Rumores maliciosos sobre Passos Coelho (2)

Passos desobrigou-se de ir apresentar o livro de José António Saraiva depois de o ler. Até o autor, num momento escasso de lucidez, admitiu que é a atitude mais sensata. No final, como previsto, Passos não irá apresentar aquele esgoto literário. Teremos agora a oportunidade de perceber quem é que estava genuinamente preocupado com aquele esgoto literário, e quem se estava nas tintas para o conteúdo do livro tendo apenas visto ali uma oportunidade para fazer política partidária.

Agora só fica a faltar que outro rumor malicioso posto a circular nos jornais seja também desmentido.

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39 pensamentos sobre “Rumores maliciosos sobre Passos Coelho (2)

  1. Luís Lavoura

    Passos desobrigou-se de ir apresentar o livro de José António Saraiva

    Ou seja, Passos é um homem que não cumpre os seus compromissos, que se desdiz, e que trai os amigos. Faz muito má figura.

  2. Francisco

    Antes “trair” os amigos que ter amigos com 20 milhoes nao declarados em offshores, oh Lavoura
    Muito se fala neste livro que supostamente seria apresentado por Passos. Ate’ parece que o livro e’ uma fraude, sei la, ate parece que Passos finge que o escreveu como pseudo-tese e afinal nao foi ele que o escreveu…

  3. mariofig

    Achei no entanto alguma piada às declarações do alcoviteiro autor do livro. Diz-se surpreendido mas que entende a posição de Passos Coelho e acha que é a atitude mais sensata.

    Aqui está alguém que se surpreende com decisões sensatas. O que até poderia ser expetável no pais em que vivemos. Mas tendo em conta a sua própria decisão de escrever esta diarreia literária, nem me parece um bom juiz de causas sensatas, nem tão pouco diz a verdade quando se mostra surpreendido que ninguém a não ser ele se queira associar à sua miséria intelectual e á porcaria que dela resultou

  4. Carlos Guimarães Pinto

    Luis Lavoura, portanto alguém que contacta o autor depois de ler o livro e lhe pede para o dispensar de uma apresentação é alguém que não cumpre os seus compromissos e trai os amigos. Por comentários desses é que eu digo no texto que agora é que se verá quem é que tinha uma preocupação genuina com o livro e quem só queria politiquice. Já percebi de que lado está o Luis Lavoura.

  5. Luís Lavoura

    Carlos Guimarães Pinto, o facto de ter contactado depois do disparate feito não quer dizer que não seja um disparate. Se alguém se compromete comigo e, cinco minutos antes do compromisso, me contacta a descomprometer-se, eu fico na mesma com má opinião dessa pessoa.

  6. Nuno

    Se o Lavoura convidar um amigo para a apresentação dum trabalho e ele lhe responder “sim, claro, mas gostava de ver isso” e depois lhe vier dizer “sinceramente não me sinto muito à vontade com isto” está perante alguém que não cumpre compromissos?

    Quando exigimos o impossível é fácil ficarmos desiludidos.

    A verdade é que nunca saberemos quantas juras Passos fez ao autor, se conhecia o conteúdo, em que consistiria a apresentação, ou em que termos foi cancelada.

    Até já circula a teoria de que Passos o ia apresentar para evitar ser alvo de inconfidências semelhantes (made in Joana Amaral Dias).

    As conclusões que cada um tira destes casos dizem mais sobre quem as tira do que sobre os envolvidos.

  7. Carlos Guimarães Pinto

    O Luis Lavoura aceita um convite para ir jantar. Depois apercebe-se que o seu amigo é canibal e que o jantar será a falecida sogra dele. Mas vai na mesma porque já deu a sua palavra. É isso?

  8. Nuno

    E quanto à má opinião, se calhar depois de ler, foi Passos que ficou com má opinião do autor (ou pelo menos do livro).

    Mas é de registar que preocupação central do Lavoura é com a opinião com que JAS fica de Passos.

    Pois eu sou da opinião que certas pessoas já perderam a noção da forma como uma pessoa honrada deve agir quando comete um erro.

    Claro que isso provavelmente diz mais sobre mim do que sobre o Lavoura ou o Passos.

  9. V.s são todos “amaricanos”. Toda a doutrina neotonta é à amaricana.

    Então resta perguntar se não conhecem uma longa tradição jornalístico-literária deste género e com bons escritores na América.

    Por que é que é esgoto literário?

    As cantigas de escárneo e mal-dizer também eram “esgoto literário”?

    V.s parecem mas é calvinistas armados em virgens púdicas que só lêem alta filosofia de aeroporto.

  10. Luís Lavoura

    Carlos Guimarães Pinto

    O Luis Lavoura aceita um convite para ir jantar. Depois apercebe-se que o seu amigo é canibal

    Eu, antes de aceitar convites para jantar, faço sempre perguntas elementares. A que horas será o jantar. O que nele se comerá. Que outras pessoas estarão presentes. E assim por diante. Não passo cheques em branco às pessoas.

