O baluarte da Europa

 

Foi implacável com Varoufakis e Tsipras; é humana com quem o merece.

Confronted by forces that would overwhelm British leaders, the woman the Greek left (and many on the British left who should know better) mistakenly accuse of being the leading advocate of conservative neoliberalism has stood up to be counted. Being the country to which so many want to migrate should be a source of pride, she says. She wants to keep Germany and Europe open, to welcome legitimate asylum seekers in common humanity, while doing her very best to stop abuse and keep the movement to manageable proportions. Which demands a European-wide response. So far, her electorate and her press back her.

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16 thoughts on “O baluarte da Europa

  1. Fernão Magalhães

    “keep the movement to manageable proportions” como o vai fazer? para isso algum dia vai ter de fechar, nesse dia as consequências vão muito maiores… e o papa que fala fala mas há quem tenha oferecido milhões de euros para o vaticano acolher refugiados, por que não aceitam?

  2. Simão

    Lamento informar mas….. o (querido) Governo Português já tomou posição, A saber: fronteiras abertas e integração. Nem de quotas quer saber ou o que lhe disserem.. É entrar.

    Aguardo, expectante os novos posts sobre este Governo.
    🙂 🙂

    (chupar e engolir, ahahah)

  3. Fernão Magalhães

    não interessa controlar quem entra, logo que venha dinheiro tudo bem; foi como no tempo dos fundos da CEE para não se plantar nada, o que é preciso é receber fundos…

  4. A. R

    Veremos se os milhares de jihadistas que entraram na Europa serão humanos na altura de puxar o gatilho da kalashnikov sobre os alemães

  5. JS

    Para os migrantes uma “Europa”, uma Europa una, que os tratará todos de forma igual. Inventam-se verbas. E de aqui a dez meses?.
    Na Síria havia comunidades cristãs, sim, mas.

    Quanto a Portugal, os muçulmanos mesmo os “bons” (obviamente) nunca se integrarão num “reino” católico que ocupou o seu califado.
    (Quem -vivendo numa aldeia ou num bairro pobre de uma cidade na Síria- acredita que se entrar naquele autocarro vai ter à Alemanha, e passará a ser alemão … acredita em tudo).

    Quanto aos “maus” …

    Ps. Que pena a “União Europeia” também não ser una para os desempregados portuguêses e espanhois.

  6. Je

    Doing her very best e a fazer discursos bonitos, sim… Mas bem defendida atrás da Hungria, da Grécia e de todos os países que levam de frente e servem de tampão à maré de migrantes, sem uma fracção dos recursos alemães. Países com história – como o nosso – ainda guardam as marcas de quando os bárbaros chegaram. Tinham banhos públicos, tribunais, quando eles ainda viviam nas árvores. E o resultado foi bom: civilizou a Alemanha.

  7. Fernão Magalhães

    O Irão vai receber milhões de dolares por causa do novo acordo nuclear, porque é que em vez do ir gastar em armas a ONU não os obriga a receber os refugiados?

  8. Ou seja, a senhora faz tudo errado! Nem mecanismos de integração económica europeia contra a especulação financeira das dívidas soberanas (algo muito anterior ao Varoufakis e que também nos bateu à porta) nem fronteiras na Europa… Afinal qual o valor de ser “europeu”?! Um destes dias os povos europeus vão exigir a sua soberania de volta… É ver o que acontece primeiro: se a queda da UE ou o nascimento do Euroislão…

  9. tina

    Concordo com a apreciação do carácter justo de Merkel, mas até que ponto tem a Alemanha problemas de excesso de emigrantes como têm a Inglaterra e a França, por exemplo?

  10. Pedro

    Espero que eles tambem seja humanos connosco (LOL). Aliás este video perspectiva bem isso:
    https://www.facebook.com/711896492265270/videos/838593232928928/?fref=nf – desacatos com os nossos novos conquistadores muçulmanos na fronteira da Hungria

    http://www.liveleak.com/view?i=87e_1441211042 – os nossos queridos imigrantes refugiados a não aceitar comida por motivos religiosos…começa com a comida, vai parar com a lei islâmica nos tribunias

    http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/immigration/11842760/Prepare-yourselves-The-Great-Migration-will-be-with-us-for-decades.html – um artigo do Telegraph onde se mostra que a maioria dos imigrantes são económicos e não refugiados (a guerra síria já começou à 4 anos, só agora é que se lembram da Europa???), mas sim malta que está bem alimentada, pertence à classe média do seu país e vem para cá desfrutar do nosso Estado Social.

    Nunca pensei que O Insurgente se aliasse à propagação da mentira vendida pelos meios de comunicação social.

  11. Catarina

    Je, portanto do seu comentário deve-se concluir que a Alemanha deve pedir desculpa pela sua localização geográfica a deixar protegida e sem ter de ser ela o “tampão à maré de [i]migrantes”… Faz todo o sentido, clap clap.

  12. Vasco

    Os alemães têm o trauma da II guerra. Todo o alemão criado a seguir a 1945 foi educado a ser “humanista”. Mas também isto está a mudar. As gerações mais novas já não vivem tão bem com este dogma e começam a quetioná-lo.

  13. Pingback: Em defesa da UE na crise dos refugiados | O Insurgente

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