O pai, o filho e o neto da democracia III

Num comentário na página de Facebook de João Soares, Catarina Albergaria justifica a escolha de Mário Barroso Soares. O destaque é da minha autoria.

 Exmo Sr Dr João Soares, como sabe o convite pessoal (conforme a lei prevê nestes caso de constituição de gabinete) que fiz ao Mario foi muito antes de ter sido convidado sequer para a lista de deputados . Relembro que o seu nome nem constava na primeira lista na altura tendo mais tarde o Dr Alvaro Beleza cedido o seu lugar como foi público .  Presidi muitos anos uma associação cultural no Campo Grande (ADECAM). O Mário apesar de não ser socialista é um adulto muito bem formado , educadíssimo, pessoa de carácter, com curriculum (em Portugal e França ) que prova o seu mérito . Tem uma cultura acima da média . Defende a causa pública e a Escola Pública de Qualidade e Defende a Democratização da Cultura. É o meu melhor elemento.  Parabéns aos pais e professores 🙂 🙂 🙂

O Insurgente sabe de fontes próximas do Ministério dos Negócios Estrangeiros e do Mais Transferências que  o (neto e filho dos fundadores da democracia laica, republicana e socialista) Jonas Soares, se encontra muito bem colocado para ocupar o cargo de Embaixador em Angola.

Leituras complementares: O pai, o filho e o neto da democraciaO pai, o filho e o neto da democracia II.

14 pensamentos sobre “O pai, o filho e o neto da democracia III

  1. rrocha

    “Mário apesar de não ser socialista (defeito) é um adulto muito bem formado , educadíssimo, pessoa de carácter, com curriculum”

    Ainda bem que sou socialista se não era um adulto mal formado , mal educado , sem carácter.
    destas preciosidades não temos todos os dias 🙂

  2. tina

    “é um adulto muito bem formado , educadíssimo, pessoa de carácter, com curriculum (em Portugal e França ) que prova o seu mérito . ”

    O curriculum nem sequer é adequado. É formado em História e é secretário num escritório de advogados!… É outra corrupta, são todos uns corruptos estes socialistas, corre-lhes no sangue a trafulhice.

    Isto não passa de um ROUBO à DESCARADA dos portugueses. Só de pensar nos velhotes que têm de viver com 300 euros por mês e este estúpido, nascido no berço socialista, vai logo ganhar 3000 sem ter a experiência adequada.

    Agora pelo menos todos já conhecem o MÁRIO BARROSO SOARES, o porco júnior da família dos Porcos Soares.

  3. Troll

    Quem controla o presente controla o passado. Quem controla o passado controla o futuro. Todos conhecemos o ”nível académico” actual, mas esse não é o tema. Uma voz do passado.

    ”O Orçamento Nacional deve ser equilibrado. As Dívidas Públicas devem ser reduzidas, a arrogancia das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a Nação não quiser ir a falencia. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública”

    Marcus Tullios Cícero, tribuno romano, 55 a.C.

    ou

    “Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo e oculto na noite para demolir as fundações da nação; ele infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe”.

    Marcus Tullios Cícer, tribuno romano, 42 a.C.

    Agora, se possível, preciso da vossa ajuda. Este acontecimento é ou NAO uma coincidencia?

    http://mises.org.br/Article.aspx?id=2195

  4. Rick

    “Boa medida para baixar o desemprego, o PS promete, o PS paga.”

    Permita uma nova formulação, caro doutor Batista da Silva.
    Que tal: “Boa medida para baixar o desemprego, o PS promete, o País paga”?

  5. A. R

    São como a Ada Colau de Barcelona, a Carmena de Madrid, O kichi de Cadiz e restante ralé: “enchufar” toda a tralha no público.

  6. tina

    Que grande alívio como as redes sociais hoje em dia permitem a população expressarem a sua indignação! O Porco Pai Soares julgava que que a população comia e calava e agora percebeu, tarde demais, que estragou completamente a vida ao filho, que nunca vai poder andar de cabeça erguida.

