A insustentável irrelevância das evidências

Reza Aslan expõe aqui um argumento catita: «O Islão, como qualquer outra religião, não é violento. Violentas são as pessoas.»

(Por acaso, e só por acaso, é um argumento querido à NRA: as armas não matam; quem mata é quem prime o gatilho. Argumento que o progressista Reza Aslan achará, neste contexto, «falacioso». Já sabíamos: os argumentos, como os padrões dos cortinados, dependem muito dos «contextos».)

Ao contrário do que Reza Aslan pretende fazer crer, não há religião sem fieis, acólitos e sacerdotes. Não há religião sem hermenêutica, preconceito, dogma ou doutrina. Nenhum destes elementos é indissociável ou absolutamente estanque. Podemos recorrer ao positivismo histórico para dissecar «cientificamente» as escrituras, e levar a cabo eventuais testes de stress, mas é na subjectividade do exegeta, no laborioso trabalho do sacerdote, na devoção dos fiéis, na dedicação do beatério e, ponto importante, na evolução crítica da praxis eclesial e dos dogmas, que tudo se joga. A religião não é uma senhora provecta, adepta do five o’clock tea e do bridge, que invariavelmente tentam corromper numa galáxia distante, onde habita. Coitada: teve azar com as companhias.

A ausência de uma condenação clara, inequívoca, cognoscível e institucional por parte dos líderes do Islão, aos atentados de Paris, é ensurdecedora * e leva-nos a concluir, com legitimidade, que algo está podre no reino do Islão.

O ocidente não está em guerra com o Islão e, contudo, é do Islão que brotam as tentativas maximalistas de acabar com os «infiéis» – ou, em dias mais solarengos e aprazíveis, de converter a horda que se prostitui moralmente nos botequins e zincs.

A maioria dos Estados auto-proclamados «Islâmicos» são teocracias que, por uma «bizarra» e «estranha» coincidência, caucionam leis, ritos e costumes bárbaros: a pena de morte para apóstatas; o preconceito e a discriminação institucionalizada contra os homossexuais; a execrável subjugação das mulheres; a cobertura legal a castigos inumanos e desproporcionados; e por aí fora.

O Corão não dá cobertura a isto? Provavelmente, não. Corolário a adoptar: não toquemos no Islão. Curiosamente, ainda hoje não hesitamos em lembrar e denunciar fervorosamente a inquisição, a caça às bruxas, a perseguição de populações indígenas, o julgamento de Galileo ou, mais recentemente, os actos de pedofilia no seio da igreja católica. Também nestes casos, o Livro, per se, não deu cobertura. Daí que sejam comuns, desde há séculos, relambórios do tipo: «relembremos o caso em que alguns indivíduos mal intencionados, empenhados em desvirtuar a essência de uma religião, e na sua grande maioria padecendo de aguda insanidade por via da pobreza e da segregação, levaram a cabo a queima da Sr.ª D.ª Joana d’Arc.» Ia jurar que ainda ontem o Prof. Fernando Rosas os invocou.

Podemos continuar, contentes e descansados, a enterrar as nossas inestimáveis cabeças na areia do politicamente correcto, abraçando a complacência e reputando de «irrelevante» o que é evidente. Mas não tenhamos ilusões: não estaremos, certamente, a ajudar o Islão.

(também aqui)

* PS: alguns amigos fizeram questão de me lembrar que, desta vez, não foi bem assim: houve registo de fortes condenações por parte de alguns líderes religiosos muçulmanos. Oxalá que assim tenha sido. Dar-me-ia muito gosto estar enganado.

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50 pensamentos sobre “A insustentável irrelevância das evidências

  1. Revoltado

    Basta atentar na vida do profeta máximo do Islão. Entre outras coisas (casar com várias mulheres, incentivar a violação de escravas), foi um guerreiro temível que não poupou prisioneiros. Com um exemplo destes como expoente máximo, como é possível dizer-se que o Islão não é uma religião violenta? Contraponham com o exemplo da vida de Cristo e façam as comparações.

