Abriu a corrida aos Óscares

Uma candidatura forte, pondo toda a carne no assador, para a nova categoria de Hipócrita em Papel de Destaque pela sua participação no blockbuster “Sei o Drone que Comandaste no Verão Passado”.

É que isto de chorar on cue não está ao acesso de qualquer um, e a Academia pela-se por um bom bocado de overacting.

12 pensamentos sobre “Abriu a corrida aos Óscares

  1. O que é preciso é desarmar a população para que o estado possa controlar melhor a malta. Tudo em nome dos 30000 mortos anuais por armas de fogo nos EUA. As circunstâncias? não interessam. Quantos morreram em confrontos de gangues, assaltos e afins? não interessa. É preciso proteger inocentes, como nos países civilizados. Na Venezuela ou no Brasil há mais mortes por armas de fogo do que nos EUA? é porque têm mais habitantes. A Jamaica, África do Sul, Honduras, etc, têm taxas de criminalidade maiores? é por causa do aquecimento global. A Suiça tem mais armas por habitante do que os EUA? são de airsoft. O essencial é proteger os inocentes.

  2. Dervich

    Duvido que Obama esteja sozinho na corrida pelo prémio de overacting:

    Com efeito, não me pareça que Trump seja tão imbecil quanto tenta fazer crer, ele simplesmente percebeu no que se transformou hoje o eleitorado americano e decidiu apostar tudo numa parte dele, enquanto abdica da outra parte…

    Ao olhar para ele, sentado na sua cadeira de baloiço com as suas pantufas, W.Bush suspira e pensa para si: ” Caramba, porque é que, no meu tempo, eu fui tão genuinamente estúpido?!”…

  3. lucklucky

    O pior Presidente dos EUA – até tenho dificuldade em chamar-lhe Presidente uma vez que odeia a América.

  4. JS

    Exactamente.- Política e arte dramática são artes afins, infelizmente, como muito bem sabemos.

    Quanto ao conteúdo, as lágrimas de crocodilo. Os doentes mentais, de várias calibres, agradecem essa transformação de uma sociedade tendencialmente auto-protegida em um, ao seu dispor, “soft-target”.

  5. Para quem não sabe, para que foi elaborada a 2ª Emenda dos USA, aqui fica a explicação, já agora o Presidente não tem nenhuma vantagem em fazer cenas, não volta a concorrer, devem estar a confundi lo com o Cavaco Silva ou coisa do género, se calhar um Presidente como Bush (Pai e Filho) fazem mais o vosso género de carniceiros.

    A Segunda Emenda à Constituição dos Estados Unidos protege o direito do povo de manter e portar armas. Foi aprovada em 15 de dezembro de 1791, juntamente com as outras nove primeiras emendas constitucionais constantes da Carta dos Direitos dos Estados Unidos (em inglês, United States Bill of Rights) ou Declaração dos Direitos dos Cidadãos dos Estados Unidos .[1] [2]

    A Segunda Emenda baseou-se parcialmente no direito de manter e portar armas, previsto na common-law da Inglaterra, e foi influenciada pela Declaração de Direitos de 1689, também inglesa.

    Esse direito foi descrito por Sir William Blackstone como um direito auxiliar, de apoio aos direitos naturais de autodefesa e resistência à opressão e ao dever cívico de agir coletivamente na defesa do Estado.[3]

    Em muitos estados federados qualquer pessoa, pode pedir e obter licença para o porte de arma sob algumas condições (ressalvando-se que cada estado tem também suas regras específicas). A arma em questão, quando portada consigo, deve ser visível e não deve ter bala no cano. A compra de armas por menores de idade é proibida, mas nem sempre o seu uso: durante a prática de caça, por exemplo, o menor pode usar armas, desde que esteja acompanhado pelos pais ou pessoa responsável.

    Como várias outras emendas constitucionais, a Segunda Emenda também é produto de um contexto de luta pela independência das colônias estabelecidas pelos impérios britânico e espanhol. A posse de armas pelas milícias era, então, considerada a única forma de os cidadãos de países recentemente independentes defenderem o território.

    A partir do século XIX, os tribunais dos Estados Unidos passaram a dar diferentes interpretações à Segunda Emenda.[4] Já no século XXI, a Segunda Emenda passou a ser objeto de renovado interesse acadêmico, jurídico e político. A questão central é se o direito de portar armas seria extensivo aos cidadãos individuais ou se seria limitado apenas às milícias (os atuais exércitos nacionais). No caso do Distrito de Columbia versus Heller (2008),[5] a Suprema Corte proferiu uma sentença histórica, afirmando expressamente que a Segunda Emenda protege o direito individual de possuir e portar armas de fogo e, ao mesmo tempo, declarando inconstitucional a lei do Distrito de Columbia que vetava a posse de armamento aos residentes. Assim ficou estabelecido o direito individual dos cidadãos dos Estados Unidos de se armarem, anulando-se a lei que, 32 anos antes, proibira que se tivesse em casa uma pistola para defesa pessoal na cidade de Washington.[6] [7] Todavia, no processo McDonald versus Chicago (2010), a Corte esclareceu suas decisões anteriores, declarando expressamente que a decisão se aplicava não apenas ao governo federal, mas também, na mesma medida, aos governos estaduais e locais.[8] A sentença deu uma interpretação definitiva à Segunda Emenda, que desde 1791 sancionou o direito de portar armas, reconhecendo esse direito como inviolável, assim como o direito ao voto e à liberdade de expressão.

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