    Passos Coelho passou um cheque em branco a José António Saraiva. Depois, pediu-lhe para não ir ao banco levantá-lo. Sai mal visto de toda esta história. Embora, concedo, pudesse sair ainda pior.

  11. Não é por ser ou não ser esgoto literário que o Passos Coelho voltou atrás.
    Apenas por diplomacia dado existir informação que pode melindrar políticos com quem ele lida.

    Apenas isto. Fez bem em desistir e o Saraiva fez bem em não lançar o livro.

    Daí a ser esgoto literário é caso para perguntar o que é então o que escreve a Filomena Mónica (e nunca vos li qualificar de “esgoto literário”.

  12. Não passou nem deixou de passar cheque em branco.

    O Passos Coelho não sofre do vosso atavismo.

    V.s é que nunca saíram das berças por muito que andem com o “estrangeiro” na boca.

  13. Nunca leram o “Lisboa em Camisa” do Gervásio Lobato?

    Desconhecem a tradição das “Farpas” da nossa literatura dos tempos áureos?

    Vs. são é todos filhos da lavagem cerebral da escola abrilista, é o que é.

  14. Francisco

    O senhor Lavoura e’ convidado para jantar e pergunta antes o que lhe vao servir? Temos mesmo educacoes diferentes. Para mim, o senhor e’ muito, mas muito mal educado.

  15. À ZAZIE um necessário apreço pela elucidação do que é evidente.
    E por não querer ser parte do rebanho esganiçado que adora vomitar alarvidades sobre José António Saraiva…
    A ideia que propalam da obra a sair é a de ser um escrito pornográfico hediondo. O que é tão só uma alarvidade evidente – mas muito (muitíssimo…) ‘politicamente correcta’…

  16. mariofig

    Talvez tenhas alguma, Zazie. Talvez se tenha de aceitar um trabalho literário pelo simples facto de ser um trabalho literário. Talvez não seja correto julgar a obra dos outros, mesmo quando essa obra se insere num contexto critico como é o caso de obras literárias. Talvez quando um filme como o “Room” é avaliado por ti, te abstenhas de qualquer comentário do género “mas que grande porcaria!”. Talvez quando lês um livro como “Justin Bieber: His World” sejas igualmente veemente no teu ataque a quem questionar o seu valor literário e os chamas de atavistas e outras palavras carinhosas como li aqui.

    Mas, a verdade é que da mesma forma que alguém pode escrever qualquer porcaria inútil, outro alguém também pode dizer o que lhe apetecer em relação a essa porcaria inútil. O teu atavismo é visível quando negas essa capacidade aos outros, meu caro amigo emburcado, fruto da lavagem cerebral abrilista.

  17. mariofig

    Zazie, assim de repente — e porque te ofende tanto a opinião dos outros — lembrei-me de em jeito de desculpa te enviar algumas revistas Maria, uma cópia de Cinderela Baiana e um ano de gravações de um Reality Show à tua escolha. Manda-me o teu endereço e desculpa lá termos opiniões.

  18. rrocha

    Pedro Passos Coelho no seu melhor:

    “Não sou de voltar com a palavra atrás nem de dar o dito por não dito”

    homem de palavra sem duvida…

  19. André Miguel

    “calvinistas armados em virgens púdicas que só lêem alta filosofia de aeroporto”

    Eheheheh!!! Esta é muito boa!
    O politicamente correcto é afilhado do marxismo, tudo mansinho e domesticado, que isso de chamar as putas pelos nomes devia ser crime.

  20. Luís Lavoura

    Francisco,
    pode crer que sou mal-educado, pelos seus padrões. E não me importo nada de o ser. Prefiro ser mal-educado a ter experiências desagradáveis, como essa de aceitar um convite para jantar e depois servirem-me carne humana. Já passei por experiências análogas e aprendi que, em Portugal, é preferível ser-se mal-educado.

  21. Talibãs das berças é o que v.s são. Cambada de politicamente correctos que só conhecem as intrigas da tasca da aldeia.

    Que coisa mais anormal assistir a este espírito tão atávico dos tugas do séc. XXI.

    Depois admiram-se que por cá o comunismo ainda pegue.

    Pois pega. V.s são tão mundanos, tão mundanos que o mais que conseguem na vossa modernidade é o PAN.

  22. Ev olha aqui ó Mário brloquete- és tão literário, tão literário, meu grande pascácio que nem sabes quem foi Raymond Queneau e o que significa zazie dans le metro.

    Se há coisa cretina é bimbos armados ao pingarelho.

  23. mariofig

    O Zazinho, literatura da cordel é literatura de cordel, mesmo quando escrita por alguém da nossa preferência, meu pequeno proto-intelectual. E só interessa mesmo ao voyeurs que depois ficam entretidos a fazer de conta que dali se tira alguma coisa.