  2. Gaius Octavius

    “Ah mas as Cruzadas e o Bush e a CIA e o imperialismo e a Mossad e Israel e mais isto e mais aquilo!”

    A resposta-cliché que todo o desculpabilizador do terrorismo islâmico tem na ponta da língua.

  3. lucklucky

    “Por acaso, e só por acaso, é um argumento querido à NRA: as armas não matam; quem mata é quem prime o gatilho.”

    É verdade e a sua comparação é falsa.
    A vontade de matar não tem nada que ver com armas mas tem tudo que ver com o Corão e sua interpretação.

  4. lucklucky

    “PS: alguns amigos fizeram questão de me lembrar que, desta vez, não foi bem assim: houve registo de fortes condenações por parte de alguns líderes religiosos muçulmanos. Oxalá que assim tenha sido. Dar-me-ia muito gosto estar enganado.”

    Se quiser só lhes precisa de apontar que milhares de Muçulmanos Franceses saíram ás ruas para protestar a resposta aos rockets disparados de Gaza.

    Mas esses milhares de Muçulmanos Franceses não saíram às ruas para protestar mais este ataque que assassinou inúmeros Franceses.
    Pessoas assassinadas que são do país a que supostamente dizem pertencer.

  5. Georgina Santos Monteiro

    Ao autor do artigo. Muito cuidado.

    a.
    Reza Aslan mente.

    b.
    A armadilha, sobre qual o autor talvez irá querer tropeçar, cair, é, o ateísmo preenche todas as condições de religião.

    c. […]

    d.
    O termo “religião” praticado na modernidade é de crianças. Serve aos poderosos. Olhem, aqueles são os doidos, perigosos e nós somos os “inteligentes” sem trabalhar um segundo.

    Não. Não é assim. É uma ilusão linguística. Uma forma de racismo puro. Da idade moderna e pós-moderna. Para enganar o interlocutor.

    e.
    Os sacerdotes do ateísmo, são os psicólogos, os sociólogos, os politólogos. Tudo provado.

    f.
    Pouco mudou. Todos à procura da eternidade, ainda, sem excepção, e “todos” com as mesmas perguntas. Os amigos de Star Wars tal igual. Existem problemas de comunicação artificiais. Mas resolvendo esses, a nu e cru, é o que eu digo? A ciência, a verdade.

    De onde venho?
    Porque é que estou aqui?
    Para onde vou?

    Todos querem saber. Todos.

    g.
    Nenhum muçulmano sabe para onde vai. Um pormenor a não esquecer e extremamente importante. Essa coisa das 70 e tal [..] e ir para o céu muçulmamno é ERRADA. O deus muçulmano é ARBITRÁRIO e DESPÓTICO.

    Quer dizer, que no mundo muçulmano, o bom pode ir para o inferno. E o mau paro o céu. Ou ao contrário. Mas, ninguém de antemão o pode afirmar saber.

    O ateu tem medo de responder a essa pergunta. Ou diz saber e conhecer o que não se pode conhecer. Esse é o mais burro de todos. Pior que o muçulmano.

    h.
    Mas o mais importante. Reza Aslan mente. Claro. E não é preciso elaborar nem um estudo. E o Centeno também não é preciso.

  6. Joaquim Amado Lopes

    “houve registo de fortes condenações por parte de alguns líderes religiosos muçulmanos”
    Alguns. Quantos em quantos? Com que relevância no mundo muçulmano?

  7. Baptista da Silva

    Vamos falar verdade e esquecer o politicamente correcto.

    Acham que nos EUA o Bataclan era atacado daquela forma? NUNCA!!!i

    Os terroristas sabem o que fazem, nos EUA quando dessem o 1º tiro mais de metade do publico teria uma arma no bolso.

