Em 2015 havia duas escolas secundárias no concelho de Caminha. Nenhuma das duas fazia selecção de alunos e ambas custavam o mesmo ao contribuinte. Ambas tinham ensino profissional e serviam alunos do mesmo estrato social. A Ancorensis foi a 134ª no ranking nacional das escolas secundárias e a Escola Básica e Secundária Sidónio Pais foi a 199ª, mais de 60 lugares abaixo. Em 2016, o Ministério da Educação decidiu que só havia capacidade para uma. A Ancorensis fechou. Motivo: a outra tinha mais afiliados na FENPROF. Os 67 trabalhadores que fizeram daquela escola a melhor de Caminha ficaram todos sem emprego. O custo e a qualidade do ensino ficam para segundo plano. Objectivo atingido.
O custo e qualidade nunca interessou a Marxistas, é uma questão de opressão, domínio e controlo sobre os outros.
A repulsa que sinto por este tipo de medidas – sem qualquer racional a não ser o ideológico – faz-me olhar cinicamente para elas e acreditar que vão virar-se contra os seus promotores nas próximas legislativas.
Gerivaz, acredita mesmo? O povo bate palmas a que tudo o que seja contra os malvados capitalistas!
Não vamos longe com estas reliquias ideológicas do PCP a comandar a educação
Vamos ter esperança:
pode ser que o PCP compre os imóveis…
Ó Carlitos, a mais elementar lógica aristotélica levaria a concordar que:
Assim se vê, a forca do PCP!!…
Não será exagerado?!?!?… é que, que eu saiba, esse partido não governa, pois não está coligado com o dito socialista, não indicou ministros seus nem secretários de estado, nem, sequer, para isso foi convidado.
Tanto quanto eu vi, aquando da assinatura do acordo entre o dito PS o PCP, foi que, no Parlamento, todas as medidas constantes do acordo seriam para implementar pelo governo, como é próprio de um democracia parlamentar (mesmo que burguesa e capitalista como é esta que os democratas de pacotilha nos impuseram), merecendo, obviamente, o apoio e os votos dos representantes dos partidos subscritores!…
Fraco rei (ó direita pafista nacional) faz fraca a forte gente!…
MISERÁVEIS de espírito, ao que desceis na esperança da ressurreição do láparo, agora auto-arvorado em Vidente de Massamá….
Anticapitaleiro,
Resultados medem-se e são o que conta. Os resultados da geringonça comparam-se negativamente aos da PaF em todos os parâmetros, excepto em satisfação de clientelas parretidáricas.
Confio apenas em Deus. Homens têm de mostrar o que valem, objectiva e mensuravelmente. Ninguém come discursos nem palavras solidárias nem boaz intenções, das quais aliás se encheram infernos e valas comuns.
O Anticapitalista também é malcriado. Fez bem o Colaço chamar-lhe Anticapitaleiro.
Tiro, o anticapitalista é pago para vir aqui ser mal criado.
O AC e apenas um filho da puta, nada mais nada menos.
A bem da justiça: se o funcionamento da Ancorensis estava assim tão dependente do financiamento provindo do contrato de associação, o seu futuro estava comprometido.
“Os resultados da geringonça comparam-se negativamente aos da PaF em todos os parâmetros”
demonstre por favor
Não vejo o que impede a escola privada de continuar a funcionar, não foi proibida pois não?
Eu sei que a iniciativa privada é boa, sobretudo quando tem rendas garantidas pelos impostos, mas não era suposto quem pagar mandar? Ou no caso dos contribuintes é pagar e mandarem os rentistas?
No concelho de Lisboa há muitas escolas privadas que funcionam totalmente a expensas dos pais dos seus alunos. Certamente que algumas delas estarão em dificuldades (devido ao desemprego dos pais, à baixa da natalidade, etc) e possivelmente fecharão, mas isso é normal.
Não vejo porque é que no concelho de Caminha a regra deva ser diferente.
Luís Lavoura, a Ancorensis não é (era) uma escola verdadeiramente privada. É (era) uma escola pública de gestão privada. Entre duas escolas públicas, uma de gestão privada e uma de gestão estatal, o governo escolheu a pior gerida.
JO : “Eu sei que a iniciativa privada é boa, sobretudo quando tem rendas garantidas pelos impostos, mas não era suposto quem pagar mandar?”
As escolas privadas com contratos com o Estado não recebem “rendas” ; são pagas por um serviço publico de ensino que tem em geral mais qualidade e menores custos do que o das escolas estatais equivalentes.
Claro que qualquer governo tem legitimidade institucional para não renovar contratos a prazo com entidades privadas.
Mas quando o faz por razões estritamente ideológicas, opondo-se por preconceito à iniciativa privada (de pessoas, individuais e colectivas) e à livre concorrência (o utilizador arbitra entre alternativas), prejudicando assim os interêsses das familias dos alunos e dos contribuintes, o governo em questão segue uma politica errada e ineficaz.
Tudo indica que o caso relatado no post seja mais um exemplo !
LUIS LAVOURA : “muitas escolas privadas que funcionam totalmente a expensas dos pais dos seus alunos. Certamente que algumas delas estarão em dificuldades (devido ao desemprego dos pais, à baixa da natalidade, etc) e possivelmente fecharão, mas isso é normal.”
É “normal” se fecham as escolas menos competitivas e eficientes e permanecem as melhores em resultado das livres avaliações e escolhas das familias dos alunos.
Não é salutar e é um erro de politica quando é um governo a decidir em função de critérios puramente ideógicos : o monopólio Estatal contra a livre iniciativa privada !
Esta “estória” é mais complicada do aqui querem anunciar…
https://www.publico.pt/multimedia/video/a-historia-de-um-colegio-e-uma-escola-separadas-por-uma-estrada-20165252310619
A “estória” é complicada, mas não é nessa parte. As duas escolas (separadas pela estrada) não estavam directamente em concorrência; até agora funcionavam com ciclos diferentes.
O complicado é que a Ancorensis foi condenada a fechar portas, mas ninguém pensou a sério no cenário dela fechar já. A escola ao lado só se preparou para receber as turmas do 7º e 10º; a de Caminha não quer receber mais ninguém, porque vai entrar em obras; e a maior parte dos alunos prefere ir para Viana…