O infantilismo esquerdista

Podem conferir a argumentação esquerdista para acabar com os exames do 4º ano.

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43 pensamentos sobre “O infantilismo esquerdista

  1. Alberto Silva

    Os exames são um instrumento de avaliação que se usa e abusa no sistema de ensino em Portugal. Fazem sentido no acesso ao ensino superior para tentar mitigar a subjectividade de critérios de avaliação que deifere entre escolas e até mesmo entre professores. Fora isso cabe aos professores serem responsáveis e atribuir uma classificação adequada ao desempenho do estudante.

  2. Fernand Personne

    Muito se preocupam com o efeito dos exames nas crianças mas o efeito de serem criadas por 2 homens ou 2 mulheres não interessa nada…
    Interessante verificar que a instrução primária do Estado Novo vale mais que 12 anos de escolaridade actual…

    Ler o artigo “Fim dos chumbos: A “demência” do Conselho Nacional de Educação” do Jornal O Diabo.

  3. David

    Caro Miguel,

    mais uma vitoria da esquerda regressiva.

    Diversos estudos empiricos demonstram que a retencao de conhecimento e maior quando os alunos sao testados. De facto, o beneficio de um pequeno aumento do numero de testes e muito superior ao de um grande aumento dos periodos de estudo. O chamado “testing effect” e um dos resultados mais robustos na investigacao sobre memoria e aprendizagem.
    Outros resultados mostram que a preferencia dos alunos por periodos de leitura versus exercicios se deve ao facto de eles avaliarem a sua propria aprendizagem com base em indicadores subjectivos errados (ex. a fluencia na leitura de um determinado texto).

    o artigo linkado faz um resumo
    http://isites.harvard.edu/fs/docs/icb.topic951136.files/powerOfTestingMemory-roedigerKarpicke.pdf

    tambem recomendo este livro
    http://www.amazon.de/Make-Stick-Science-Successful-Learning/dp/0674729013/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1448676593&sr=8-1&keywords=make+it+stick

  4. Joaquim Amado Lopes

    “Portugal entregue aos bichos.” ou “A estupidez militante como forma de estar na política.”
    Escolham.

  5. lucklucky

    “Os exames são um instrumento de avaliação que se usa e abusa no sistema de ensino em Portugal. Fazem sentido no acesso ao ensino superior para tentar mitigar a subjectividade de critérios de avaliação que deifere entre escolas e até mesmo entre professores. Fora isso cabe aos professores serem responsáveis e atribuir uma classificação adequada ao desempenho do estudante.”

    Deixe-me adivinhar, não trabalha por contra própria. É que aí cada trabalho é um exame.

  6. Comuna de Direita

    Cultivar a responsabilidade e o sentido de dever e de empenho desde a tenra idade é coisa que não assiste à esquerda… Portugal é mesmo uma terra mal frequentada.

  7. Fernand Personne

    “A Universidade está a criar imbecis que são iguais à classe política existente.”

    Marques Bessa, jornal O Diabo, 9 de Junho de 2014

  8. A. R

    ” … mais feliz” esta esganiçada agora legisla sobre o que é a felicidade ou não. Deixados à rádia solta iriam tornar o ensino facultativo.

  9. Gil

    Não sei se o objectivo do Miguel Noronha é ironizar com a afirmação da Catarina Martins, ou por em causa o fim dos exames no 4º ano. Se a ideia é ironizar com declarações, tem muito por onde escolher. Por exemplo, ontem na AR, havia umas “esganiçadas” e uns “esganiçados” que garantiam que os exames eram “a melhor forma de detectar problemas graves que as crianças pudessem ter” e que lhes afectassem a aprendizagem. Esta é ridícula, mas é bem capaz de reflectir o que na realidade se passa, ou seja, um aluno anda 4 anos na escola e os “problemas” são detectados na parte final do último ano, a um mês do final das aulas. Brilhante!

    Outro associava exames a “rigor”, provavelmente porque é duma geração que só fez exames (se é que fez) no 12º ano. Tivesse ele estudado num tempo em que logo na 4º classe eram dois (e podiam ser três) e, a partir daí, tinha que os enfrentar no 2º, 5º e 7º, para além do exame de admissão à faculdade, e sabia que o “rigor” nada tem que ver com o assunto. Era apenas um treino intensivo para as provas, como aliás já estava a acontecer (reconhecido por professores e pais).

