Traição à vista?

Contrato do Metro do Porto pode não ser revertido

A Assembleia Geral da Metro do Porto aprovou esta segunda-feira, por unanimidade, a composição dos novos órgãos sociais que vão gerir os destinos da empresa durante o próximo triénio. E um dos primeiros actos de gestão relevantes que foi pedido ao novo presidente, o regressado Jorge Moreno Delgado (que integrava a administração durante a presidência de Ricardo Fonseca), é executar a decisão que já está tomada entre os accionistas: a empresa é pública, a operação vai manter-se subconcessionada, e, muito provavelmente, entregue ao operador que venceu o concurso de ajuste directo lançado por Sérgio Monteiro, ex-secretário de Estado dos Transportes do Governo de Passos.

Quem o admitiu foi o autarca de Gondomar, Marco Martins, que é também administrador não executivo da Metro do Porto. “Terá se se decidir se é melhor lançar um novo concurso, ou se a operação pode ser adjudicada a quem ganhou”, explicou.

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