Bloco School of Economics

Cada tiro, cada melro…

Catarina Martins:

Não estou a falar de investimento. Estou a falar de comprar casas. Comprar casa não é investimento. Investimento é quando se cria valor. Investimento é quando se criam postos de trabalho.

Mariana Mortágua:

Porque é que há pobreza? Acho que há pobreza porque há muita riqueza. Muita riqueza acumulada, que não pode ser redistribuída pelos mais pobres.

20 pensamentos sobre “Bloco School of Economics

  1. Manuel Costa Guimarães

    Tina,

    Infelizmente, esses é que estão bem, porque não se dão conta da imbecilidade que as meninas proferem.
    Nós é que estamos quilhados, a ver o nosso dinheiro a ser canalizado para retardados.

  2. Retardadas e grandes hipócritas, pois elas próprias vivem em muito melhor situação do que muita outra gente e assim continuarão. Querem tirar dinheiro aos outros, mas vão manter o seu próprio dinheiro, as suas casas, os seus carros… Não percebem aquelas estúpidas que também elas são milionárias em comparação com um pobre em África?

  3. Vou aproveitar para também vou dar um tirinho, e exibir costela malthusiana.
    Porque é que há pobreza? Porque com a quantidade de gente no mundo, a maioria será forçosamente pobre.

  4. o ISCTE também dá passagens administrativas ou os alunos têm de ter “estas orientações” para passarem de ano? Isto não é bom para a reputaçâo do ISCTE…..

  5. Bem, ao menos elas estão a comportar-se hipocritamente como é esperado da extrema-esquerda. O que é divertido é ver aqueles como a Helena Roseta que defenderam um entendimento à esquerda e agora condenam as suas políticas anti-investimento, como se outra coisa fosse esperada deles.

  6. André Miguel

    Temos os políticos que merecemos.
    Daria para rir não tivessem estas almas o seu traseiro na AR, assim é apenas triste ver como chegámos a isto: um país de amebas, dirigido por imbecis.

  7. A.R

    Esta é a geração mais bem preparada de sempre. Aquilo que a Helena Matos refere como a riqueza caça-se, trata-se de uma actividade recolectora: bate certo. Foram esta políticas do “exproprie-se” que levaram o socialismo do Sec. XXI chavista ao expoente das populações verem sempre o fundo do tacho apesar de tudo estar ao serviço do Povo.

  8. A Rocha

    Toda esta geringonça é um saco de gatos, donde não se pode esperar nada de bom, em termos de economia. Os socialistas sempre foram bons a distribuir o que não temos, agora as esganiçadas ainda pioram com a agravante do populismo com que pretendem tirar o tapete ao PS por fim os comunistas, que pelo menos continuam iguais a si próprios. Toda esta caldeirada de indefinições, so pode levar a fuga de capitais e quanto a investimento estrangeiro então…
    E pretendem assim estimular a economia e o investimento, sem verdadeiramente saberem do k falam..,

  9. O problema é o efeito destas palavras num país por um lado ainda profundamente desigual em termos de educação, por outro lado ainda demasiado cego em relação à mediatização e demagogia partidária e com muito poucos elementos da sociedade civil com com o mesmo nível de capacidade de mediatização que permita um contraditório lúcido e informado.

    É certo que os aparelhos partidários tomaram conta do pensamento popular. Uma “grande conquista” da democracia que tem vindo a entorpecer a intelectualidade dos povos. Veja-se por exemplo, o caso dos Estados Unidos nas atuais eleições, onde o combate político abafa qualquer tentativa de pensamento racional. Mas não é menos certo que nós em Portugal nem sequer passamos por um período de Iluminação tal como esses países experimentaram. Pelo contrário, passámos de cavalos a burros, sem nunca ter experimentado o bom gosto de um combate partidário intelectualmente honesto. Sempre fomos um país de política populista.

  10. O PS vai começar a descer nas sondagens. E quando assim acontecer, a descida vai ter aos trambolhões e o Partido vai ficar desfeito. e os actuais líderes do PS vão dar uma grande volta ao bilhar grande, ou seja, vai haver choro e ranger de dentes.