    Os exames têm como único interesse colocar em pé de igualdade os indivíduos sujeitos a uma determinada selecção. Mas nem isso a anedota do Crato conseguiu,permitindo as vigarices feitas por vários colégios, como foi amplamente noticiado.

  10. tina

    É stress sim, mas alguma coisa tem de ser feito para elevar o nível de preparação das crianças que saem do 4º ano. Atualmente, é simplesmente inaceitável que crianças saiam da escola sem saber a tabuada ou escrever. O exame é bom porque:
    .
    1) Obriga os professores a puxarem mais pelos alunos, pois não querem eles próprios ter um mau recorde de reprovações. Talvez assim já não se importem de levar redações para corrigir em casa.
    2) Obriga os pais a preocuparem-se mais com os filhos, a ajudá-los com a tabuada e os TPC, e a incutir-lhes disciplina.
    .
    Por estas razões, o exame vai beneficiar o nível de preparação especialmente dos alunos mais negligenciados. Sem exame, o ambiente pode ser mais feliz, mas quem paga mais tarde são estas crianças. Como sempre, a esquerda não pensa até ao fim.

  11. Pedro Oliveira

    Para quê aprender, quando a ignorância é instantânea? Como ilustra a citação da excelentissima deputada.

  12. Fernando S

    Algum “stress” é necessario para as crianças estudarem, os professores ensinarem, os pais dedicarem tempo e atenção à escolaridade dos filhos.
    Sem “stress” é o facilitismo e a irresponsabilidade.
    E nem sequer se é necessariamente globalmente mais feliz com menos “stress”.
    Menos “stress” agora pode implicar mais “stress” no futuro.
    As crianças mimadas são as que mais sofrem depois com as asperidades e as dificuldades da vida real.
    A felicidade individual também se alimenta de desafios e de resultados.
    Numa sociedade, o bem-estar material e emocional do grande numero obtem-se com mais pessoas formadas para trabalhar com objectivos exigentes e com sentido de responsabilidade.
    Os filhos das categorias mais favorecidas e com mais estudos (incluindo … os professores !…) são os que menos perdem com o facilitismo nas escolas. Teem as familias em casa para compensar e corrigir.
    Os que mais perdem são os filhos dos outros, aqueles que precisam que a escola puxe por eles para poderem progredir.
    O facilitismo nas escolas acaba por contribuir para a desigualdade entre os adultos.
    A politica esquerdista nas escolas produz irresponsabilidade individual e desigualdade social.

  13. João Lopes

    Nenhum sistema que seja cego e não se avalie pode ser bom. Só avaliando nós é que podemos descobrir como fazer mais e melhor.

  14. bintoito

    Que susto quando quiserem trabalhar sem saber a tabuada nem onde corre o rio Douro ou porque é que o sol se põe.

  15. chipamanine

    Quando se é avaliado melhora-se!
    A Ana Benavente, uma das apaixonadas pela educação, nunca teve a capacidade para perceber isso. Também,por isso, estamos onde estamos

  16. Kubo

    Boa questão colocada no artigo referido por Fernand Personne:

    – “Será que um dia destes também vão propor que ninguém chumbe no exame de condução?”

  17. tina

    Coitadas das classes desfavorecidas, aqueles que mais dizem defendê-las são os que mais mal lhes fazem, pois são uns incompetentes, sem dois dedos de testa. Não lhes sabem dar nem educação nem criar empregos, tudo o que lhes dão é subsídios, dependência e desemprego. Esquerda maldita.

  18. ecozeus

    Obviamente que:
    Os exames têm de ser feitos, nem que seja ao domingo, veja-se o inglês técnico no caso do “eng.Sócrates”;
    Não fazer exames culminará na irresponsabilidade, veja-se a sua dispensa no caso do “dr.Relvas”.

  19. O ensino em Portugal é vergonhoso desde o primário ao superior. A memorização é mais valorizado que o desenvolvimento de pensamento critico, por isso é incapaz de formar pessoas que tenham capacidade para enfrentar um mundo em constante mudança.
    Não ensina lógica, não ensina razão, simplesmente colocam pessoas numa competição académica, o que não é por si uma coisa má, só que o currículo é tão pobre, portanto trata-se de uma competição para se decidir quem vai ser o mais formatado.
    Os professores são maioritariamente frustrados, mas eu não os culpo, tendo em conta as suas condições de trabalho. Como é que se pode esperar que uma única pessoa, consiga ensinar turmas de 25 a 30 alunos todos com personalidades, interesses e capacidades de aprender diferentes?
    Dá-se demasiada importância a testes e exames padronizados, que são horríveis. A única coisa que se aprende com isso é a resolução de um teste ou exame padronizado, não quer dizer que se é mais ou menos inteligente.
    Acabar com testes e exames padronizados é um bom começo.

