Notícias de um modelo de crescimento económico baseado no consumo interno

Procura externa vale 85% do crescimento económico português

9 pensamentos sobre “Notícias de um modelo de crescimento económico baseado no consumo interno

  1. JP-A

    É mandar já um SMSs a ameaçar os gajos do jornal!
    Então eles publicam uma coisa destas?
    Não se admite tal coisa.
    Então e o Doutor Messias da Costa Concórdia depois faz o quê?

  2. Luís

    Portugal é um país de proprietários e com tradição na área das PMEs. Muitos empregados fazem serviços como trabalhadores independentes. Tudo eleitorado de centro-direita…

    Se aumentam o funcionalismo e a dependência do Estado, aumentam o eleitorado de centro-esquerda. É o abraço da morte socialista.

    Isto deveria ser analisado à vista da teoria psicanalítica do icebergue.

  3. Baptista da Silva

    Acho que no artigo em causa falta algo essencial, os dados do turismo têm sído estraordinários, mas como são considerados exportação de serviços, entram na rubrica. Mas deveriamos realçar esse facto.

    A balança de transações correntes ainda é muito deficitária, temos que continuar a exportar cada vez mais e não estimular o consumo interno que só nos leva ao desiquilibrio.

  4. Baptista da Silva,

    Deve estar a falar da balança de bens, que tem apesar do défice uma taxa de cobertura recorde. A BTC está superavitária, e vai ter um superavite de perto de 5% do PIB este ano.

    Depois de tanto levar nos lombos, alguma coisa tinha de correr bem! 😉

  5. Luís

    Aposto que os Galambas da vida nunca andaram por Miranda do Douro, Barca de Alva, Almeida, Nisa, Belmonte, Almodôvar… ir lá e ficar-se pelo spa não conta! É preciso conhecer um pouco da História, conhecer os produtos tradicionais, ver os campos, falar com as pessoas.

    O que vejo é um país parado. Estive este fim-de-semana em Barca de Alva. A estação de comboio está abandonada, qualquer dia começa a ruir. E perguntei-me: por que motivo isto não é transformado num hotel ou hostel? Barca de Alva tem um dos melhores cenários naturais que conheço na Europa. É diferente, único, genuíno. E falei com algumas pessoas. Falámos das diferenças com Espanha. Do outro lado, em Castilla-León, andei dezenas de quilómetros em estradas ladeadas por quintas gado. Muito gado mesmo. E mesmo assim têm florestas nativas de carvalhos bem preservadas numa extensão que por cá não existe. E perguntei, por que motivo não temos gado? A resposta foi esta: quem poderia começar foi embora. Os jovens partiram para a cidade e para o estrangeiro. E eu pensei: estarão melhor na cidade a auferir salários miseráveis? Aqui há campos a perder de vista ao abandono. O gado dá dinheiro e tem futuro. As famílias têm boas moradias nas aldeias. De que estão à espera para explorar os recursos da sua terra?

  6. Luís

    Não será certamente o Estado que vai explorar estes recursos e recuperar as artes do povo.

    Mas pode fazer uma coisa muito simples e barata. Mudar o discurso.

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