A esquerda progressista e a proibição de jornais nas Universidades

Trigger warning: students vote to ban ‘offensive’ newspapers at journalism school

Although journalism is a competitive field, students at City University — which boasts one of the country’s top journalism departments — have today taken action to narrow the field further. Students have voted for a campus ban on the Sun, Daily Mail and Daily Express. Why? The student union has deemed the views expressed by these popular papers unacceptable — claiming their editorial lines fuel ‘fascism, racial tension and hatred in society’.

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8 thoughts on “A esquerda progressista e a proibição de jornais nas Universidades

  1. Os progressistas nem se apercebem que estão cada vez mais parecidos com os fascistas. Proibir, perseguir, boicotar, acusar de racista por tudo e por nada. Que tristes estes jovens de vinte e poucos anos, cheios de ansiedade, indignação e intolerância. Quando chegarem aos 30 estão esgotados e consumidos por tanto ódio e activismo progressistas.

  2. Euro2cent

    > Os progressistas nem se apercebem que estão cada vez mais parecidos com os fascistas.

    É porque os fascistas também eram progressistas.

    Aliás, os liberais também são progressistas.

    E os libertários, comunistas, etc … tudo progressistas.

    Ninguém é contra o progresso. E a liberdade.

    (Estranhamente, eram palavras que quase não se encontravam em escritos anteriores ao século XVIII. Não faziam parte das preocupações dos escritores. Só mostra quão abençoados somos no admirável mundo novo que tem tais palavras.)

  3. mariofig

    Todos os homens são iguais. Os xenófobos também.

    Quaisquer manifestações verbais ou materiais de xenofobia, racismo, etc, já são limitadas pela lei, para aqueles casos em que tais manifestações configuram uma ilegalidade. O que a lei não faz é negar o direito a alguém se afirmar xenófobo ou praticar a sua xenofobia dentro dos limites estabelecidos. Qualquer outra forma de tentar impedir este direito é portanto pura violação de direitos adquiridos. No mínimo configura uma prática de censura. Curiosamente, a atitude destes estudantes permite aos jornais afetados, se assim o desejarem, processarem com sucesso a universidade. A lei, tal como tem sido óbvio ao longos dos anos para os seus leitores, não considera que estes jornais estão a cometer qualquer ilegalidade. Mas já a censura dos estudantes configura uma violação da lei.

    Por mais que detestemos a xenofobia (e faltaria aqui avaliar até que ponto a acusação contra estes jornais seria verdadeira), não se lhe pode negar o direito de existir. Por mais censurável que o comportamento seja, ele não pode ser combatido sob a forma de censura material. A censura é a ferramenta da intolerância e da ditadura. Nem resolve o problema, e acaba sempre por legitimar as suas vitimas que ganham na censura uma motivação redobrada.

    A juventude gosta muitas vezes de assumir o papel de esclarecida. O papel de quem combate contra as injustiças praticadas pelo mundo fora. Mas quantas vezes ignora no seu idealismo primário e anti-intelectual, e movida pela sua inexperiência do mundo que lhe rodeia, que ela própria é geradora de injustiças, tal como todos nós.

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