  20. José7

    Este é o país onde pseudo papás e mamãs representados por esta excelsa pateta «acham» normal que só alguns tenham talento para jogar futebol na primeira divisão e todos têm talento para serem einsteins… e vivam os burgessos

  21. Pingback: Felizes ficam os donos dos colégios | BLASFÉMIAS

  22. Joaquim Amado Lopes

    anarquistahumanitario,
    “Acabar com testes e exames padronizados é um bom começo.”
    Concordo. Os testes e exames devem ser ajustados ao que cada aluno sabe e é capaz de fazer, nem que numa turma com 20 alunos sejam necessários 20 testes diferentes a cada disciplina.
    Assim todos ganham.
    As crianças serão mais felizes porque não sofrem com o stress de lhes ser pedido mais do que sabem ou são capazes de fazer e terão sempre nota máxima.
    Os pais serão mais felizes porque as suas crianças serão sempre sucessos académicos.
    Os professores serão mais felizes pelo mesmo motivo e porque serão necessários muitos mais professores para fazer os testes e corrigi-los.
    Os sindicatos de professores serão mais felizes porque terão muitos mais associados.
    As escolas serão muito mais felizes porque estarão todas empatadas como a melhor de Portugal.

    As mentes menos “progressistas” perguntarão: Mas, se os testes são à medida de cada aluno, como é que se sabe qual é a medida de cada aluno se não se fizerem primeiro testes padronizados? Acaba-se com os testes?
    A resposta óbvia é: sim, acaba-se com todos os tipos de testes, não apenas com os padronizados. (é isso que “Acabar com testes e exames padronizados É UM BOM COMEÇO.” quer dizer)

    Os menos “progressistas” só gostam de levantar problemas e, por isso, perguntarão: Se se acaba com os testes, como se faz quando é necessário seleccionar os candidatos, p.e. no acesso à Universidade ou a um emprego?
    Novamente, a resposta é óbvia: No acesso à Universidade deixa de haver candidaturas, apenas inscrições. Todos os que quiserem tirar um curso superior inscrevem-se e, como não serão avaliados, nem precisam de ir às aulas. Vão-se inscrevendo todos os anos e, no final, recebem o diploma. (os professores que não são contratados para fazer e corrigir testes serão contratados para “dar aulas” nas Universidades e continua toda a gente satisfeita)
    E o acesso a emprego passa a ser por sorteio, tipo lotaria. Quando uma empresa abre uma vaga com determinados requisitos, o Estado decide o ordenado e regalias e são abertas as inscrições para a lotaria. O/a “escolhido/a” nem precisa de ir a uma entrevista (stress) e fica com o emprego (felicidade).

    Quando se tem a inteligência “progressista” de uma ameba, os problemas levantados pelos reaccionários ultraliberais presos a um modelo de ensino salazarista são ultrapassados com toda a facilidade. É assim que se constrói um futuro melhor para todos e mais igualitário.

  23. jc

    passagens administrativas já…canudo na mão aos 18 anos. Se ficar em 2º lugar dá acesso ao 1º para quê complicar ? …..adapte-se ao ensino a esperteza saloia costista…ser de esquerda é ser esperto. A ética e a moral são a partir de agora proibidas pela Constituição Socialista Republicana da Extrema Esquerda.

  24. Fernando S

    anarquistahumanitario : “A memorização é mais valorizado que o desenvolvimento de pensamento critico”

    Antes de se poder “criticar” é preciso conhecer o que se “critica” e ter metodologias para analiser e eventualmente “criticar” !
    À escola compete transmitir o conhecimento e as metodologias de analise.
    A “critica” é subjectiva e ideologica … não se ensina, decorre da experiencia e da vivencia da vida adulta.
    As escolas publicas teem ja excesso de “critica”, que mais não é do que a visão ideologica de cada um dos professores, sabendo-se que estes são maioritariamente orientados à esquerda (até por serem funcionarios publicos).

