$30/barril. E agora?

Oil Derrick

Escrito há poucos dias atrás, o artigo já está desactualizado — chegamos aos $25/barril. Porque é que a OPEC, que actua em conluio, foi incapaz de manipular o mercado e subir o preço? Qual é a estratégia da Arábia Saudita? E o fracking? E qual o impacto para Portugal? Procuro responder a tudo isto num artigo no Observador.

7 thoughts on “$30/barril. E agora?

  1. Charlie

    O que custa mais a compreender é como é que com o barril ao valor actual, um litro de gasolina custa o preço que custa. Dá ideia que há uma espécie de fronteira à volta do valor de 1€ e de onde o preço não pode descer, por mais baixo a que o barril desça.

  2. sam

    A estratégia da Arábia Saudita era rebentar com o fracking.
    Os EUA põem no mercado o Irão para aninhar a Arábia Saudita.
    Quem ceder primeiro…
    Entretanto, os danos colaterais são imensos. Veja-se o exemplo do Canadá… Mas também não falta quem esteja a fazer fortuna com a situação.

  3. sam

    Vai ser preciso estar-se atento também às contas da Galp. Os investimentos feitos em blocos de exploração só são rentáveis com o valor do petróleo bem acima do que está neste momento. Até que ponto a Galp estará com a corda no pescoço, essa é a questão.

  4. lucklucky

    “O que custa mais a compreender”

    Um sheik àrabe uma vez disse numa cimeira a governantes Europeus que protestavam contra a subida do preço do petróleo:

    Nós podemos oferecer-vos o petróleo a custo zero, mas vocês dão-nos o que colectam em impostos.

  5. A. R

    Ainda há seis anos adivinhavam o barril a $200 e espalhavam painéis solares e ventiladores gigantes por todo o lado.

  6. José7

    Os homens do ambiente gostam de distinguir o significado da palavra «impacto» da palavra «impacte».
    Pondo este aspecto de lado verifico que o seu texto é omisso sobre o impacte do fracking neste quadro. E o grande dado é este: o Congresso dos EUA autorizou pela primeira vez desde 1973 a exportação de hidrocarbonetos em 2013 em virtude da produção do fracking (na realidade nem tinham onde por tanto gás…) e tem mantido a autorização. De facto isto alterou por completo a curva da oferta…
    O caso ainda será mais interessante se aparecer alguém a conseguir viabilizar economicamente a extracção de hidratos de metano do fundo marinho… Os japoneses bem se esforçam, e pessoalmente estou convencido que isso tecnologicamente será muito mais simples do que a perseguição de algumas ecotretas (baterias baratas e de longa duração, fusão a frio, etc, etc, etc…). Aí é que vamos mesmo ver a economia a mudar o mundo, até o estado islâmico fica sem fundos de financiamento…

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