Yes, we can… make America great again

8ff0d815659061fbf57e8a0a307fedd51762f6daNo meu artigo do Sol esta semana falo de Trump, Obama e da eterna tendência do eleitorado em querer acreditar no homem providencial que sozinho resolverá todos os problemas do Mundo…

“(…)Ainda antes de conseguir decorar os códigos de lançamento do arsenal nuclear, já Obama tinha sido condecorado com o prémio Nobel da Paz.
Com expectativas tão elevadas, não era difícil antecipar que viriam a ser defraudadas. O mundo novo prometido por Obama é hoje o mundo do Estado Islâmico, dos refugiados a morrer no Mediterrâneo e dos aviões russos a brincarem às escondidas com os radares europeus. Berlim, o primeiro local de culto de Obama na Europa, é hoje local de paragem para autocarros de refugiados sírios. A tão aguardada América pós-racial de Obama é afinal um país em que negros e forças policiais têm uma desconfiança mútua que, de vez em quando, resulta em mortos de ambos os lados. Até Guantánamo ainda está por fechar após quase 8 anos de mandato.(…)

Podem ler o resto aqui.

9 pensamentos sobre “Yes, we can… make America great again

  1. lucklucky

    Mais uma vez se vê aqui o newspeak da palavra populismo.

    Obama foi tão ou mais populista que Trump.

    Qualquer partido centrista no ocidente é populista e extremista, não chegámos a 130% de Dívida Publica sem carradas de populismo e radicalismo.

    Na caracterização do mundo esqueceu-se do Mar do Sul da China, Coreia do Norte, Ditadura Putinista na Turquia, do desastre criado por Obama no Iraque e na Líbia, dos atentados Islâmicos no meio da Europa.

  2. A.R

    Obama atiçou ódios raciais e sabemos que esses ódios funcionam mais frequentemente de negros para brancos do que ao contrário. Este terreno fértil foi explorado para chegar à Casa Branca e dar sustentação a Obama que vem de um partido com um passado negro no respeitante a escravatura e com evidentes ligações ao KKK e ao lado contrário.

    A narrativa de democratas mais amigos dos negros foi passando mas pode estar num ponto de viragem: nunca tanto negro votou no Partido Republicano. A vida dos negros piorou claramente com o queniano e piora repetidamente com os democratas: usam os negros como arma política não como pessoas. Os E-mails vazados (http://downtrend.com/71superb/top-ten-examples-of-hillary-clintons-racism-the-media-chooses-to-ignore) mostram o desprezo da Clinton e rebanho por estas comunidades.

    Estas dicotomias pagam-se eleitoralmente quando alguém faz notar publicamente esta hipocrisia e Trump é mais inteligente e tem uma estrutura ética bem acima de Obama e da mascote agora derrotada.

  3. “Mas os eleitorados, alimentados pela imprensa e pelas elites intelectuais”
    No caso de Trump , isso não é verdade . Tal aplica-se a Clinton que foi derrotada .Aliás , os jornalistas por norma estão comprados ou “brainwashed” pelas pseudo-elites do “politicamente correcto” .Tal como pode facilmente constactar-se pelas posiçoes da quase generalidade dos jornalistas e media portugueses.

  4. A politica é isso mesmo, prometer muito e cumprir pouco. Quanto mais altas as expectativas maior a desilusão. Por cá é o mesmo. Andam há 40 anos a prometer-nos menos impostos, mais emprego, menos listas espera nos hospitais etc e temos cada vez mais impostos, menos emprego, mais listas espera etc.

  5. Francisco Lx

    Obama desiludiu ao fim de 8 anos. Trump já desilude ainda não passaram 8 dias e o curioso é que a direita acha que “isso é bom”!!!😳

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