    .
    anarquistahumanitario : “Como é que se pode esperar que uma única pessoa, consiga ensinar turmas de 25 a 30 alunos todos com personalidades, interesses e capacidades de aprender diferentes?”

    Aconteceu no passado e no presente em quase todo o lado.
    Os resultados não foram nem eram piores.
    Toda a gente sabe que turmas pequenas são prejudiciais à educação no seio do grupo e em diversidade.
    Além de que não ha sequer dinheiro e recursos humanos para uma educação “personalizada” !!

    .
    anarquistahumanitario : “Acabar com testes e exames padronizados é um bom começo.”

    É o que se chama começar a construção de uma casa pelo telhado !

  25. Tiro ao Alvo

    É bom lembrar que a nota dos exames do 4º ano apenas contavam em 30% para a nota final do ano.
    Considerando que a maioria das pessoas concorda com a existência de exames (que também serviam para avaliar as competências dos professores e das escolas), não compreendo como é que as associações representativas dos pais e dos professores tenham aparecido, quase por unanimidade, a defender a abolição dos exames.
    Por onde andam os pais e professores moderados?
    Não se entende este comodismo num assunto de tão grande interesse. Será porque os filhos dos mais abastados – onde se incluem os filhos dos políticos – frequentam colégios particulares?
    Quem souber que responda!

  26. Joaquim Amado Lopes

    Tiro ao Alvo,
    A resposta é: porque “as associações representativas dos pais e dos professores” não representam os pais ou os professores, representam um partido político que mobiliza militantes para criarem essas associações e votarem em bloco nos candidatos mandatados pelo partido para as liderar. As posições que essas associações tomam são as que interessam ao partido, não as que interessam às famílias ou aos professores.

  27. Tiro ao Alvo

    Joaquim Lopes, se assim é e eu acredito, por que será que os pais e os professores que não pertencem a esses partidos não se organizam e não criam outras associações e não se fazem ouvir?

  28. O be, o pcp e o ps querem pelos vistos manter o povinho inculto. têm medo da cultura (não da cultura imposta pelo estado e pelos pseudo intelectuais), da informação, e do espírito crítico informado.

  29. Gabriel Órfão Gonçalves

    Podia estar calado mas o dever moral impõe-me dizê-lo:

    Fui durante 5 anos lectivos docente de uma actividade extra-curricular num colégio privado: o Colégio Moderno, em Lisboa.
    Não conheci todos os docentes daquela casa, obviamente, mas nunca lá conheci ninguém que fosse contra os exames. Bem pelo contrário! Claro que havia opiniões diferentes sobre como deveriam ser os exames. Mas isso é o mais natural. Anómalo seria se assim não fosse.

    A falta de exames só pode prejudicar os filhos das pessoas menos instruídas. É um injustiça clamorosa que se pratica contra essas crianças: privá-las de um elemento de avaliação que só pode contribuir para um futuro melhor num mercado de trabalho que, para o bem e para o mal, está globalizado.

    Acabar com os exames é defender que os portugueses devem, nesse mercado globalizado, fazer aquilo que a escola lhes permitiu aprender sem a exigência que, com exames, poderia haver.

  30. Gabriel Órfão Gonçalves

    Catarina Martins:

    5 torneiras enchem uma piscina em 3h e 27 min.
    Quanto tempo leva a piscina a encher só com 3 torneiras?

    (Catarina, devia conseguir fazer esta conta de cabeça. Repare que 3h e 27min, noves fora, dá zero, em minutos (180 + 27 = 207, noves fora zero. Logo, é divisível por __ sem deixar resto. Percebeu? Já é um favor que lhe faço apresentar-lhe contas sem restos.) A partir daqui já dá para ver que o resto se faz de cabeça.)

    Faça lá uma “conta de 3 simples” para eu me rebolar a rir, Catarina. É que o pessoal não resiste: fazem logo uma continha de 3 simples e até teimam que com 3 torneiras a piscina enche mais depressa do que com 5…
    Ah, mas depois fazem doutoramentos em Sociologia das Minorias.
    Depois chegam a casa, tiram a pizza do congelador e “pensam”:

    “Ora eu ontem pus isto a 200 watts de potencia durante 12 minutos. Hoje estou com pressa, só tenho 3 minutos, por isso dá… dá… ora… [põem-se a “pensar”…] ora… 200 está para 12 como “xis” para 3, então… [rabiscam num papel, porque não conseguem pensar sem papel, ou seja, estão pior do que no fim da pre-primária] 3 vezes 200 a dividir por 12… [claro que não imaginam sequer o que estão a fazer; aprenderam assim, como toda a carneirada, pensando que a “conta de 3 simples” é o benuron dos problemas que envolvem grandezas expressas numericamente] ora… isto dá 50 watts”

    BRONCA!