    PS: Não sou do negócio de armas, nem tenho nenhuma ilegal.

  8. André Miguel

    Li um dia algures, não me lembro onde, que a diferença fundamental entre o Cristianismo e o Islão é que Jesus Cristo disse pediu-nos para escolhermos, Maomé para nos nos submetermos. E é isto.

  9. JS

    No Islão o secular ainda se submete ao religioso.
    Aqui na secular Europa há 3 séculos havia carnificinas por antagonismos religiosos que não ficam longe dos entre Sunitas e Shiitas.
    Em Portugal ante-ontem, de Braga, e não só, tentavam-se impôr política.

  10. jc

    “O Corão não dá cobertura a isto?” claro que dá. Sura 3/versículo 22 : comanda os muçulmanos a não amarem os infiéis. Sura 48/versículo 29 : comanda os muçulmanos a serem severos para com os não crentes . Sura 4versiculo 24 autoriza os muçulmanos a terem sexo com mulheres casadas se estas forem capturadas na guerra ( captivas ) e autoriza o seu trafico como escravas sexuais. Sura 5 versiculo 32 : o tão citado mandamento da paz que só parcialmente é citado, já que sua totalidade diz ” ordenamos aos filhos de Israel( judeus da arábia) se algum matar uma pessoa é como se matasse toda a humanidade ( reparem que é um aviso dado aos judeus ). Agora reparem no verso seguinte, um mandamento dado aos muçulmanos :Sura 5versiculo33 : os que fazem a guerra a Alá ou desobedecem aos mandamentos de Alá serão assassinados, crucificados, mutilados ( Alá comanda os muçulmanos a matar, crucificar, mutilar, amputar todos aqueles que não se submetam ao islão )…podia continuar a noite inteira mas para além de cansativo é inútil. Os lideres ocidentais já nos juraram vezes sem conta que o islão é paz.

  11. O Alcorão dá cobertura a isto. Vários hadith do profeta dão cobertura a isto. Vários teólogos de relevo dão cobertura a isto. Não são analfabetos, são teólogos que sabem o que dizem, que dissecaram a literatura existente. Muçulmanos moderados? quais? os que assobiaram e grunhiram durante o minuto de silêncio no jogo de futebol Turquia-Grécia? ou os que assobiaram no Bósnia-Irlanda? ou os que festejaram na Suécia, salvo erro? quanto ás observações de alguns patetas sobre o Cristianismo são fruto da ignorância e da má-fé. Qualquer pessoa minimamente informada e honesta sabe que as Cruzadas foram uma resposta localizada à expansão islâmica. O islão é a única religião que se expandiu pela força desde o início. Maomé, mal se apanhou com força em Medina vai de matar quem se lhe opunha. Um caso bem conhecido é o de uma mulher que fez uns versos satíricos a criticá-lo. Foi logo morta por um seguidor do profeta. Hoje, há claramente uma guerra entre o islão e o Ocidente (e não só). Não o afirmam, claro, os artistas do politicamente correcto, os multiculturalistas das ong’s e afins que ganham com o negócio dos “refugiados”, os políticos traidores que pouco se importam com os europeus e os que ganham com as negociatas aos países islâmicos. E mais: quantos conflitos há no mundo? quantos têm muçulmanos como actores? mais de 90%. Incrível como todos interpretam erradamente a religião da paz e o texto corânico.

  12. lucklucky

    jc em Novembro 20, 2015 às 22:14 disse:
    “O Corão não dá cobertura a isto?” claro que dá.

    Estamos em 20 Novembro de 2015 depois de mais de 27000 ataques terroristas Islâmicos desde 9/11 e ainda há quem escreva o que o novo membro do Insurgente escreveu.
    O Infiel, a Jizya, ser Dhimmi significa nada para o autor.

  13. A. R

    A pedofilia na Igreja é contra o ensinamento da Igreja e um pecado grave. A pedofilia nos Islão é recomendável pois imita o profeta.

