Os Combustíveis Sociais

Sempre que pagarem por um litro de gasolina podem ficar com a satisfação de contribuirem com 60% do valor para o estado, contribuindo assim para a sustentabilidade do estado social. Para quem utiliza gasóleo, a satisfação é ligeiramente inferior – apenas 51% do valor reverte a favor do estado (fonte: Apetro – dados de Julho de 2015).

Apetro_Gasolina95

Apetro_Gasoleo

20 pensamentos sobre “Os Combustíveis Sociais

  1. maria

    Mesmo que os impostos fossem 99,99999…% e gastos em produtos não reprodutivos o que ganhava o Estado com o negócio? É preciso explicar que a saída de divisas tem sempre um preço, senão o cidadão comum pensa que o estado tem lucros e na verdade não tem.

  2. j. manuel cordeiro

    “contribuindo assim para a sustentabilidade do estado social”

    e para o BES, para as IPSS, para as escolas privadas, para os swap, para as PPP, para…

    um pouco de honestidade ficava-lhe bem.

  3. gato

    Amigo meu, da infância, vivendo há mais de meio século na Suécia, disse-me que lá o estado arrecadava 90% do que se pagava nos combustíveis. Perante o meu espanto, acrescentou: lá nós sabemos aonde este dinheiro é aplicado.
    C’est simple

  4. Hugo

    Essa mesma Suécia que ia falindo nos anos 90 e que teve de meter marcha atrás na fantasia social.

  5. Kubo

    > “um pouco de honestidade ficava-lhe bem”, j. manuel cordeiro, acima.

    Todo o relambório que mencionou é o supra-sumo do Estado Social. Ou porque é que toda a gente o adora? Exactamente porque o que é de todos é meu – preceito tipicamente seguido à risca pela Elefantíase do Estado propugnada pelo socialismo.

    Daí alguém ter dito acertadamente que “O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros”…

    Ou pensa que a Plutocracia não adora o Estado Social conduzido pelos socialistas sempre muito “sociais”? É exactamente o que eles querem… Eles são sempre socialistas…

    Os incautos são sempre incautos… E as palavras ainda os tornam mais…

    Por tudo isso é que o bom senso de São Tomás de Aquino é tido por desprezível, aos olhos dos socialismos (que são sempre com o dinheiro dos outros…):

    – “cada um é mais solícito na administração daquilo que lhe pertence em exclusivo do que é comum a todos, ou a muitos…”.

  6. Luís Lavoura

    Os impostos sobre os combustíveis servem para pagar o Estado no seu todo, não especificamente o Estado Social.
    Já agora, os impostos sobre os combustíveis não são os únicos impostos especiais, também os há sobre a aguardente e sobre o tabaco. Por que é que o João Cortez não fala desses?
    Já agora, por que é que o João Cortez não fala também sobre a discriminação injustifcada que é os impostos sobre a gasolina e sobre o gasóleo serem diferentes? Não considera que essa é uma intervenção fiscal do Estado que distorce o mercado e que deveria ser abolida?

  7. j. manuel cordeiro

    Kubo você está em delírio. Não fume antes de escrever.

    Escolas privadas é estado social? Ipss é estado social? Os negócios privados são estado social? Pagar o bes e salvar bancos é estado social?

    Estamos em campanha, mas o serviço ao partido não obriga a lobotomia.

  8. lucklucky

    “Escolas privadas é estado social? Ipss é estado social? Os negócios privados são estado social? Pagar o bes e salvar bancos é estado social?”

    Porque é que não é? Por exemplo os funcionários públicos não são privados?
    Quem é você para dizer para onde vai o dinheiro de quem paga impostos/vota?
    No meu caso e de muito outros só obrigados pela violência do Estado para coisas com que não concorda.

  9. Joaquim Amado Lopes

    j. manuel cordeiro,
    “o serviço ao partido não obriga a lobotomia”
    No seu caso, foi opção ou “já veio de fábrica”?

