Sim, podemos

Foto: EFE
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La gran incoherencia de Podemos: hijos de la ‘casta’, especuladores y millonarios

Los líderes de la extrema izquierda española son comunistas, pero su ideología no se corresponde con la dolce vita de la que disfrutan. (…)

La moraleja de todo esto es clara: vive como tú quieras y deja que los demás vivan como tú quieras también. Y, sobre todo, haz lo que yo diga, no lo que yo haga.

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8 thoughts on “Sim, podemos

  1. André Miguel

    Isto de ser de esquerda só se aplica aos outros. Orwel explica muito bem para qualquer um entender.

  2. Tipos deste jaez foram os primeiros a merecer a atenção do tio lenine. A sorte deles é ele estar embalsamado.
    https://www.marxists.org/portugues/lenin/1920/esquerdismo/index.htm
    Convém estar informado sobre os parodiantes. As relações de George Soros com o Syriza e o Podemos são óbvias.
    https://es.sott.net/article/47988-La-conexion-de-Podemos-y-eldiario-es-con-Soros-esta-en-AECID
    Por que George Soros financia movimentos de esquerda?
    Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/blogs/economia-e-politica/economia-e-politica-direto-ao-ponto/post/5476997/por-que-george-soros-financia-movimentos-esquerda-entenda

  3. A.R

    Ramon Espinar é um must: apropria-se de vivendas para pobres e depois faz negócio.

    A vereadora de Madrid que protege os Okupas e tem 9 propriedades imobiliárias;

    O rodinhas que paga em negro à empregada doméstica

    São uns nababos a explorar o nicho do ódio e da inveja.

  4. O que vou escrever aqui, não se aplica apenas ao Phodemos mas também ao Bloco de Esterco e a todos os “partidos” extremistas de cariz comunistóide-socialista.

    A diferença entre o nacional-socialismo (nazismo) e o marxismo-socialismo (comunismo) é:
    1) para o nazismo, a luta é entre classes raciais (arianos vs. judeus, brancos vs. negros, etc);
    2) para o comunismo, a luta é entre classes económicas (pobres vs. ricos, trabalhadores vs. patrões, etc).

    O problema é que:
    1) o nazismo une os indivíduos de uma mesma raça ou país (daí o termo “nacional”) contra a alegada ameaça de outra raça ou outro país considerado como inimigo, fomentando o racismo e a xenofobia;
    2) o comunismo divide os indivíduos da mesma raça ou país, colocando-os uns contra os outros, fomentando o ódio, a inveja e, em último caso, a guerra civil.

    Se é correcto condenar o nazismo, não se pode branquear ou ignorar o perigo do comunismo nem se deve andar por aí a louvá-lo.

    O lema do comunismo é “dividir para reinar”!

  5. Por cá tivemos o Saramago – que quando questionado sobre a quem iria repartir o valor ganho com o Nobel (presumia-se que seria com a classe operária…), respondeu que quem ganhou o Prémio foi ele – pelo que nada havia a ser repartido (com a explorada Classe Operária…).

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