  11. André Miguel

    Tiro, wishfull thinking. Só vai cair quando houver fome. Até lá a radicalização vai continuar. Olhe para a Venezuela.

  12. Em vez de virem criar um novo imposto sobre os mais ricos, deveriam era baixar os impostos sobre os mais pobres. Isso sim, agradecia-se!

    Caderno escolar: 23% IVA
    Papel higiénico: 23% IVA
    Revista Caras, Lux, Flash, VIP, e outras idiotices do género: 6% IVA
    Viagem de avião em 1ª classe: não paga IVA (por força de convenções internacionais, é certo)

    Nunca ouvirão o Bloco falar sobre isto. Nem sobre a concentração de empresas no mesmo grupo (em Lisboa concelho só há 3 hipermercados, que eu saiba; são todos do mesmo dono (tio Belmiro); em alternativa há os super-mercados, 40% do mesmo dono dos hipermercados já referidos, e outros 40% de outro dono (“o sítio do costume”). Sobram 10% de carolas. Números aproximados.

    Os EUA aprovaram, em finais do séc. XIX e início do XX, vária legislação anti-monopolista e pro-concorrencial.

    Se em Portugal não fosse tão difícil ser rico talvez houvesse menos “muito ricos” e mais ricos: e mais empresas, mais competitividade, mais qualidade de vida.

    Em vez de virem criar um novo imposto sobre os mais ricos, deveriam era baixar os impostos sobre os mais pobres. Isso sim, agradecia-se! Mas é óbvio que a seguir a aumentar o imposto aos mais ricos aumenta-se também aos mais pobres. A espiral nunca parou. É assim desde há 30 anos. E é assim que hoje o IMI é um escândalo! Pagamos para depois a Câmara ir contratar um amigo para fazer um obra quase toda ela inútil na 2ª Circular…

    E depois há ainda infelizmente aqueles “pobres” que não têm nada mas têm telemóveis de 200 ou mais euros, e pagam os pacotes mais caros ao prestador de serviço de televisão ou de telemóvel… Se calhar é também por isso que nunca sairão da pobreza, não?

    E há também quem se queixe dos impostos que paga mas não levante nunca um dedo para criticar o despesismo do Estado – despesismo que, quiçá, os beneficia…

  13. Nuno, não percebi o que quis dizer.
    Se são pequenos? Não. Alguém disse que eram? (O da Bela Vista não conheço, o de Telheiras só conheço, por mero acaso, pelo “street view”, por as imagens satélite do “google earth” me terem despertado a curiosidade sobre o que ali havia e ter ido “ver”. Não conheço bem a zona de Telheiras e Bela Vista não conheço de todo.)

    O que eu disse era que a distribuição alimentar e de produtos para o dia-a-dia em Lisboa está dominado por dois grupos económicos: a SOANE e a Jerónimo Martins. Cada uma com centenas de profissionais da contabilidade, do fisco, da regulação, do direito do trabalho. Creio, aliás, que hoje em dia é a única maneira de montar um negócio próspero: com um grande grupo económico. Quem é pequeno tem o estaminé fechado ou pela ASAE, ou pelo Fisco, ou pela inércia de quem dá o dito cujo e mais três tostões para ir ao Continente gastar dezenas de euros e no fim ainda dizer: “Factura? Não, deixe estar, não é preciso”.
    Ir à mercearia do bairro não vão. E depois ficam muito tristes porque fechou e dizem “Oh!, dava tanto jeito!”.

    Não sei se o que queria dizer era que a minha afirmação de que só há 3 hipermercados em Lisboa-concelho pecava por formalista, sendo que deveria ter englobado os supermercados que referiu no primeiro conjunto.
    Seja. Esse não era o ponto, nem pouco mais ou menos.

  14. IS

    Estas 2 senhoras estão no terreno da pura retórica gostam de fazer-se ouvir e perdem-se nas suas próprias afirmações disparatadas.

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