Envelhecer

putedoNão me chateia nem me assusta envelhecer. O que me assusta é envelhecer e mesmo antes de ser velho, perder faculdades e começar a bater mal, a ver conspirações, bandidos e espécimes pouco recomendáveis em todo o lado. Nos que me são próximos, nos que me são distantes e nos mais ou menos. Caramba, um tipo podia bem envelhecer e morrer, nem que entrevado, mas com o cérebro a funcionar. Nem sempre é assim, é tramado.

 

4 pensamentos sobre “Envelhecer

  1. Fernand Personne

    Viver, envelhecer e morrer seria bem mais fácil se não houvesse tanto FDP nos me(r)dia a picar os miolos das pessoas de bem, honestas e dignas…

  2. tina

    É muito interessante esta parte do artigo de Pacheco:

    “São também alguns colunistas no Observador, no Sol, no extinto Diário Económico e nos sites que estes jornais patrocinam com colaboração gratuita para formar uma rede de opinião que funciona para pressionar os órgãos de comunicação que, muitas vezes, de forma muito irresponsável, a ampliam em “informação” como oriunda das “redes sociais”. ”

    Mas a informação é mesmo principalmente vinda das redes sociais, os únicos blogues com leitores são de direita, os bloggers mais ativos são de direita, os blogs de direita é que passam informação factual e relevante, é muito natural que inspirem outras pessoas a escrever sobre o mesmo. É disto que Pacheco não gosta, que a voz da direita esteja tão disseminada, é até uma irresponsabilidade para o estalinista Pacheco que se diga isso em voz alta! É mentira para o velho ultrapassado Pacheco que haja tanta gente hoje em dia, jovem e graúda, a lutar pelas causas:
    anti-Estado, anti-Colectivo, anti-Politicamente Correto, anti-Dependência, anti-Nepotismo, anti-Corrupção, anti-Repressão,
    e também pelas causas:
    . pró-Liberdade, pró-Economia, pró-Trabalho, pró-Emprego, pró-Iniciativa Privada, pró-Direitos do Homem.

    As mesmas causas pelas quais ele também lutou como se pode ver aqui tão claramente por um artigo que escreveu em 2005 (post João Miranda, Blasfémias):

    “O orçamento devia ser recusado porque precisamos vitalmente de outra coisa, precisamos de mais liberalismo, de mais liberdade económica, de mais espírito empresarial. Sem mais “crise” (das que falava Schumpeter) e sem mais “boa” insegurança, não somos capazes de mudar. O estado tudo faz para nos poupar a essa insegurança, e, como toda a Europa, afundamo-nos, pouco a pouco, na manutenção, geracionalmente egoísta, de um modelo social insustentável a prazo e que nos condena a definhar. É verdade que duvido que hoje alguém consiga ganhar uma eleição propondo o fim do conforto providencial, mas isso remete para a perda de margem de manobra democrática, face ao crescendo demagógico.”

    E é muito bom ver que o Insurgente e o Blasfémias, ao contrário de Pacheco, nunca desistiram, continuaram sempre a lutar para mudar as coisas e os frutos estão agora a ser colhidos. Parabéns, muito trabalho mas valeu a pena!….

  3. HELDER FERREIRA : “… a ver conspirações, bandidos e espécimes pouco recomendáveis em todo o lado.”

    Conheço muitos “cérebros” de jovens e activos que “funcionam” mais ou menos assim !..
    É mesmo tudo um putedo, Sr Helder !!…. 😉

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