
O Ricardo Paes Mamede, usa a sua página de Facebook para esclarecer os mais desatentos sobre os caminhos a percorrer para travar o populismo proto-fascista.
Uma vida saudável previne o populismo proto-fascista. Esta parece ser a conclusão de um estudo publicado na edição desta semana da revista The Economist sobre o resultado das eleições americanas.
De acordo com o estudo, o desvio de votos a favor de Trump em cada condado está fortemente associado à incidência de fenómenos como a reduzida esperança média de vida, a obesidade, o alcolismo, a diabetes, ou a falta de exercício fisico. Isto verifica-se mesmo depois de se considerar o efeito de variáveis como a etnia, a educação, a idade, a situação perante o mercado de trabalho. As condições de vida da população local são estatisticamente mais relevantes do que a proporção de população branca com reduzida educação – o factor que tem sido mais apontado nas análises.
Só falta mesmo dizer que, como vários estudos têm mostrado, os problemas de saúde estão recorrentemente associados às desigualdades sociais e à inexistência de serviços públicos de qualidade.
A conclusão é óbvia e não é nova: só o socialismo previne a barbárie.
Isto foi tudo para prevenir a barbárie, através do empenho de pessoas boas que procuravam difundir os ensinamentos e as vantagens de uma vida saudável e de combate ao fascismo
Ele está a falar de algumas das gordas femi nazis?
Mas o Obamacare não resolvia os problemas todos relacionados com a saúde nos EUA ?
O messias andou por cá dois mandatos e é isto…
1º objectivo:
Tomar o poder.
– meios de tomar o poder:
Quaisquer meios são válidos para tomar o poder.
2º objectivo:
Manter o poder.
– meios de manter o poder:
Quaisquer meios são válidos para manter o poder.
A partir desta simples cartilha, podemos surpreender-nos com a mentira, a manipulação, a violência?
Alguém devia ensinar a estes tougos o Kraft Durch Freude
(O costume, da história só se aprende que não se aprende.)
“… só o socialismo previne a barbárie.”
Faltam-me palavras e adjectivos para tentar classificar este último parágrafo -e todo o resto-desta diarreia mental do Ricardo Paes Mamede.
Não sei o que dizer, mesmo…
Só sei que a estupidez está a tomar proporções inimagináveis.