  14. A. R

    “houve registo de fortes condenações por parte de alguns líderes religiosos muçulmanos”: houve uma manifestação contra a violência e reuniu 30 muçulmanos. Noutra rua um grupo cantava “Happy days”. As crianças islâmicas na escola recusam o minuto de silêncio: de onde lhe vem isto? Naturalmente da própria família.

  15. ShakaZoulou

    Se o público no Bataclan estivesse armado quantas mortes mais teriam ocorrido? Um local fechado, cheio de pessoas armadas e muitas com pouca preparação no manuseio das armas junto com os terroristas assassinos e suicidas! É preciso muita imaginação para crer de o número de mortos, feridos e incapacitados seria inferior ao que foi.

  16. Georgina Santos Monteiro

    @ Pois, caro revoltado (07:02),

    mas o jornal “O Público” também é VIOLENTO e gosta muito dos muçulmanos fascistas. Não se deixe enganar.

    Quem primeiro foi violento, são os atrasados mentais do Público.

    O Vasco Pulido Valente, também é (!!) violento.

    Et cetera. O pior de todos, é o intrigante, aquele por detrás do palco, que agarra as cordinhas, por pensar que pode brincar connosco, sem ser apanhado. Mas esse diabo engana-se! 😉

  17. Georgina Santos Monteiro

    O autor refere-se ao julgamento de Galileo. Andam por aí muitas mentiras acerca do Galileo.

    a.
    Galileo continuo a ser católico. Ele nunca saiu.

    b.
    No fundo, o que Galileo dizia é, peguem numa régua e começem a medir. O medir é mais importante que tudo. Mas Galileo enganou-se. Galileo foi burro. Os discípulos “dele” andam a medir hoje o clima e o efeito do ser humano sobre o mesmo. E mentem como Galileo. O efeito não existe. Galileo fez o ser humano mais burro. Mas também há algo de positivo.

    c.
    Galileo traiu algumas mulheres. Ele mentiu. Também aqui. Ele provou, a palavra dele, nada vale.

    d.
    Aquele ateu, que se atrever usar Galileo contra a ideologia cristã, não pode ser bom da cabeça. 😉

    e.
    Galileo perdeu, a ciência também e a ideologia cristã ganhou. Claro.

  18. Georgina Santos Monteiro

    O autor refere-se ainda à caça às bruxas.

    a.
    As bruxas continuam a existir. Provas sem fim.

    b.
    As bruxas não têm intenções boas. Provas sem fim.

    c.
    A Igreja Católica pouco teve de haver com essas. Na Península Ibérica, dizem ter havido poucos casos, em relação ao centro de Europa.

    d.
    Quem muito mais matou, foram os protestantes, os não católicos. Muito mais? Mas, mesmo muito. Um diferença gigante. Interessante é que, os inimigos dos cristãos, gostam de esquecer este pormenor, mais que importante.

    e.
    É profundamente injusto vir com a cantiga das bruxas. Querer fazer justiça com o passado, é difícil. E a esquerda mente muito. A esquerda assassinou na guerra civil de Espanha no século passado, católicos a eito, e sem justificação, qualquer. PESSOAS INOCENTES. Talvez mataram mais, do que os responsáveis da Igreja Católica alguma vez? Muito mais. Muito, muito mais. Eles pediram alguma vez desculpa, pelos crimes cometidos? Que eu saiba, não, nunca. Alguém sabe algo, acerca dos crimes do ateus? Desse religião maldita? Que mata crianças, todos os mêses? A sangue frio?

    f.
    As bruxas continuam a existir. E as bruxas não são boas. Eu aconselho a qualquer homem, casar uma. Para a prova definitiva. E depois voltamos a falar. Quem aqui não concordar, tem um grave problema. As bruxas são perigosas.

  19. Georgina Santos Monteiro

    A perseguição de populações indígenas?

    Isto é de tretas. E fábulas.