  7. Nuno

    Destaco este comentário ao comentário, de Nuno Melo Cristino (não sou eu):

    Catarina, antes demais, o seu Português é vergonhoso.
    É ao nível do Português do autor deste post a quem esta página pertence.
    Algo que é assustador a vários níveis uma vez que ambos estão ligados ora à educação ora à cultura.

    Mas adiante, vamos esquercer o atropelo ao Português e falar do atropelo aos Portugueses.

    Para começar, esta forma de bajulice é completamente inadmissível.
    Admitir publicamente num comentário de Facebook que o melhor membro da sua equipa é pessoal tal, revela uma falta de sensibilidade e de tacto inacreditável, apenas justificável pelo facto de ser uma pessoa que nunca viveu no mundo profissional em que os demais vivem. (Dei-me ao trabalho de ver o seu CV. É triste.)

    Agora, isso justifica essa sua intervenção. Gastar os meus impostos para contratar outros iguais a si, sem qualquer aptidão e competência para assumir os cargos que ocupam, já é injustificável.

    A mim e a qualquer pessoa com dois dedos de testa que não viva no mundo do compadrio, dos favorezinhos e das palmadinhas nas costas, convites serem feitos antes de nomeações ou serem feito após cedência de posições de nada serve como justificação.

    Essa sucessão de acontecimentos não explica de forma alguma como a pessoa escolhida para o cargo, formada em história e com um curriculum que em nada favorece o cargo para o qual foi contratado, foi o melhor candidato ao lugar.

    Adiante.
    A sua necessidade de referir que o “Mario” (nem o nome sabe escrever correctamente), nem se quer é socialista é chocante.
    Não pelo facto d’ele ser socialista ou não, mas por achar que é pertinente referir que ele não o é.
    Demonstra que existe um padrão nas suas escolhas que mais uma vez é totalmente irrelevante para o cargo ocupado.

    Catarina, tenho a certeza que vivi no Campo Grande mais anos que aqueles a que presidiu essa associação cultural de que fala. (Nunca ouvi falar da dita.)
    Não querendo falar da sua aptência para liderar tal associação que permaneceu durante “muitos anos” incógnita a pelo menos um residente, sua família e vizinhos.
    A minha questão aqui é outra…
    Que necessidade tem a Catarina e que vantagem traz à contratação do “Mario” o facto de ter presidido tal associação?

    Ah.. Espere Catarina… Estamos a falar de uma associação cultural? Quando disse durante vários anos assumo que esteja a falar do passado… Será esse passado um passado quando alguém cujo nome não iremos revelar tinha assumido o pelouro da cultura da cidade?
    Será que estamos a falar de alguém ligado ao actual ministro da cultura?
    A pessoa em causa desta nomeação, há uma possibilidade de ser filha de tal pessoa…?
    Não. Deixe para lá, Catarina.

    Isto são filmes e associações que as pessoas fazem, muito reboscadas.

    As mesmas que a Catarina fez ao contratar alguém licenciado em história, cuja primeira experiência profissional foi secretariado numa câmara municipal, seguida de mais experiência de secretariado, passou uns meses em França a fazer produção e vídeo e acaba como o melhor membro da sua equipa constitucional, dedicada à realização de eventos no pelouro da educação da câmara de Lisboa.

    Ah… tem razão, as pessoas só olham para o que querem e são maldosas.

    Catarina, João, tenham vergonha na cara e parem de gozar com as pessoas que pagam a vida que vocês levam.
    Se fazem estes favorzinhos e não querem assumir que os fazem, ao menos ignorem.
    Agora não se armem em santinhos e atirem areia para os olhos de toda a gente.

    Mais ainda, não se ridicularizem a justificar o injustificável, num Português vergonhoso e com justificações embaraçosas.

    Vão trabalhar.

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