  10. O português médio trabalha metade do ano (370€ por mês, em 711€ que é o salário médio líquido) para pagar as despesas totais do seu carro.

    Elas são o seguro, o combustível, as revisões, reparações, possível crédito automóvel, desvalorização do veículo, lavagens, eventuais multas, IUC, portagens e parqueamento. Esse custo total ultrapassa muitas vezes os 500€ por mês, mas as pessoas não fazem essa contabilidade porque as contas que se pagam aparecem distribuídas pelo ano em diferentes parcelas.

    Caro João Cortez, faça você mesmo as suas contas em AUTOCUSTOS.PT e poderá ficar surpreso com o resultado final! Pense depois quanto ganha por mês e quantos meses tem de trabalhar para suster o seu carro! E depois questione-se se o “proxeneta” é o Estado (funcionários públicos, pensionistas e apoios sociais representam 3/4 da despesa pública) ou a galp, bp, stands, financeiras, BMW, Mercedez, Mota Engil, bancos das PPP rodoviárias, etc.

    Em acréscimo na contabilidade fiscal entre o automobilista contribuinte e o Estado que providencia rodovias e serviços rodoviários, o automobilista sai a ganhar. Todas as contas aqui: http://www.veraveritas.eu/2014/02/saldo-automobilista-estado.html

    Cordialmente

  11. j. manuel cordeiro

    “Quepela você para dizer para onde vai o dinheiro de quem paga impostos/vota?”
    O mesmo que você!

    Mas pela sua logica já tenho que concordar com a duplicação do estado via IPSS e colégios privados. E com o salvamento da banca. Porque foi sobre isto que comentei.

    Está bem, é o pote.

  12. j. manuel cordeiro

    “No seu caso, foi opção ou “já veio de fábrica”?”

    Provoque à vontade, mas, se conseguir, depois de rebater o argumento.

    De resto, eu não tenho nem cartão, nem partido, nem lugar à espera. E você?

  13. Joaquim Amado Lopes

    j. manuel cordeiro,
    Nunca tive lugar à espera e já não tenho cartão nem partido. Mas, ao contrário do j. manuel cordeiro, ainda dou algum uso ao meu cérebro.

    O j. manuel cordeiro defende a intervenção do Estado na economia mas condena a intervenção do Estado na economia quando dá jeito, mesmo que para isso tenha que pretender que não entende como as coisas funcionam.

    “Escolas privadas é estado social?”
    É. Estado social é o Estado garantir o ensino, suportando os respectivos custos. O que não é estado social é o Estado suportar esses custos obrigatoriamente com escolas públicas. O que não é estado social é os alunos ficarem sem aulas de uma ou mais disciplinas meses a fio porque os professores estão de baixa médica ou não poderem fazer exames porque os professores fazem greve. Não é estado social o Estado suportar os ordenados de sindicalistas profissionais.

    Desde que o Estado não pague às escolas privadas por cada aluno mais do que lhe custaria esse mesmo aluno numa escola pública, as escolas privadas só trazem vantagens ao Estado.
    Estado social é o Estado garantir que os serviços de saúde, ensino e apoio social são prestados a quem necessita deles. Não é esses serviços serem prestados obrigatoriamente por entidades públicas.

    “Ipss é estado social?”
    Idem, embora ache que todas as IPSS deveriam garantir que a maior parte do seu financiamento é privado, cabendo ao Estado apenas suportar os custos relativos a serviços específicos que contrate com essas IPSS.

    “Os negócios privados são estado social?”
    Não, não são. E o Estado devia manter-se bem longe dos negócios privados, cobrando o mínimo indispensável em impostos e acabando com a burocracia que só serve para justificar a existência de organismos públicos e com as taxas e taxinhas que só servem para dificultar a vida a quem quer investir e criar postos de trabalho.
    E folgo em saber que o j. manuel cordeiro é contra as nacionalizações e a favor da privatização das empresas públicas.

