Alternativa de confiança?

Com Duarte Cordeiro a director de campanha, a ala syrizica do PS, encabeçada por muitos dos «jovens turcos», ganha cada vez mais protagonismo e relevância.

Esta é que é a alternativa de confiança de António Costa?

PS_Syriza

9 pensamentos sobre “Alternativa de confiança?

  1. JP-A

    A Maria de Belém a comunicar ao Costa Concórdia que será candidata à presidência terá sido o golpe de misericórdia na forma de torpedo. Já se começa a perceber que ele está como o Salazar nos seus dois últimos anos – ainda julga que manda e que não percebe que já toda a gente percebeu no estado em que se encontra. Só que enquanto um caiu de uma cadeira, este caiu no ridículo.

  2. Basico

    Engracado que ninguem pergunta se o gajo vai deixar de receber o salario de vice presidente da Camara na medida em que se vai dedicar exclusivamente a campanha.

    Outra coisa que nao convem deixar cair e confirmar que o Ascenso efectivamente se despediu da ERSE, como havia prometido.

    Convem nao esquecer que esta gente brota do “Largo dos Ratos”

  3. JP-A

    Alguém me sabe dizer se o Costa Concórdia entrou de férias?
    Ou trata-se de um retirada estratégica? 🙂

  4. JP-A

    Mais confiança é impossível:

    “A Autoridade Nacional da Concorrência condenou cinco empresas fornecedoras da Parque Escolar a multas que, no total, somam cerca de 800 mil euros. Em causa um acordo realizado entre todas as partes que garantia a fixação de preços e a repartição dos mercados…fixando o nível dos preços das mesmas, de forma a determinar artificialmente o vencedor de cada concurso”

    “De acordo com os dados do Portal BASE (o portal dos contratos públicos online, que indica todos os registos desde 2008), entre 2008 e 2014, período em que António Costa foi presidente da Câmara Municipal de Lisboa, a empresa do publicitário Vitor Tito, a BBZ, recebeu mais de 836 mil euros da autarquia lisboeta em contratos celebrados por ajuste direto. O que representou cerca de metade dos contratos celebrados pela empresa com entidades públicas (16 em 35) e mais de metade da faturação da empresa de publicidade em contratos com empresas públicas (836 mil euros em 1,6 milhões).”

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