga destruir tanto em tão pouco tempo?

  6. As notas não querem dizer nada, aplica-se a Darwin, Einstein, Churchill, Edison, e outros, estou a ouvir na RTP2 (num programa sobre Darwin). Só faltou dizer que as boas notas são castradoras. Assim sendo, é lógico que os critérios usados não sejam notas, ou mesmo que a lógica não se aplica aqui, mas sim a criatividade.

  7. Não seja parvo- não existem bob dylans nem Einsteins a granel- existe granel na escola pública e esse tem de ter formação porque não vão ser todos músicos nem génios cientistas.

  8. Essa estupidez de negarem a pertinência dos exames escolares ao mesmo tempo que idolatram medalhas olímpicas, até de deficientes e vão assistir às provas de passagem de ciento dos filhos no judo, é que é o espelho da imbecilidade da ideologia escardalha.

    Hipocrisia para nabos que sabem que só por via desse estatismo e carreira de apparatchick podem ser alguém na vida.

    E todos querem ser muito e ter muito dinheiro porque não há gente mais esfomeada e gananciosa do que a vive da inveja.

  9. Filipe

    MANUEL VAZ,

    Posso perguntar a sua profissão e o tipo de escola que frequentou?

    Não preciso de resposta, fiquei curioso acerca do laxismo que defende.

  10. As anedotas sucedem-se a grande velocidade, o domingues mentiroso da cgd é a última, mas amanhã há mais, juntamente com aquelas promessas sábias para conquistar votos. Até ver.
    Uma das características do diabo é não dizer quando aparece.
    O PPC atreveu-se a fazer vaticínios, o diabo lixou-o, claro. Ainda não chegou, mas é como dizem nossso hermanos das bruxas:
    “YO NON CREO EN BRUJAS, PERO QUE LAS HAY, LAS HAY.”
    Mesmo com o plano B.

  11. Nuno

    «Agora, o Ministério da Educação quer tornar o indicador de medição do desempenho das escolas para o ensino secundário “mais realista e justo”, tendo em conta o nível sociocultural e todo o percurso individual dos alunos do 10º ao 12º ano.»

    Medo, quando socialistas arrancam com o “realista e justo”. Dir-se-ia que um ranking de melhores é algo simples de fazer usando os resultados efectivos dos alunos. Mas, como toda a gente sabe que a Escola Pública não tem nada a ver com os alunos e tudo a ver com os sindicatos de professores instalados, arranja-se um ranking todo negro de levar pancada até estar “justo”.

  12. E quando destruírem o ENSINO PRIVADO, não tenho dúvida nenhuma que as públicas ficam sempre mo top.
    A demagogia desta gente não tem limites.
    Quem vai pagar as asneiras desta gente somos todos nós
    É a teoria de nivelar as coisas pelos níveis mais baixos.

  13. Mas qual é o espanto? O resultado de qualquer ranking depende dos critérios que o suportam. Isto é válido para o actual (que desconheço) como para todos os anteriores. Assim como é tão válido contestar o actual, como todos os anteriores. Por exemplo, sempre se disse que se comparavam escolas com exigências diferentes e condições diferentes.

  14. Então a solução de génio é criar exames iguais para todas as escolas sem ter em conta de quais estratos sociais/culturais?
    É essa a forma de génio de avaliar se uma boa escola é melhor que outra?
    Isto é como avaliar dois pilotos, um a conduzir um ferrari e outro a conduzir um fiat.

  15. Nuno fialho

    Caro Mário Amorim.
    Agradeço a sua resposta.
    O excesso de trabalho não permitiu uma resposta mais célere.

    Escrevo sem qualquer afiliação partidária ou sindical.