    Não fiques tão zangado quando alguém descreve livros como estes de diarreia literária. O papel de falso ofendido fica mal a qualquer um. E, por favor, não me ponhas Raymond Queneau na mesma thread desta bestialidade que é Eu e os Politicos de José António Saraiva! Perdes-te o juízo por completo!?

    O rapaz, até te gostei de ler noutros assuntos, mas sobre este tema era mesmo bom é que te tivesses calado.

  24. Insistes em mostrar a tua ignorância, palhaço?

    Como é que tu, meu grande imbecil, podes saber quem foi o Raymond Queneau se insistes em tratar-me como um homem e nem o filme viste da zazie dans le metro, quanto mais ler o livro.

  25. Retardado mental, este grunho armado em fino.

    O imbecil trata-me no masculino e nem percebe o meu nick.

    Digo-lhe isso, dizendo que está tão armado em besta fina a falar de literatura mas nem o autor de zazie dans le metro conhece- o Raymond Queneau.

    O tosco é estúpido todos os dias, nem uma busca no google consegue fazer para disfarçar a ignorância e vai e diz que eu estou a comparar o Raymond Queneau (que ele acha altamente) com o Saraiva.

    AHAHAHAH

    Cada cavadela, cada minhoca

  26. mariofig

    A tua insistência em tentares derrubar os meus argumentos procurando me posicionar como um ignorante, revela bem até vais quando não consegues discutir um assunto. Ainda não ouvi qualquer argumento da tua parte sobre porquê exatamente tens uma posição tão virulenta contra quem ataque este tipo de obras. Apostas tudo na descredibilização de quem te afronta, sem realmente argumentares o que quer que seja.

    Entretanto não olhei debaixo das tuas saias, ou calças. Não tão pouco me interessa se és homem ou mulher. Conheço Raymond Queneau, quer acreditas quer não (estou-me nas tintas, caríssima pessoa desconhecida na internet), mas vais me desculpar se com 57 anos de idade, e 10 volvidos desde a última vez que li alguma coisa sobre ele, e talvez 30 desde a última vez que li alguma coisa dele, não me vou lembrar de toda a sua obra.

    Como disse, fica-te mal tanto alarido. E devias ter mesmo é ficado calada. É que a mim jã não enganas. A tua agressividade verbal, a tua tentativa de descredibilização e a tua recusa em argumentar, só te coloca no campo dos falso-intelectuais e daqueles snobs arrogantes que até leram uns livrositos (se é que realmente os leram e não andam a fazer de conta), e se acham agora acima de quem lhes contrarie. Invocas nomes mas nem se lhes comparas na capacidade argumentativa que essas pessoas detinham.

    Mudei de ideias. Já não te vou oferecer aqueles itens de que falei antes. Vou mesmo é te oferecer uma cópia do livro do José António Saraiva. Esse é o teu castigo.

  27. ò imbecil, mas argumentar o quê?

    Argumentem v.s que se armaram em imbecis por causa de um livro.

    Eu apenas não fui atrás de tanto alarido por coisa nenhuma.

    Tudo histérico; tudo muito ofendido por causa de um banal livro de jornalismo; como se fosse pornografia ou coisa nunca vista em momento algum, nem com tradição bem específica e antiga.

    Que merda é que tenho de argumentar e a que título é que eu ofendo quem discorda se o sucede é o contrário- tu estás com a maioria ursa. Eu fui a única pessoa que reagiu a tanta saloiice.

    Eu e o Victor Cunha que também fez ironia que ninguém percebeu.

  28. Sempre que vêm com a treta de argumentos a propósito de qualquer coisa que nada tem para argumentar, está tudo dito.

    Chamei-te ignorante e urso. Pronto. É um insulto- argumenta lá que não é

    “:OP

  29. Quem não admite que se contrarie és tu- porque vais com a manada.

    Eu estou contra a manada e gozei com o possidonismo do novo-riquismo analfabeto.

  30. E andas para aqui a rosnar por causa de uma merda que é uma vergonha escrever-se mas leste-a.

    Já pareces aquelas velhas do Woody Allen- a comida do hotel estava uma porcaria e as doses mais pequenas.

  31. Eu não li, não tenciono ler e estou-me nas tintas para a treta do livro.

    Agora que uns aproveitem a treta para tirar dividendos políticos escardalhos, é uma coisa. Mais idiota é os que nem pretendem tirar dividendos políticos mas dar lições literárias a um líder político que seguem

    E são tão estúpidos que imaginam que o Saraiva por usar um género literário que é próximo da sua profissão tinha de ser uma coisa vergonhosa pois não soava a algo muito sério e importante.
    Não lhes pareceu concorrer a Nobel nem fazer sombra a alguma tradução brasileira do Rothbard

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