    São destes burros que os bancos e os ministros das finanças gostam. Mas sobretudo os bancos.

    No meu exame de Direito da Família e das Sucessões, no 4º ano da FDL, 2001, o “de cujus” (o morto, o falecido) deixava um património de 135 000 euros. E três herdeiros. Foi um sarilho para aquela malta dividir 135 000 por três. Sabem porquê? Porque se tinham esquecido da calculadora em casa!

    LLLLLLLLLLLOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLL

    Depois há aqueles que acham que se conduzirem a 120 Km/h poupam 20% do tempo em relação ao que gastariam se conduzissem a 100 Km/h.

    E por aí fora.

    Catarina, o que é mais barato:
    cereais 800 gr – 3 euros
    ou
    cereais 335 gr – 1,20 euros ?

    Vá, que amanhã eu preciso deles ao pequeno-almoço. Vá lá, Catarina, um esforço!
    (nota: Quanto menos euros por grama… melhor. Para o caso de alguém pensar ser ao contrário. Mas, já agora, quanto mais gramas por euro… melhor também. Para o caso, ainda, de alguém também pensar ao contrário…)

  31. Joaquim Amado Lopes

    Tiro ao Alvo,
    “por que será que os pais e os professores que não pertencem a esses partidos não se organizam e não criam outras associações e não se fazem ouvir?”
    Porque a maior parte das pessoas tem mais que fazer do que dedicar-se à política e ter que lidar com os imbecis militantes que acham que vale tudo para conseguirem o que querem.
    A menos que tenham mesmo que o fazer, as pessoas de bem não estão dispostas a lidar com o esganiçamento, a intolerância e a agressividade a que os militantes do partido em questão recorrem de forma sistemática para levar ávante a vontade do partido.

  32. tina

    “A falta de exames só pode prejudicar os filhos das pessoas menos instruídas. É um injustiça clamorosa que se pratica contra essas crianças: privá-las de um elemento de avaliação que só pode contribuir para um futuro melhor num mercado de trabalho que, para o bem e para o mal, está globalizado.”

    O interesse superior é proteger o professor em detrimento do aluno.

  33. Fernando S

    Tiro ao Alvo,

    Podem queixar-se do reconhecimento mediatico e oficial que é dado a associações que representam apenas as minorias que nelas votam e participam.
    Se a direcção de uma escola ou o ministério da educação consideram importante auscultar o ponto de vista dos pais sobre questões concretas e precisas, então teem de utilizar meios de consulta e sondagem que não se limitem a ouvir apenas estas associações.
    Como o Joaquim Amado Lopes explicou em cima, a maioria dos pais tem as suas vidas e não podem estar obrigados a militar no dia a dia na constituição de associações concorrentes às que existem e são as mais das vezes instrumentos de luta politica.
    Este problema coloca-se sobretudo nas escolas publicas. Nas privadas, de resto em geral mais pequenas, as direcções sabem que teem de ter uma relacção directa e real com todos pais e não apenas com uma qualquer associação que reune e representa uma parte dos pais. Quando se diz que a politica fica à porta destas ecolas é também neste sentido.
    Dito isto, é evidente que é sempre desejavel que outros pais com outras prespectivas que não aquelas que são normalmente veiculadas pelas associações existentes, quase sempre de esquerda e instumentalizadas politicamente e até partidariamente, se mobilizem e se organizem para se fazerem ouvir.

    É um pouco como os sindicatos relativamente aos trabalhadores e à economia. Sabe-se perfeitamente que a representitividade dos sindicatos é fraca mas dá-se-lhes muitas vezes um protagonismo e um peso excessivo.

  34. Joaquim Amado Lopes

    Tiro ao Alvo,
    Podem-se queixar de o Governo e a comunicação social darem uma importância desmedida a quem não representa ninguém além deles próprios. Mas tem razão num ponto: se queremos que a nossa opinião seja ouvida temos que falar e (acrescento) quando alguém atropela os nossos direitos (p.e. piquetes de greve) devemos reagir.

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