    As provas de aferição são uma boa ideia. Concordo consigo. Sendo no final do ciclo, como estavam anteriormente operacionalizadas, impossibilitam que se utilizem os dados recolhidos para melhorar os resultados daqueles alunos.
    Quando às formas de medir as desigualdades nas escolas, porque elas existem e impactam no sucesso académico (basta ver os relatórios do CNE de David Justino, da CE e da OCDE), há que ter critérios que permitam aferir o trabalho das escolas. Só assim se poderá utilizar melhor os recursos disponíveis. As médias nos exames são claramente redutoras e in Não sei se concorda comigo.

    Quanto à notícia do económico, gostava de ter mais dados para analisar e comprovar essa conclusão do top 5, porque não os encontro.

    Cumprimentos.

  16. Caro Nuno Fialho, as notas dos exames não são o único critério a ter em conta. Aliás, as condições sócio-económicas de uma dada escola são tidas em conta. Não é expectável que uma escola de uma freguesia rica e instruída obtenha os mesmos resultados que de uma pobre. Daí que o importante de ser medido seja a progressão que alunos do mesmo extracto socioeconómico têm. E isso era medido se existissem… exames de aferição comparáveis.

  17. Nuno Fialho

    Caro Miguel.

    Obrigado pela resposta.
    Parece que estamos de acordo em relação ao valor das provas de aferição e de critérios que incorporem variáveis com relação directa no desempenho dos alunos, e portanto, como expectável, considersas numa avaliação das escolas.
    Quanto a mudanças nas práticas de cada ministério sempre que há novas equipas governamentais, é uma prática demasiado comum. Veja-se o que fez o Ministro Nuno Crato, que não deixa saudades.

    Cumprimentos.

  18. Anedota parece-me comentar uma notícia apenas pelo título.
    Tem lógica ter em conta a evolução dos alunos desde a entrada no secundário até ao final. Transformar um aluno de 15 em 16 não tem o mesmo valor de fazer chegar a 16 um aluno de 11 ou 12.
    As boas escolas fazem com que os alunos evoluam e melhorem as suas aprendizagens. Preparar os alunos para resolver exames não lhes ensina nada de muito útil.

  19. Mário Amorim Lopes,

    O empresário que olha o currículo de uma pessoa vê o quê? A nota tout-court ou a criatividade, o “progresso escolar”, a “felicidade na escola”, o índice aluno/professor da turma de origem ou as condições sociais do cão do vizinho do primo do aluno?

    Quando se seria para a universidade, o que é que conta?

    Quando se seria para entrada na função pública, o que é que conta?

    Não faz sentido haver seriações se não pela nota obtida no mesmo exame, nacional, realizado ao mesmo tempo por todos os alunos.

  20. Francisco, isso é na perspectiva da avaliação do aluno. Na perspectiva da avaliação da escola temos de ver o que é que aquela escola com aqueles alunos consegue fazer. Não podemos esperar que uma escola situada num bairro transforme filhos de pais delinquentes em alunos de 20, mas se conseguir que eles se apliquem e subam as suas notas, então isso deve ser reconhecido.

  21. Mário,

    Perante o empregador, a sociedade e o aluno, isso de “o que com aqueles alunos conseguiu fazer” não conta. Preferia passar numa ponte de um engenheiro de uma escola que manteve os 16 valores de entrada de um aluno a uma projectada por aquele que subiu de 5 a 9,5.

    Quando o Mário avalia uma pasta de dentes, quer lá saber se ela é feita por uma fábrica com tecnologias artesanais ou modernas. O que o faz aceitar o produto (antes de comparar preços) é perceber que ele vai acabar por entrar nas suas mucosas.

    A avaliação das escolas não deve constar de rankings de qualidade das escolas, já que se avalia processo e não produto.

    Avaliar e aprender com as escolas que melhor elevam socialmente os alunos é completamente meritório. Deve ser feita essa avaliação? Sim. Deve ser pública? Porque não. Deve constar de seriações de escola para pais? Não. Os pais querem saber se os seus rebentos conseguem 1) entrar na universidade, 2) um emprego de jeito; e não do índice de felicidade unicórnica dos emperrofessores sindicrápulas.

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