    “Pagar o bes e salvar bancos é estado social?”
    Não é mas está a fazer confusão com os bancos.
    O banco que o Estado está a pagar é o BPN, que foi nacionalizado precisamente para o Estado lá enfiar milhares de milhões de euros e boa parte deles acabar nas contas bancárias de amigos de estudantes parisienses.
    O BES é um caso completamente diferente do BPN. Não foi nacionalizado e o Estado não o está a pagar.

    E fico surpreendido por saber que o j. manuel cordeiro acha que o BCE não prestou qualquer serviço social ao povo grego ao garantir a liquidez dos bancos gregos.

  14. j. manuel cordeiro

    Lopes,

    «Mas, ao contrário do j. manuel cordeiro, ainda dou algum uso ao meu cérebro.»

    Quem não concorda consigo não usa o cérebro. Certo.

    «O j. manuel cordeiro defende a intervenção do Estado na economia»
    Onde é que escrevi isso?

    «“Escolas privadas é estado social?”
    É. Estado social é o Estado garantir o ensino, suportando os respectivos custos. »

    Não. Veja a reportagem e explique porque é que existem escolas privadas supostamente para suprir falta de escolas quando, na verdade, já existia oferta suficiente.

    «O que não é estado social é o Estado suportar esses custos obrigatoriamente com escolas públicas.»

    Sim, as escolas públicas são uma miséria. Até criaram uma mão de obra super especializada que é tão apetecida lá fora.

    «O que não é estado social é os alunos ficarem sem aulas de uma ou mais disciplinas meses a fio porque os professores estão de baixa médica ou não poderem fazer exames porque os professores fazem greve. Não é estado social o Estado suportar os ordenados de sindicalistas profissionais.»

    Ora bem, qual foi o ministro que fez merda a torto e a direito no arranque do ano lectivo e que deixou os alunos semanas a fio sem aulas. Ah! foi o deste governo. Mas sim, os culpados são os profs.

    É claro que as greves são uma porcaria. Parece que foi por causa delas que você tem horário de trabalho e férias. Rua com elas. Sobre isso das baixas falsas, além de ser uma acusação tão barata como dizer que toda a malta do CDS esteve envolvida no esquema do Jacinto Capelo Rego dos submarinos, se realmente existe problema com as baixas, o que não acredito, pois há directores e estes podem controlar, então que se fiscalize a atribuição das baixas. Mas sabia que neste momento, por causa dessa suposta fraude nas baixas, os profs só podem meter baixa depois do 3º dia de falta? E que caso contrário terá que descontar nas férias? E que se tem que ir ao centro de saúde pedir a baixa? Mas, claro, é mais giro justificar o argumento com uma acusação da treta.

    «Desde que o Estado não pague às escolas privadas por cada aluno mais do que lhe custaria esse mesmo aluno numa escola pública, as escolas privadas só trazem vantagens ao Estado.
    Estado social é o Estado garantir que os serviços de saúde, ensino e apoio social são prestados a quem necessita deles. Não é esses serviços serem prestados obrigatoriamente por entidades públicas.»

    Pois, pois. Mas são os pais a escolher as escolas ou as escolas a escolher os alunos? Na sua visão do mundo, existe uma elite que tem capacidade de escolher a melhor escola e o resto, ora, paciência, que vá para onde tiver lugar. Eu prefiro um sistema inclusivo, mas são ideias e cada um tem a sua e alguns até têm dias.

    «“Ipss é estado social?”
    Idem, embora ache que todas as IPSS deveriam garantir que a maior parte do seu financiamento é privado, cabendo ao Estado apenas suportar os custos relativos a serviços específicos que contrate com essas IPSS.»

    Obviamente que IPSS é um negócio que vive à custa do OE. É giro ver como você se torce para justificar esta intervenção do estado na economia. Ah!, espere, eu é que defendo a intervenção do estado na economia.