    De qual perspectiva é que estamos a falar?
    Formular crítica e não desvendar a religião do juiz, não é honesto.

    As populações indígenas eram más, como as serpentes e as cobras. Nunca esquecer isto.

    A pior das religiões é o ateísmo, da Catarina, do Jerónimo e do Sócrates. Número um, INCONTESTÁVEL, neste mundo.

    O resto é só tretas, para desviar do criminoso principal.

  20. Georgina Santos Monteiro

    O autor refere-se aos ditos actos de pedofilia no seio da igreja católica.

    Isto é uma calúnia? Ou quê?
    Quem é que defendeu e quis impor a revolução sexual à sociedade?
    Não foi a Igreja Católica.

    Todo aquele, que se mencionar neste sentido, MENTE.

    A revolução sexual nasceu da religião ateu. Provas sem fim.

    E muitos de aqueles, que a defendiam, no início, já deram a entender, que foi um fracasso.

    E é o que se vê, por todo o lado. Frustrados.

    Agora, aqueles, que dentro da Igreja Católica, se deixaram atrair pela dita revolução, negaram os valores cristãos. Traição!! Traidores. Eles deviam ser expulsos da igreja. Sem piedade nenhuma.

    E o castigo para aqueles, que deixam-se ir por esses caminhos é a mais dura, do mundo. Nem os muçulmanos castigam assim.

    A Igreja Católica condena esses crimes.

    A religião ateu, é que faz propaganda para essas perversidades. E os casos de pedofilia, por todo o mundo, demonstram, que o fenómeno, abrangeu uma grande parte de toda a sociedade. NADA TEM DE HAVER com a ideologia cristã. Nadinha.

    O religião ateu não condena e não castiga esses casos.

    A revolução sexual levou à perversidade. Claro. E a culpa é dos ateus, E NUNCA DA IGREJA CATÓLICA.

    E é claro, que os ateus, querem obrigar os outros, a seguir o exemplo. Através da ditadura. Mas, não todos vão cair nessa armadilha.

    Casos de pedofilia, existem muitos. E os culpados, são a nobreza de caviar. Esses não nasceram pobres.

    Mas querer culpabilizar a Igreja Católica é uma estupidez enorme, e uma calunia.

    O partido dos verdes, na Alemanha, por exemplo, uns anos atrás, defendia a pedofilia, abertamente!!!!!!! E só agora, alguns anos atrás, esses perversos, primeiro DESMENTIAM, e depois deram uma desculpa pequenina, mas não querem levantar pó, e não QUEREM ESCLARECER. Eu falo do partido dos verdes, dos amigos do ambiente.

  21. Georgina Santos Monteiro

    Para terminar o assunto, a coisa é muito simples.

    Diz o Reza Aslan que o Islão, como qualquer outra religião, não é violento.

    a.
    Ele mente. O livro dele, diz para ele mentir, até atingir o fim, a conquista de todo o mundo. O deus dele, o demónio, lhe pagará.

    b.
    As religiões são todas diferentes. Todas. Nenhuma é igual. Scientology também o é. Tom Cruise é religioso.

    c.
    Sócrates também o é. Ele nega, porque é um burro, e não sabe pensar. E Sócrates defende as perversidades e a decadência.

    d.
    A decadência continua a existir. Alguns defendem outra coisa, mas isso é errado.

    e.
    Reza Aslan mente, para aqueles, que desejam ser enganados, o acreditar.

    f.
    O islão mata desde o início. Só a matar.

    g.
    E o islão veio para fazer contas com os defensores das perversidades. Porque, homem com homem, é um crime. Em todas as culturas, todas. Aqui o autor, parece enganar-se. Não existe uma única cultura neste mundo, que seja sã, que possa defender isso. Nenhuma.

    h.
    Outra vez. A mentira de propósito faz parte do sistema muçulmano. Quem não o perceber, está feito ao bife

  22. A. R

    Lamentavelmente ninguém conhece o Galileu. Galileu era um plagiador (quase tudo o que ele debitou copiou) e era um mal agradecido e pouco gentil contra os mecenas atacando-os de uma forma vil.
    Por exemplo a invenção do telescópio que se lhe é atribuída foi realmente realizada por Hans Lippershey (um Holandês)

  23. Georgina Santos Monteiro

    @ Caro A. R (às 08:49),

    muito, muitíssimo bem.

