Este gráfico parece complicado mas não é. Vamos lê-lo.

Esperar-se-ia dos países mais endividados maior contenção e maior consolidação orçamental. Ou seja, no primeiro sistema de eixos: quanto mais ao alto (maior dívida), tudo o resto igual, mais encostado à direita, como, por exemplo, a Grécia (sim, a Grécia!) e a Irlanda, embora ligeirissimamente mais a Irlanda do que a Grécia. Esperar-se-ia isso num mundo racional e lógico, o que exclui Portugal, especialmente se for governado pelo PS e pela extrema-esquerda (portuguesa…).
E quem é que faz a maior expansão orçamental em 2016, em toda a Zona Euro? Quem é que, em resultado disso, ficará com o maior défice estrutural de toda a Zona Euro no final de 2016? Exatamente. Possivelmente nada disto terá tempo para se concretizar, porque este caminho não leva a lado nenhum. Ou melhor: levar, leva. Infelizmente.
Eles já conseguem ver o muro, agora é só “prego a fundo” e seja o que Deus (Marx) quiser.
Quem não pode desvalorizar a moeda valoriza a Troica…