    «“Os negócios privados são estado social?”
    Não, não são. E o Estado devia manter-se bem longe dos negócios privados, cobrando o mínimo indispensável em impostos e acabando com a burocracia que só serve para justificar a existência de organismos públicos e com as taxas e taxinhas que só servem para dificultar a vida a quem quer investir e criar postos de trabalho.»

    É por isso que o OE vai pagar o BES, tal como pagou o BPN e o BPP. É por isso que o tal dinheiro dos contribuintes vai pagar hospitais das IPSS, quando os próprios hospitais privados já estão a fazer barulho porque vão ter concorrência. É por isso que a malta da PAF quer privatizar a segurança social.

    «E folgo em saber que o j. manuel cordeiro é contra as nacionalizações e a favor da privatização das empresas públicas.»

    Eu nem sou a favor nem contra. Acontece que sou completamente contra privatizações feitas para dar negócio a uns quantos, que foi o que aconteceu com os ENVC. E a TAP? Fez aquelas contas e tal e mas há uma coisa curiosa. Quando há aumento de capital, ou os accionistas acompanham o aumento ou perdem quota. Ora, se o privado vai meter 350 milhões na empresa e o estado ainda fica com 38%, então ou estado acompanha e mete dinheiro na empresa ou, simplesmente, dá de borla a sua participação. Grande privatização, hmmm?

    E a nacionalização da EDP e da REN pelo estado chinês, aí já não faz mal? Ou só há problema quando o estado em causa é o português?

    «“Pagar o bes e salvar bancos é estado social?”
    Não é mas está a fazer confusão com os bancos.
    O banco que o Estado está a pagar é o BPN, que foi nacionalizado precisamente para o Estado lá enfiar milhares de milhões de euros e boa parte deles acabar nas contas bancárias de amigos de estudantes parisienses.»

    Se se der ao trabalho de procurar, verá que não defendi a nacionalização do BPN feita pelo governo do PS. E de quem foi esse banco? Dos ex-quadros do PSD. Viva o bloco central.

    «O BES é um caso completamente diferente do BPN. Não foi nacionalizado e o Estado não o está a pagar.»

    É mesmo? Vale um jantar de lagosta? Não devemos andar a ler os mesmos jornais.

    «E fico surpreendido por saber que o j. manuel cordeiro acha que o BCE não prestou qualquer serviço social ao povo grego ao garantir a liquidez dos bancos gregos.»

    Trazer os gregos para o contexto deste post foi para quê? Isto daria para desviar a conversa para muita coisa, pelo que fiquemos por cá.

  15. Joaquim Amado Lopes

    j. manuel cordeiro,
    (escolas privadas vs escolas públicas)
    O serviço público de educação não tem forçosamente que ser prestado por escolas públicas. Isso aplica-se a todo o tipo de serviço público com excepção dos relacionados com a soberania (justiça, defesa nacional, negócios estrangeiros, …).
    Haver boas escolas públicas (que as há) e más escolas privadas (que também as há) não altera este facto. Más decisões relativamente a alguns contratos de associação também não.
    Entre outras vantagens, nas escolas privadas há uma maior motivação para prestar um serviço melhor, há menos problemas com greves e rotatividade do pessoal docente (não sei se tem noção mas as escolas existem para ensinar os alunos, não para dar trabalho aos professores ou ao pessoal não-docente), as famílias podem optar pelas escolas que responderem melhor às suas necessidades e há uma maior flexibilidade para ajustar a oferta à procura.

    Quanto a as escolas escolherem os alunos, convém pesar os interesses dos alunos que mais dificilmente encontrariam escolas que os aceitassem contra os interesses dos alunos que são prejudicados pelos que as escolas são obrigadas a aceitar.