    .

    O maior problema do autor, Carlos C Carapinha, é a posição dele. Querer ser crítico, criticar, e não dizer abertamente, de que posição é que ele deseja condenar.

    A perspectiva é muito importante. Porque, o autor não é inocente. De modo nenhum.

    De outras palavras e novamente: Este juiz não quer dizer, de qual religião é. Então não é objectivo. Ser pelo liberalismo, não chega. É insuficiente. Há liberalismo e liberalismo.

    Essa coisa com a revolução sexual, nasceu também, não só, mas também, da faculdade dos macacos, da dita antropologia. Penso que foi durante a segunda guerra mundial. Um tipo qualquer, teve que passar uns tempos numa ilha perto da Indonésia, ou por esses cantos. E ele aproveitou matar duas moscas de uma só vez? Umas vinte e tal.

    E ele lá viu coisas, das quais ele, pessoalmente, muito gostava. E depois, como esse perverso, não sabia pensar, fez um estudo, vendeu isso à esquerda aqui, como progresso, e o resto deu-se.

    Mas, o que eles não querem conceder. A revolução sexual, só trouxe desgraça e muita mentira. Porque, a moeda tem sempre duas caras. E o ateu, só fala do lado subjectivo, da parte egoista.

    A revolução sexual destrui O AMOR, e perverteu-o. Instaurou a mentira e a traição!!

    O ateísmo é a mentira. Como os muçulmanos. Eles têm muito, muitíssimo em comum. Ambos, gostam e adoram de matar. Mas muito.

  24. Renato Souza

    ShakaZoulou

    Que tolice a sua. Na Finlandia, EUA e Suiça, muita gente tem arma. Mas normalmente, pessoas que não sabem usar armas, não as portam por ai, Se o porte de armas fosse permitido na França, como é na Suiça, só estaria armado ali quem sabe usar armas. Eu sou a favor do pote de armas, mas nem tocaria em uma, por não ter treinamento para isso.

  25. Georgina Santos Monteiro

    @ De substância, nada guna (às 09:42)?

    O ateísmo é uma religão. É lógico. E a homosexualidade é uma perversidade. Claro. E quem a defender contra a Igreja Católica é parvo e decadente. O problema principal de um certo liberalismo. Não funciona.

    O artigo do autor é um desastre, um fracasso, total. Ele que primeiro leia o livro dos muçulmanos.

    Talvez ajude a melhorar a qualidade do texto dele.

    É uma grande estupidez, querer criticar os outros, e não ter fundamento nenhum. Aqueles parvos, que pensam que a vida é um estádio de futebol, e alguns super-inteligentes estão na tribuna a olhar para os “religiosos”, são os mais burros de todos. O estádio verdadeiro, não tem nenhuma tribuna. Todos estão no palco e as regras são para todos iguais. A fase da iluminação foi não esclareceu, mas mentiu e criou uma nova classe de burros, grandes burros. Que nada sabem, mas pensam, por querer pertencer a esse igreja dos ateus, serem muito espertinhos. Mas quem desejar ser esperto, tem que trabalhar muito bem e com muito suor. É o único caminho para se ser iluminado, ou então querer ser cristão.

    Mas defender a homosexualidade como valor é perverso e errado.

