A nobreza e a plebe, segundo Ana Avoila

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Ana Avoila, que ainda há poucas semanas se queixava que os funcionários públicos não aguentavam o ritmo de trabalho alucinante do trabalho que têm (leia-se, as mesmas 40 horas que os funcionários do sector privado), veio desta vez queixar-se da possibilidade da plebe juntar-se à ADSE. É notável a desconsideração desta declaração perante as pessoas que lhe pagam o salário:

No mesmo “Fórum TSF”, Ana Avoila afinou a posição dos sindicatos dos funcionários públicos na CGTP: “Não estamos contra o alargamento para o setor empresarial do Estado, o que estamos é para os trabalhadores do regime geral da Segurança Social, quer sejam cônjuges, sejam filhos, sejam primos, transformando a ADSE numa coisa para todos.”

11 pensamentos sobre “A nobreza e a plebe, segundo Ana Avoila

  1. Baptista da Silva

    Essa Avoila nem trabalha, há anos que tem um ordenado pago pelos contribuintes e ainda tem a lata de dizer uma coisa dessas. à luz da Constituição somos todos iguais, mas pelos vistos há uma casta mais igual que as outras.

  2. A desconsideração nem é da Avoila, é do Dr. António Costa que para salvar a pele política vendeu a alma ao diabo e compra o PCP e o Bloco com o nosso dinheiro. E como todos os partidos, neste ponto da compra de votos da FP e pensionistas são iguais, resta, à malta sector privado, amochar ou imigrar.
    Em vernáculo diz-se estamos fodidos.

  3. Oliveira

    A forma como os sindicatos e os partidos de esquerda em Portugal dividem o país e os portugueses em funcionários públicos vs funcionários privados apenas põe em evidência a hipocrisia desses mesmos sindicatos e partidos quanto aos seus “princípios ideológicos” mais básicos.
    Até Daniel Oliveira reconhece que, neste aspecto, a esquerda portuguesa é refém do eleitoralismo.
    Vergonhoso.

  4. tina

    Estes 40 anos de democracia que passaram não foram mais nada do que a lenta construção de outro fascismo, o fascismo do Estado e dos seus trabalhadores.

  5. Kubo

    George Orwell:

    “Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros”.

    “O Triunfo dos Porcos” continua a desenrolar-se – e a propalar o fedor fétido dos caviares excrementos…

  6. NMS

    Não sei o que é mais inquietante: se a opinião da bruxa em relação à ADSE, se o pressuposto de que todos os portugueses têm um “primo” ou um “cônjuge” funcionário público. Porque a ideia da senhora é verdadeira…

  7. A. R

    Todo o comuna fica lixado quando sentindo-se em vantagem sobre os outros os tentam igualar. Ao contrário é o diabo à solta. Hipócritas e falsos como as serpentes venenosas.

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