O pecado de José Rodrigues dos Santos

Não, não foi ter dito uma frase infeliz. O seu pecado foi ter enfrentado Sócrates. As amebas que se passam por intelectuais, admiradoras do autoritário corrupto, nunca lhe o perdoaram.

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6 pensamentos sobre “O pecado de José Rodrigues dos Santos

  1. Ricardo C.

    Andam é tudo doido! Parece que anda tudo de “faca na liga” com a perspectiva que se coloca agora de chegar ao poder através de uma espécie de golpe de Estado palaciano, à moda da Europa de Leste em 1946/48.

    Pelo meio, não deixa de ser interessante observar o comportamento desta “esquerda” que se considera como arauta de valores éticos e humanistas superiores, que se revela profundamente indignada com os ataques e ameaças ao Charlie Hebdo (por gozar com Maomé), mas que depois, quando se sente tocada nos seus temas fétiche (mesmo que por engano, como foi neste caso) é tão aberta e tolerante como um grupo de Talibans.

  2. Georgina Santos Monteiro

    Que bela prosa.

    O seu pecado foi ter enfrentado o corrupto, incompetente e mentiroso Sócrates?
    Não é pecado nenhum dizer a verdade. Ganhar 15 mil euros por mês, o que um macaco inteligente, também podia fazer, é o mínimo, o que o JRS pode fazer. Esta RTP está cheia de amadorismo e muitas outras amebas. Pior foi o livro, que o JRS escreveu, livro de ameba, também.

    As amebas que se passam por intelectuais, admiradoras do autoritário corrupto, nunca lhe o perdoaram?
    Muito bem, muito bem. Assim seja. Eles que sofram, bastante e eternamente.

    Bela prosa.

  3. Georgina Santos Monteiro

    @ Ricardo C.

    Muito bem, muito bem.

    Os ateus de Paris (Charlie H.) já beijam os pézinhos aos terroristas da (“esquerda”) muçulmana. Já prometeram: nunca mais. Assim é que é! A traição dos próprios valores. A linguagem da força, esses cobardes percebem de imediato. Que vergonhosos membros do Charlie H. Os valores da esquerda (sempre) fascista (e anti-democrática) já não são universais.

    Falar é barato. Lutar é caro, muito caro. E governar um país com dinheiro dos outros é sempre fácil. Mas esses tempos acabaram. Com 130 por cento do PIB acabaram-se as festas decadentes e perversas.

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