  26. honi soit qui mal y pense

    In 629 AD, the prophet Mohammed sent letters to the Kings of Persia, Yemen and Ethiopia and to Emperor Heraclius, inviting them to accept Islam. Mohammed stated, “If you become a Muslim you will be safe, and God will double your reward, but if you reject this invitation of Islam you will bear the sin of having misguided your subjects”. It was an ultimatum, from an unknown holy man beyond the fringe of civilization to the most powerful rulers in the world.

    1.386 years after those letters…Persia 0 – Islam 1 , Yemen 0 – Islam 1, Ethiopia 0 – Islam 0 ( on overtime ) , Roman Eastern Empire 0 – Islam 1 … drawn your own conclusions

  27. Sobre o Galileu é ler Galileu na Prisão, editado pela Gradiva. Acerca do mito de Galileu e a Igreja e outros da ciência. O Guna, pelos vistos, só anda a pé e de bicicleta. Por acaso, no caso português, o petróleo até vem mais da Nigéria e Angola do que propriamente da Arábia Saudita. Houve uma manifestação significativa de muçulmanos condenando os atentados, houve. Estavam lá trinta. Há uns meses, em Oslo, os muçulmanos também fizeram um cordão humano em volta de uma sinagoga, em solidariedade. Não deu. Também eram uns trinta ou nem isso. Serão os mesmos?

  28. Acortenaaldeia, isso é um pouco simplista, não acha? Como o camarada Lenine disse: “o capitalismo vai vender a corda com que vai ser enforcado”.

    P.S.: qualquer ligação entre a citação e as minha opiniões políticos económicas não são da minha responsibilidade!

  29. Renato Souza

    Irlanda do Norte? digo duas coisas

    1. Uma exceção absoluta no mundo moderno. Não existe outro lugar em que a religião cristã tenha sido associada ao conflito. Em todo lugar é o islã que está atacando a todos (muçulmanos de outra orientação, cristãos, animistas, hindus, budistas, ateus, etc).

    2. O conflito na Irlanda do Norte, embora tenha sido associado a uma diferença religiosa, não era religioso de forma alguma em essência. Era uma questão política. Ninguém imaginaria terroristas do IRA apontando uma arma para a cabeça de reféns e obrigando-os a declamar alguma parte do catecismo católico. No OM e na África, terroristas islâmicos tem feito isso muitas vezes, obrigando reféns a provarem que são muçulmanos devotos, e a qualquer erro, bala na cabeça da vítima… Terroristas do IRA não se importavam com questões religiosas, provavelmente muitos deles eram ateus ou agnósticos, ou simplesmente irreligiosos, e tinham forte apoio de promotores ateus ou muçulmanos. A guerra deles não era contra a religião anglicana (nem a guerra das forças militares, contra a religião católica). Eles pretendiam separar a Irlanda do Norte da Grã-Bretanha e integra-la à Irlanda do Sul. Como a população de origem britânica (a maior parte deles de criação protestante) é mais numerosa que a de origem irlandesa (a maior parte deles de criação católica) muitos terroristas propunham que todos os “protestantes” (querendo dizer pessoas cujos antepassados eram ingleses ou escoceses) deveriam ser deportados (isso mesmo, propunham a expulsão de pessoas cujos antepassados estavam há séculos ali) o que demonstra que sua proposta era inviável, e portando, estavam gerando um conflito sem solução (por isso as esquerdas vibravam, conflitos sem solução são ótimos para as esquerdas).

    Em séculos passados, até houveram guerras verdadeiramente religiosas no seio da cristandade. Mas há muito tempo isso é página virada, e o conflito na Irlanda não teve nada a ver com isso. E frise-se também que, na perspectiva cristã,original, não faria nenhum sentido uma guerra para impor uma doutrina religiosa a pessoas que não criam nela. Isso foi algo que se agregou posteriormente ao cristianismo.

    Houveram guerras religosas em muitos lugares,a respeito de muitas religiões? Até houveram. Hoje, é só no islã que isso acontece. Não por acaso, a mais política de todas as religiões (creio eu), uma religião que nasceu essencialmente política. Afinal a política gera guerras, é de sua natureza.