    (greves)
    A esmagadora maioria das greves que são feitas actualmente não têm rigorosamente nada a ver com beneficiar o público ou melhorar as condições de trabalho dos trabalhadores. São quase todas na Função Pública ou empresas públicas e são motivadas por políticas partidárias ou para manter benefícios injustificados ou insustentáveis.

    (privatizações)
    O j. manuel cordeiro não é contra as privatizações no geral, apenas contra cada privatização em particular, ainda mais se quem compra a empresa pública fizer um bom negócio.
    Se não é assim, com que privatizações já feitas concorda e que empresas públicas defende que devem ser privatizadas?

    (serviço público, salvar os bancos e os gregos)
    A razão porque os gregos foram trazidos para este o contexto deste post foi em resposta a o j. manuel cordeiro ter trazido “salvar os bancos” para o contexto do “serviço público” neste post.

    Sou frontalmente contra o Estado salvar os bancos mas os bancos servem uma função social e são essenciais à economia. É por isso que são altamente regulados e não podem falir tão facilmente como qualquer outra empresa.
    O que se tem passado na Grécia demonstra bem o que acontece quando os bancos falham. Pretender que salvar um banco é apenas dar dinheiro aos banqueiros é um disparate.

  16. Perdão pela intromissão no debate. Sobre a dicotomia público-privado e sobre a presença do estado na sociedade, recomendo que leiam como se faz na Holanda: http://www.veraveritas.eu/2014/02/lei-e-estado-na-holanda-em-comparacao.html

    Nem eu tinha noção das coisas até ter para aqui emigrado e dou um exemplo muito simples, a Polícia. A Holanda tem apenas UMA polícia nacional para segurança pública. Portugal: PSP, GNR, Polícia municipal, EMEL, Polícia marítima, guarda fiscal, SEF, guarda florestal, etc. Cada polícia depois naturalmente tem os seus diretores, dep. de recursos humanos, dep. de compras, etc.

    Mas a Holanda também era assim nos anos 1970 mas fez as reformas que em Portugal provocam alaridos extremos. Sugiram lá em Portugal fazer apenas uma Polícia Nacional?

  17. O meu medo com escolas privadas, modelo inglês, é que sempre provocaram discriminações em função dos rendimentos, ostracizando também em função dos resultados dos alunos. Eu pessoalmente sempre andei no ensino público pois os meus pais jamais conseguiriam suster um colégio. E o ensino superior privado também nos demonstra que serviu apenas para comprar cursos e premiar a mediocridade. O modelo americano, baseado no ensino privado, é um modelo que me repugna pois “de facto” tem acesso a melhor educação quem tem mais rendimentos.

    O modelo privado de escolas em países com elevada corrupção é ainda suscetível a distorções pois o estado pagaria por aluno em função das notas e do ano letivo.

    Algo é todavia uma verdade absoluta que Mário Nogueira jamais compreenderá: a função do estado é ensinar os alunos, não pagar-lhe o ordenado. On 6 Aug 2015 17:54, “João Pimentel Ferreira” wrote:

    > Perdão pela intromissão no debate. Sobre a dicotomia público-privado e > sobre a presença do estado na sociedade, recomendo que leiam como se faz na > Holanda: > > http://www.veraveritas.eu/2014/02/lei-e-estado-na-holanda-em-comparacao.html > > Nem eu tinha noção das coisas até ter para aqui emigrado e dou um exemplo > muito simples, a Polícia. A Holanda tem apenas UMA polícia nacional para > segurança pública. Portugal: PSP, GNR, Polícia municipal, EMEL, Polícia > marítima, guarda fiscal, SEF, guarda florestal, etc. Cada polícia depois > naturalmente tem os seus diretores, dep. de recursos humanos, dep. de > compras, etc. > > Mas a Holanda também era assim nos anos 1970 mas fez as reformas que em > Portugal provocam alaridos extremos. Sugiram lá em Portugal fazer apenas > uma Polícia Nacional? >

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.