  30. Pois é Renato, olha para o que eu digo, não para o que eu faço! O seu discurso (apesar de básico , incorrecto e incoerente) podia ser facilmente feito em relação ao Ísis e afins. Sugiro que visite Belfast por volta do 12 de julho e vá pregar o seu evangelho e célebre a glória do senhor!

  31. ShakaZoulou

    Também sou apologista do porte de arma por civis, invejo o sistema suíço. Mas neste caso específico quanto maior o número de armas maior seria o número de baixas, só tropas de elite estão preparadas usarem armas em espaços fechados cheios de pessoas. Este caso não é o melhor para se defender o porte de armas por civis.

  32. Cfe

    Muita besteira.

    1. O problema da Irlanda é muito simples: os descendentes dos invasores ingleses são a favor da manutenção daquele pedaço de terra ligado a coroa britânica e os descendentes dos .
    .autóctones da altura em que a Inglaterra foi lá meter o bedelho não são.

    2. Galileu era afilhado de batismo do Papa e foi processado porque o ofendeu. Copérnico, CÔNEGO, já havia desenvolvido a teoria heliocêntrica.Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, já defendiam a ideia de que se algo irrefutável viesse a por em causa as escrituras, esse algo teria de ser levado em questão.

    3. Em qualquer grupo existe sempre comportamentos desviantes. Se forem buscar as fontes pode-se ver que existem acusações de pedofilia em várias organizações em número muito maior do que na Igreja Católica. Mas claro…há que se explorar, não é

  33. lucklucky

    “Também sou apologista do porte de arma por civis, invejo o sistema suíço. Mas neste caso específico quanto maior o número de armas maior seria o número de baixas, só tropas de elite estão preparadas usarem armas em espaços fechados cheios de pessoas. Este caso não é o melhor para se defender o porte de armas por civis.”

    Não concordo, mesmo que houvesse digamos 10x mais baixas que o números de terroristas estamos a falar de 30 não 90. Imaginar claro o barulho jornalista contra armas que seria nesse caso uma vez que não teríamos acesso a esta contra prova.
    Sem falar dos recursos necessários que o terroristas precisariam frente a uma população armada. Quer dizer mais psicologicamente preparada com a sua segurança.

  34. António Ferreira

    Até que enfim que a discussão dos males do multiculturalismo, do relativismo cultural e do islão chegam ao insurgente.

  35. Pinto

    Comparar o que se passa com o que se passou há 500 anos é risível. Mas mais risível se torna quando se verifica que essa história que lembram só vem demonstrar, ainda mais, a diferença entre o cristianismo e o islamismo.
    Em primeiro lugar a Inquisição nasceu precisamente para combater um fundamentalismo religioso que atormentava populações: o catarismo. Em segundo lugar, ao contrário desta tendência de imposição dos islâmicos, a Inquisição não era imposta. Era solicitada pelos reinados (em Portugal teve de se fazer muito jogo político para que a Inquisição viesse para cá). Em terceiro lugar o processo inquisitorial era a realidade da época (aliás, não era bem: era mais garantístico). A condenação à morte na fogueira era a realidade da época. Era uma pena prevista e aplicada pelos tribunais da época.

  36. Pacheco

    E o filho da puta também não é violento só que não deixa de ser filho da puta, mesmo sabendo nós que a mãe era uma senhora séria

  37. “A ausência de uma condenação clara, inequívoca, cognoscível e institucional por parte dos líderes do Islão”

    Ao que é que as pessoas se referem com “líderes do Islão” (seja os que dizem que os “líderes do Islão” não condenam, seja os que dizem que os “lideres do Islão” afinal condenam)? Que eu saiba o islamismo sunita não tem líder (até há quem diga que é esse o grande problema – não haver no Islão uma instituição comparável à Igreja Católica com autoridade para “interpretar” os textos sagrados e assim modernizá-los).

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